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24 fevereiro 2017

Papei a cinquentona que se recusa a envelhecer

Vejo sempre as mesmas 2 mulheres a correr aqui na aldeia. Não fazem jogging ou power walking, que são coisas de burguês que não tem mais nada que fazer. Estas simplesmente correm. Colocam um pé à frente do outro em ritmo acelerado e chegam mais longe em menos tempo do que o resto das toscas que as rodeiam.

Uma delas terá 30 anos e corre para sacar marido antes que se faça tarde. Tem tudo no sítio: nádegas perfeitas, mamas firmes, mas cara de poucos amigos. Está-lhe estampado na cara: viver é penoso. Para ela, a vida é um bocejo. É um tal soporífero que desconfio que ninguém lhe pega. A outra terá 55 e corre porque sim. Porque lhe dá prazer. Porque já não tem marido para sacar, livrou-se do sacana que lhe fodeu a cabeça durante anos, está-se marimbando para o que dizem as velhas da paróquia e tem energia para dar e vender. Há mais estrogénio nesta cinquentona sem gajo do que em 10 trintonas que andam atrás de gajo com cara de carneiro-mal-morto.


Esta é uma mulher diferente das outras de 50 e 60 aqui da aldeia. Não veste de preto, não cava a terra, não vai à missa, não usa sapatos confortáveis... Não é submissa! Mais: é alta, loira, tem pernas que nunca mais acabam, olhos vivaços e uma boca de orelha a orelha. Ri-se alto e bom som, responde à letra às caralhadas dos homens do café e vive sozinha no meio do monte. Faz o que lhe dá na real gana!

Há uns tempos que andava a catrapiscá-la. No outro dia, decidi oferecer-lhe boleia.
- Quer ir a algum lado? Olhe que chega lá mais rápido aqui, no lugar do morto, do que nessa correria.
- (risos) Não tenho pressa nenhuma, mas não consigo dizer que não. O menino tem graça...

Não, não estava a tentar convencê-la a chuchar no sardão. Sim, adoro brincar com conas destemidas, mamilos intumescidos e rabos empinados. Sim, papos de cona são a minha perdição, mas, desta vez, só queria um pedacinho daquela felicidade de quase-vovó que fez um manguito ao passar dos anos. Ela, no entanto, tinha outra coisa em mente. Devia ter desconfiado quando sacou as pastilhas de mentol e disse, com sorriso maroto: "É vício de boca!" Dava voltas e voltas à chicla, humedecendo os lábios. Quinze minutos depois, já estava a esfolar os joelhos no soalho do quarto dela, enquanto dava à língua no meu prepúcio.

[continua...]

8 comentários:

  1. 2 inexperientes fazem uma bela substituição, não?

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  2. Impressionante como vc não mete a rôla na buceta de nenhuma! Na sua machista opinião, secsoral não é traição? Talvez alguém saiba...

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  3. Hehheehhe muito bem.. espero o próximo :)

    Beijo excitado ;-)

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  4. chocolícia, passo a vida a pôr pau em cona alheia. além disso, o nome do blog assume que sou traidor. finalmente: não sou machista

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  5. Muito bom, kkkkkkk fico curiosa do resto.. :)

    Bjos
    Carnaval feliz

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