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30 janeiro 2017

Mais uma festa do pijama?

O post anterior parece ter tido um efeito bola de neve. Não quero puxar a brasa à minha sardinha, mas parece que a minha sarda ganhou a sorte grande. A festa do pijama, título tonto que dei ao convite da Susana para me juntar a ela e à Teresa numa monumental orgia, tem agora uma sequela. Ao estilo Guerra das Estrelas ou Senhor dos Anéis. Uma leitora deste miserável blog desafiou-me a papar-lhe a chota e ainda mergulhar o pau na vasta rata da sua companheira de quarto. Não consigo recusar o convite da Rute. Deixou-me com a vara à banda com as imagens que me mandou:

28 janeiro 2017

Uma festa do pijama

- Convidei a Teresa para vir cá a casa.
- Vai haver festa?
- Não queres passar por cá?
- E o maridinho?
- Está fora. Estava a pensar fazer uma coisa em grande.
- Em grande?!
- Que achas de uma coisa deste tipo?

25 janeiro 2017

Quero fazer a prova dos 9

Há uma padeira de 88
que gosta de levar na pá.
Não é estrela da novela das 8
mas tem energia qu'eu sei-lá

Esta quadra miserável está no beco das pichas murchas, mas podia estar aqui. Um dia conto-vos como papei uma velha voraz e a fiz guinchar como uma virgem adolescente. Até lá, façam os vossos próprios versos. Não sejam tímidos e mostrem do que são capazes.

Nunca comeste uma cona de 59?
Nunca ficaste in love
pela forma como ela fazia o 69?
Cumcaralho, vais ver como ela se move...

Entretanto, deixem-me ir papar uma que já passou os 29. A Mónica fez anos há uns dias e quer passar-me a mão pelo pêlo. Como presente de aniversário, prometi-lhe passar o caralho entre as mamas.

22 janeiro 2017

19 janeiro 2017

Fazes um bico, o caralho!

Há duas coisas que me fazem impressão. O trabalho (até o Reininho fez música disso) e tosse convulsa quando estão de boca cheia a fazer-me um bico. Mais valia estar de bico fechado. Há muitos broches que são de evitar. Especialmente nesta altura de frio-que-dói. Mas já não me apanham noutra. Já sei o que a casa gasta. Se lhes noto sintomas de gripe, fujo para casa e jogo ao cinco-contra-um. Mais vale uma punheta segura do que um fellatio aventureiro.


A Carla está com o casamento feito num oito. Mas não foi isso que estragou a foda. Pelo contrário: no início, até lhe deu um vigor que nunca lhe tinha visto. Parecia ronronar como uma gata no cio, enquanto agarrava a braguilha com vontade de se lambuzar toda. Ajoelhou-se, e não foi para rezar. Benzeu-se mal viu o bacamarte, espevitadíssimo nos seus muitos centímetros de alegria, por ter duas mãos a amparar-lhe o saco. "Cumcaralho", disse, antes de soltar a língua, não para o lamber, como se esperava, mas para tossir. Era um sinal. Mas sou péssimo a ler sinais. Lamento, prefiro papar conas.

Já refeita, revirou os olhos e engoliu o caralho, quase a seco. Agarrei-lhe pela nuca e bombei-lhe aquela boca, em estocadas cada vez mais fundas. Ela já me tinha dito que gostava de coisa bruta. E eu faço o que me mandam. Não me fico por promessas vãs. Estava a delirar. Sentia que vinha aí explosão. O que veio, no entanto, foi mais violento do que a mais violenta carga de porra. A Carla, presa pela nuca, teve um ataque de tosse e enfiou os dentes onde não devia: na cabeça do nabo. Só me apetecia despachá-la à tolada, tal era a dor.

De castigo, comia-a do avesso. À canzana. À palmada. Sem misericórdia. Foi vê-la gozar até guinchar.

16 janeiro 2017

O picheleiro e a canalização da Rosa

Há um picheleiro em Picha
que tem pau em forma de tê.
Bifurca o mastro e espicha
a porra que os maridos não vêem.

Esta manhã veio-me à cabeça esta quadra, publicada no meu novo blog, beco das pichas murchas. Têm sugestões para dar continuidade ao poema? Entretanto, se não se importam, vou ali tratar da canalização da Rosa, que o namorado não tem tempo para tratar da coisa. Fez-se trolha na Suiça.

13 janeiro 2017

5 mulheres que não deves foder


A chata
O pré-coito é um pesadelo. "Trouxeste o preservativo? Só um? Tem sabor? Serve-te? Não vai romper? Tenho alergia a latex." Puta que pariu o preservativo! Também és esquisita com a película aderente?
O coito é bom para surdos ou autistas. "Mais para direita! Tão fundo não! Mais devagar! No cu não, que dói." O que dói é ouvir-te pedinchar por mais meio centímetro de picha.
O pós-coito é o inferno. "Manchaste o sofá? Arrumaste as almofadas? Como é que podes deixar o preservativo no chão?" Outra vez a camisinha?! Antes uma vasectomia.

A bem fodida
Vai sempre comparar-te com a melhor queca da vida dela. Se não fores a última Coca-cola do deserto, vai humilhar-te só porque a glande não é grande o suficiente. Se fores o António, não te vai largar o pau. Seja como for, devolve-a ao remetente, com carta registada e aviso de recepção.

A tonta
Demora horas a descobrir a braguilha. Passa-te a mão pelo pêlo e pergunta que hidratante usas. Agarra o pau com a ponta dos dedos e questiona-se para que serve. "Que fofinho!", poderá exclamar quando lhe enfiares o caralho no cu, ainda que o esfincter esteja teso que nem um cepo. Mas se gostas de ser tratado como um bebé, atira-te de cabeça.

A que não tem onde cair morta
Diz que gosta muito de ti,
que dá o cu e cinco tostões para te amar.
Na verdade, não tem nada para dar.
Nem sequer mamas para chupar.
Pede-te este e o outro mundo,
que te devolve a triplicar.
És assim tão altruísta para arriscar?

A frígida
É de evitar por razões óbvias: não goza e não dá gozo. A não ser que gostes de ter um saco de porra para pinar.

11 janeiro 2017

09 janeiro 2017

Há grelo para lá dos melões

Este sábado voltei à mercearia, para descobrir de que cepa é feita a merceeira. Se é de estirpe próxima da Influenza ou imune ao controlo militar do namorado ciumento. Tinha que saber se aquilo tinha sido um dia de tesão ou uma promessa de pista de aterragem para o mangalho deste vosso amigo. Por outras palavras, seria apenas garganta ou uma valente pachacha para despachar à tolada? Não tinha nada a perder. Aliás, o dia tinha sido cão. Por isso, mais valia ir cheirar o cu da Idalina. Se a coisa corresse menos bem, podia olhar ao pormenor todas as curvas e contornos daquela prateleira arrebitada e usar a casa de banho para bater uma sarapitola. Tive mais sorte do que juízo...


- Tenho-me deliciado com os teus melões Idalina! Até me babo só de pensar neles.
- Pena não ter levado grelos.
- Adoro grelos! São de nabo?
- Depende do nabo...
- Olhe que assim até eu espigo.
- Lá espigadote é, que eu não sou cega.

05 janeiro 2017

Uma merceeira com tomates


Na mercearia da aldeia:
- Idalina, tem tomates grandes?
- Tenho. Mas você perdeu-os?
- Não. Mirraram.
- É do uso. Também tenho melões.
- Está a oferecê-los?
- Não os dou a qualquer um.
- Junte-os aos meus tomates.
- E quer leitinho?
- Não gosto.
- Eu adoro! Do gordo, que é mais docinho e espesso.

Sim, já tinha reparado nas mamas da merceeira. Pequeninas e empinadinhas. No entanto, nunca pensei muito nelas. Ando sempre de olhos postos na peida, que é bem maior do que a prateleira. Dá vontade de afiambrar a pequena moça, mas avisaram-me que ela dá muito nas vistas e pouco nas pichas. Não por vontade própria. O namorado, garanhão ciumento e capitão da GNR local, não a larga. Já o ouvi espingardar com um velhinho, saliva de raiva ao canto da boca: "Olha que levas nas trombas, ó meu filho da puta!" Só porque o pobre desgraçado passava a vida a namorar a fruta da Idalina. Ele só queria passar os olhos pelas maçãs Reineta, ó minha besta! Ora, o vosso amigo António não se mete em apertos desses. Não se mete, mas tem picha papona e pode um dia aviar-lhe a bilha e, com sorte, aquela pachachona.

02 janeiro 2017

Como fazer o pior broche de sempre

Dizem que um broche é como uma festa: podemos sair quando nos apetece. Será? Mesmo quando um gajo está a 10 segundos de explodir? Admito que sim. Não vou trancá-la na festa até chegar ao clímax. Sou louco por bons broches, mas não faço reféns. Há tantos motivos para deixar um broche a meio... Ela pode querer fazer outra coisa qualquer. Talvez prefira ser enrabada. Pode ter uma terrível dor no maxilar. Até pode estar aborrecida de morte. Mas a coisa pode ficar feia quando temos uma mulher caprichosa a abocanhar-nos o pau.

Cena 1. A Paula abre a porta de casa. Está semi-nua. Ajoelha-se, baixa-me as calças e agarra o caralho com toda a força.
- Tive que acabar com o gajo
- Foda-se! Tens mesmo que falar nele?
- Estava tudo errado. Eu estava desesperada, ele está cheio de tiques: tendinites, stress, flatulência... Vai rebentar e não é perto de mim.
- Ai, o caralho!
- Eu estava doida. Aiaiai, que o perco. Não queria era a rejeição, por isso insisti para o ver.

Cena 2. Empurra-me para o sofá. Afasta-me os joelhos e lambe-me a cabeça do abono de família, duro que nem um cepo. Agarra-me pelos tomates. O saco está cheio.
- Ele é mesmo fraco. Pedi-lhe para nos vermos e ele aceitou. Para a despedida, disse. Eu cancelei à última hora e ele começou a patinar. Foi lindo de ver.
- Não é possível!
- Voltei o bico ao prego. Dei-lhe um fodão que ele nunca mais esquece e agora não lhe atendo o telefone. Anda doido.
- Eu também estou. Volta ao bico por favor!

Cena 3. Lambe, chupa, sorve os pingos que indicam que vem esguicho de porra na certa.
- Estou a pensar...
- Não, não, não penses!
- Acho que vou fazer uma pausasinha. Foi um bocado intenso com ele.
- Uma pausa?!?!
- Sim, vou ficar uns tempos a seco.
- Ou seja, ficas-te por um semi-broche...
- Claro! Pensavas que isto é só amor?

Cena 4. Já a caminho do carro, aos pontapés às pedras da calçada e a pensar no bico por terminar, recebo uma fotomensagem da Paula.
- Esperas por mim? É uma pausa pequenina...