16 outubro 2017

Abre as pernas e deixa-me aliviar-te

Havia tanto tempo que não papava aquele papo de cona... Mas hoje acordei com a picha bem disposta e decidi contratar a Raquel, e o seu belíssimo mamalhal, para fazer as sementeiras de Inverno. Era madrugada, sentia-se um vergonhoso cheiro de queimado no ar e o nevoeiro só nos deixava ver um palmo à frente da cara. Ela agarrava-se a mim com medo de fantasmas que não existem. Eu estava feliz por sentir os tintins aos saltos de tesão.


- Não se vê um caralho.
- Podias bater-me uma que ninguém notava.
- O doutor não deve estar bom da cabeça.
- Então bato-te eu... Espera aí. Qual é a congénere de punheta? O que é que as mulheres fazem à cona? Dão-lhe uma esfrega?
- Os brasileiros chamam-lhe siririca.
- E tu o que é que lhe chamas?
- Eu digo que vou aliviar-me.
- Então abre as pernas. Deixa-me aliviar-te.
- Rapidinho, que pode aparecer alguém.

15 outubro 2017

Curtas da semana #19

Queria um tautau no momento em que lhe enfiasse o pau cona adentro, mas ficou com o tau. Amuou. Explodiu de dores. Aplicou-me um valente estalo e disse: "Puta que pariu!! Não podes enfiar o coiso assim, a seco. É como espetar uma vassoura no cu. Sem vaselina!"


Fiquei esbodegado de tanto pinar esta tipa. Tinha a cona tão apertada que parecia que martelava numa viga de pau-santo. Como não fui feito para ser carpinteiro, escrevi um lembrete no meu bloco de notas: escolhe gajas com mais chicha.

Lembrei-me então da cona mais musculada que já papei. Tinha uma capacidade de sucção do outro mundo. Foi a única vez que me preocupei com o futuro dos meu colhões. Aquilo não era apenas um buraco para enfiar o nabo. Era o furacão Katrina do pinanço.

Há uma nova empregada de balcão no café da aldeia. Surpresa: está a fazer um mestrado em Engenharia Biológica. Já percebi que é a miúda certa para ensinar a forma correcta de fazer um broche competente.

Tirou-me um café miserável, pedi-lhe explicações e respondeu-me com o que me pareceu um eufemismo: "És um idiota do caralho!"

14 outubro 2017

13 outubro 2017

Tive 22 caralhos dentro de mim

[continuação]

Não demorou muito até ficar sozinho com a Suzete. Estava-lhe na cara. O nariz arrebitado não é marca de nascença. É um sinal claro de que estamos perante uma ordinária que só fica satisfeita quando tem o que quer. E ela só queria uma coisa: este menir fálico dentro dela. Só não consegui perceber onde. Cona ou cu? Na boca não, que aquela penca é uma excelente forma de preservar a virgindade oral da moça.


Recebeu-me em casa como eu gosto. Como uma ordinária. Deixou cair o robe de seda, agarrou-me pela mão e levou-me até ao quarto. Não demorei muito a tirar a roupa. Empurrei-a para a cama com um grunhido, afastei-lhe as pernas e puxei-a até à borda. Sorriu, como que a dizer que estava mortinha para ter pau naquela rata. Enfiei a picha sem a preparar para a coisa. Ela gemeu, agarrou-me pelo cabelo e segredou:
- Queres que te diga agora?
Murmurei um sim.
- Chama-me puta! Chama-me puta e eu digo-te.
- Diz-me, sua puta, quantos homens te foderam assim?
Começou a abanar a cabeça e a revirar os olhos enquanto a martelava com mais força.
- Quantos caralhos tiveste dentro de ti? Quantas vezes tiveste que implorar para te comerem como uma galdéria?
- Foda-se, não aguento mais! Fodi com 22. Tive 22 caralhos dentro de mim.

12 outubro 2017

Conversas da sarjeta #27


- Vou trazer-te das montanhas flores alegres, copihues, avelãs escuras e cestos silvestres de beijos.
- Ui. Citar Neruda é golpe baixo.
- Quero fazer contigo o que a Primavera faz com as cerejeiras.
- Oh, meu querido, obrigado pela oferta, mas já fizeram isso à minha cerejeira há muito, muito tempo. Sabes perfeitamente o que eu quero que tu me faças...
- Se pois guardar devemos castidade, Para que nos deu Deus porras leiteiras, Senão para foder com liberdade? Fodam-se, pois, casadas e solteiras, E seja isto já, que é curta a idade, E as horas do prazer voam ligeiras!
- Bocage é mais o meu estilo. Anda cá, meu rapazinho. Fode-me antes que chegue o cabrão do meu marido.

10 outubro 2017

Fode-me como se estivesses a bater uma

Esta contou-me um amigo, que, como todos os gajos, gosta de falar de gajas, mas, ao contrário dos outros gajos, só tem uma gaja: a mulher com quem se casou há 12 anos.


"Ontem à noite, fiquei com um tesão monumental. Não havia razão nenhuma, mas fiquei com uma vontade desgraçada de bater uma punheta. O problema é que a mulherzinha estava lá em casa e eu não queria fazer o servicinho sentado na sanita. Disse à São:
- Levanta-te e inclina-te sobre o sofá!
Desta vez, não a queria para nada senão para me fornecer um buraco quente e húmido para eu foder. Baixei as calças, coloquei-lhe a mão na nuca e empurrei-a até a ficar com a cara enterrada nas almofadas. Ainda reclamou. Mandei-a calar:
- Ssshhhhiu! Nem um pio!
Ela percebeu o que eu queria. Agarrou-se ao sofá e apertou a cona de tal forma que parecia estar a expulsar o pau dali para fora. Estava a preparar a rata para que eu a pudesse martelar como se estivesse a masturbar-me. Ali estava ela, pernas escanchadas, costas arqueadas e o rabo no ângulo perfeito. Apesar disso, era como se estivesse sozinho. Estava a bater uma, percebes? Empurrei-a ligeiramente para o lado, agarrei-lhe a coxa para a relaxar, puxei-a pelos cabelos... No fundo, estava a moldá-la. Estava a usá-la como se fosse uma boneca insuflável. Mas a São não consegue estar calada. Já sabes como ela é.
- Fode-me como se estivesses...
Não a deixei terminar.
- Ssshhhiu! TU-NÃO-ESTÁS-AQUI!
Cada estocada que lhe dava era uma espécie de castigo por não me deixar viver aquele momento como deve ser. Tentei não reparar nela, mas percebi que estava de olhos fechados e mordia os lábios para não gemer. Quando me vim, limpei as últimas gotas de porra nas cuecas que ela tinha deixado no tapete e voltei a sentar-me no sofá. Foi a melhor punheta de sempre. Sem mãos."

08 outubro 2017

Curtas da semana #18

Recentemente, conheci umas gémeas. Esfreguei o pau de contente com a ideia de um 3 em 1, mas saiu-me um 31.

A mais velha (nasceu 4 minutos antes da irmã) parece estar sempre com comichão no grelo e gosta de abocanhar colhões aos pares. A mais nova prefere lamber cricas, mas, de 2 em 2 meses, convida uns caralhos para lhe trabalhar o esfíncter como deve ser.


Sugeri-lhes juntar o útil ao agradável, mas as tipas não foram na cantiga. Explicaram-me que eram gémeas monozigóticas, mas isso não fazia delas um estranho número de circo. Ou seja, tive que as comer à vez.

Conclui o seguinte:
1. Não há gémeas iguais.
2. Não deixes que a outra saiba da primeira.
3. Não as fodas no mesmo dia. Elas conhecem o cheiro uma da outra.
4. Não as trates pelo nome. Vais-te enganar na gémea.
4. Não repitas a façanha. Escolhe a que te fizer vir primeiro e manda a outra apanhar no cu.

07 outubro 2017

06 outubro 2017

quanto mais, melhor

Decidiu o puto que eu (porquê eu?!) era a pessoa certa para fazer a pergunta mais tola desde que o Homem fez um manguito ao Pai e deu umas valentes dentadas no fruto proibido.
- Quantas namoradas tiveste?
Tentei fugir à coisa da pior forma: a discutir semântica e sintaxe. O miúdo, que não é parvo nenhum, repetiu a pergunta como se eu fosse estúpido.
- Na-mo-ra-das. Quantas na-mo-ra-das tiveste?
Experimentei o mais do mesmo: fugir à resposta com perguntas. A rapariga de quem tu gostavas quando tinhas 7 anos conta? Aquela que nunca beijaste mas com quem falaste junto ao campo de futebol é uma namorada? Uma noite é suficiente? Amigos coloridos serve? Ou mesmo aquela jovem com quem praticaste um frenético jogo de línguas num parque até às 3 da manhã... Essa também vale?


Não ficou convencido. Por isso, menti:
- Desculpa, mas nunca contei.
Claro que já contei. Nunca deu o mesmo resultado, mas já contei. Não sei exactamente em quantas mulheres enfiei os dedos, quantas gajas eu arrombei, quantas pachachas papei, com quantas suei para pinar, em quantos traseiros explodi que nem um animal.

Não sei o número certo, meu rapaz. Mas sei que são apenas um pouco mais do que as vezes que enfiei o caralho na rata da tua mãe.

05 outubro 2017

Conversas da sarjeta #26

- Nunca mais quero estar contigo! É muito doloroso.
- Ok. Parece-me justo.
- Odeio-te! Não te quero ver mais!
- Tudo bem. O que te fizer feliz... Mais alguma coisa?
- De facto, não sabes o que é o amor, pois não?
- ...
- És um cabrão!
- Em relação a isso nunca te enganei.
- Não consigo ver-me livre de ti, seu filho da puta!
- ...
- Só mais uma foda, antes de me ir embora para sempre.