conversas da sarjeta #57


- Sonhaste comigo?
- Sabes, raramente sonho com quecas.
- Não sabes o que perdes...
- Tenho sempre uma ponta de ciúmes quando me contam como foi bom acordar de um sonho incrivelmente excitante. Mas esta noite foi diferente.
- Ai sim? Conta-me tudo.
- Tive um orgasmo mesmo antes do pequeno-almoço só de pensar no que sonhei: estou deitada no tapete da sala e, junto a mim, estás tu, de joelhos, a sacudir o último pingo de porra na minha boca. Mas não foi isto que me fez vir.
- Foda-se, há mais?
- A imagem serviu apenas para alimentar uma fantasia minha.
- Vem aí coisa boa...
- Sonho com vários homens em cima de mim, a masturbarem-se. Sonho com um oceano de leite a inundar-me o peito e a cara. Era isto que estava na minha cabeça quando a tempestade me acordou às 5 da manhã. E sabes que mais?
- Ainda há mais?
- Tenho a certeza que me vou vir mais vezes só de pensar neste sonho. A nossa foda vai render, e render, e render...

pergunta idiota da semana #6


Ó António, quem anda à chuva molha-se? Finalmente fazem-me uma pergunta decente. Não. Claro que não. Só os tolos é que se deixam apanhar. Os outros, os gajos com 1 dedo de testa e 2 palmos de picha sabem perfeitamente como escapar à curiosidade alheia. Além disso, e por falar em chuva, tenho a dizer 3 coisas:
1. A humidade de dezembro deixa-as com os mamilos hirtos e isso deixa qualquer um com o cacete a arfar.
2. Se alguma vos disser que gosta de passear à chuva, isso traz água no bico.
3. Uma boa tempestade dá-lhes uma vontade inexplicável de emborrachar-se com leitaça.

3 rapidinhas suecas


Estamos deitados no banco de trás do carro. Tenho a boca entre aquelas pernas brancas como cal, a deliciar-me com a cona mais pingona do hemisfério norte. Ela agarra-me pelos cabelos e diz-me para a comer.
- Não tenho camisinha, caralho!
- Não faz mal. Sou virgem e estou a tomar a pílula. Eu confio em ti.



Estamos no chuveiro. Ela ajoelha-se, gulosa, e leva tudo à boca. De um só trago. Luto contra o chão escorregadio e as paredes geladas. Não me aguento de pé. Levanto-a, beijo-a, mas ela vira-se de costas, afasta as pernas e esfrega o meu cacete contra ela.
- Vamos fazer isto apenas por uns minutos. Depois podemos sair do banho e fodemos com segurança.



Ela inclina-se sobre a varanda. Tem um cigarro na boca. É a gaja mais sacana que já conheci. Beijo-a atrás do pescoço. Ela retribui o mimo e esfrega-me o pau através dos meus jeans. A cidade parece minúscula lá em baixo, mas isso são pormenores que não interessam um caralho. Levanto-lhe o vestido e agarro-me àquela tranca macia. Ela vira-se e sussurra:
- Só não te venhas dentro de mim...

cantigas do bandido #31


Hoje acordei feito num farrapo. Normalmente, depois de hibernar durante a noite, desperto com a maior tusa do mijo da história. Mas hoje foi diferente. O bicho repousava, flácido, sobre o meu peludo peito. Colossal como este meu cacete é sempre, mas frouxo. Fiquei preocupado. Doía-me a cabeça com'ó caralho e não sentia o costumeiro pulsar da cabeça do caralho. Recordei-me de um poema de Bocage e fiquei ainda mais preocupado. A picha também envelhece? Depois sosseguei. Fui ter com a sopeira mais próxima, que me sugou o coiso de tal forma que ainda tenho isto a latejar.

Soneto do caralho apatetado


Fiado no fervor da mocidade,
Que me accenava com tesões chibantes,
Consumia da vida os meus instantes
Fodendo como um bode, ou como um frade.

Quantas pediram, mas em vão, piedade
Encavadas por mim balbuciantes!
Ficando a gordos sessos alvejantes
Que hemorrhoides não fiz nesta cidade!

À força de brigar fiquei mammado;
Vista ao caralho meu, que de gaiteiro
Está sobre os colhões apatetado:

Oh Numen tutelar do mijadeiro!
Levar-te-ei, si tornar ao teso estado,
Por offerenda espetado um parrameiro.

curtas da semana #45


Há muito tempo que descobri que a porra pode ser usada para fins recreativos. Sim minhas queridas e mal-fodidas beatas, fornicar é divertido. E se não acreditam, podem coçar-me os colhões, esgalhar-me a pichota e brincar com a mixórdia pastosa e branca que apanharem nas trombas.

Este fim de semana entreti-me a elaborar o top dos melhores receptáculos de langonha. Cá vai ele...

1º A boca. Porque é a enóloga da esporra. Só assim, a esguichar directamente no palato de uma gaja, é que um gajo percebe se a sua semente está em bom estado.

2º As mamas. Porque o bom leite à casa torna. Gosto especialmente de tetas generosas, daquelas que já aleitaram muitos herdeiros.


3º A cona. Porque é a ordem natural das coisas.

4º O olho. Porque é o parque de diversões da esporra. Ao contrário do que possam pensar, um gajo não consegue controlar a direcção da esguichadela. Por isso é que costumo dizer-lhes: "Abre a boca e fecha os olhos!" Quando não fazem o eu digo, queixam-se. É engraçado, caralho!

5º O cu. Porque é o caixote do lixo da esporra.

beijinhos ou tautau?



Há gajos que gostam de ver outros gajos a acartar cimento. Há gajos que acham graça ao gordo que fala como se tivesse o rei na barriga e ri como quem tem fodido pouco. Há gajos que não fornicam porque têm medo que o nabo engelhado não arrebite. Há gajos que gostam de sacudir o saco dos colhões porque lhes faz cócegas. Há gajos que não gostam de um caralho. E até há gajos que gostam de caralhos. Eu cá prefiro ver 2 gajas a mamarem-se uma à outra. Digam lá se não é giro.

Não acreditam? Vejam (e ouçam) este vídeo com atenção. Até vos faz eriçar os pêlos do cu...


Agora, se não se importam, vou passar o fim de semana sem vos maçar. Tenho à minha espera uma tipa que gosta de apanhar uns valentes tabefes. Vão ser dias de festa, sim senhor. É que ela garantiu-me que gosta mais de palmadas no rabo e cacete teso nas bochechas do que de chocolate branco na boca.

eros dixit #74


Conheci uma velha que tinha a cona mais lassa que alguma vez papei. Não, não é figura de estilo. A tipa tinha a rata feita num 8. Diria mesmo que naquela crica enrugada caberiam 4 pichas bem apertadinhas. Mas à medida que ia perfurando aquela vetusta vagina, dei-me conta que as paredes da gruta iam ficando mais cada vez mais firmes. A coisa era como que um funil: larga à entrada, estreita à saída. A senhora, exausta de tanto apanhar com o pinheiro, ainda teve fôlego para me explicar o fenómeno:

"À medida que vou ficando mais velha, prefiro tricotar a foder."