Eros dixit #17

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #16

Perguntaram-lhe um dia: "Porque te masturbas?" E ela respondeu: "Não achas que é normal ter uma cona e usá-la de vez em quando? Queres que ela murche?"

Curtas da semana #1

Fui apanhar nabos ao nabal. Foi nabice minha. Afinal, a filha da Teresa, que dizem que é uma rameira da melhor estirpe, estava no celeiro a separar batatas greladas. Ainda não foi desta que lhe fui ao grelo.

O cano da sanita rebentou. Chamei o canalizador e deixei-o afundado em merda. Entretanto, fui a casa do canalizador tratar dos canos da mulher dele.

Saquei o número da Petra. Dizem que o pai dela anda a sacar madeira em pinhal alheio e que a mãe dá umas valentes pinocadas por fora. Como não meto a colher entre marido e mulher, decidi meter o pau no fruto desta belíssima relação.


Dei uma foda à moda antiga. Fiquei com a cabeça do caralho a sufocar de tão apertada era a conassa.

Perdi uma boa oportunidade para estar calado. Andei 6 andares num elevador com uma gaja com um grande par de mamas. Disse-lhe: “Ando à procura da melhor prateleira para o meu quarto.” Ela amuou e respondeu-me: “Vai apanhar no cu!”

Eros dixit #16

Dança com a ninfo

- Quero que dances para mim.
- Danço. Não, não sou doida. Sou nifomaníaca. Queres ver-me dançar? Eu danço. Se não te esporrares todo nas calças quando começar a rebolar... Bem, isso não vai acontecer. Não me resistes. Vá, mexe esse cu. Anda foder-me! O que ganhas em estar aí a bater uma?

Conversas da sarjeta #7

- Agora que estás a lamber-me o cu, do que precisas?
- Prefiro falar do que quero e não do que preciso.
- És um cabrão, queres sempre o mais badalhoco possível. Mas diz-me: do que precisas verdadeiramente?
- Pelo menos uma coisa do seguinte: 1. A tua boca ao serviço do meu caralho. 2. As tuas coxas bem abertas para mim, enquanto a minha língua brinca com o teu clítoris. 3. A tua cona molhada para o meu pau entrar e sair sem esforço. Achas que consegues?
- E o cu?
- O cu quessafoda. É só um prémio por seres tão bem comportada e dares-me mais do que uma das 3 coisas de que preciso.

Eros dixit #15

A minha primeira foda revisitada

A minha primeira foda foi, provavelmente, a mais estranha de sempre. Tinha 16 anos e, na altura, metia dó de tanta punheta que batia. Andava chupadinho, chupadinho. Cona? Nem vê-la. Saltava de quase-queca em quase-queca, ansioso pela pinocada número 1. Sentia-me um pobre diabo, cheio de um amor perverso por uma gaja imaginária, a tipa que um dia paparia. Não era afecto, antes uma fome apaixonada, desesperadamente apaixonada, como se nessa futura trancada estivesse o segredo da minha própria felicidade. Houve mesmo uma altura em que senti pelo mangalho um sentimento de ódio tão grande que o chamava de filho-da-puta-de-um-não-presta-para-nada. Preferia morrer de fome a deitar-lhe a mão por piedade.

Foi então que conheci a Lara. Era dez anos mais velha do que eu e tinha uma rodagem maior do que o monolugar do Niki Lauda. Raptou-me numa tarde de matiné da discoteca onde os desgraçados como eu roçavam-se nas miúdas mais à mão. Fez de mim gato-sapato no apartamento que partilhava com a colega da loja de pronto-a-vestir onde trabalhava.
- Põe a língua de fora! Por que esperas cabrão? Lindo menino. Estavas à espera de cona? Errado. Tens que a merecer.
Aquela mulher sentia prazer em humilhar-me. E eu nem me importava. Só pensava em cona. Andava tão desesperado por cona, uma cona qualquer, que faria o que fosse necessário. 


Lembrei-me desta história há umas noites, tinha a Ana em cima de mim, a pedinchar que lhe desse cabo do canastro.
- Bate-me nas mamas!
De todas as coisas estranhas que já fiz, nunca me ocorreu esbofetear as glândulas mamárias. O rabo? As coxas? O clítoris? Faz todo o sentido dar-lhes umas palmadas. Mamas... nem por isso. Não sei bem porquê, mas nunca pensei nisso. Ainda assim, fiz o que ela pediu. Deixei-a vermelha junto dos mamilos e ela agradeceu-me as bofetadas com uma cavalgada de rebentar colhões.

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #15

Um dedo não é suficiente. É preciso pelo menos um par deles para entrar no que eu chamo o reino da supercona. Super porque desafia o cálculo e a imaginação.

Eros dixit #14

Isto não vai acabar bem

Olha para mim e sorri. É bonita. Magra. Perfeita. A pele tem um tom caramelo irresistível. O sorriso é muito aberto, demasiado convidativo. Sinto o perigo. Não devia flirtar com esta miúda. Agora percebo que as ancas dela ainda não se alargaram. A maneira como fala, a sua falta de auto-consciência, não é próprio de uma mulher jovem. É de uma rapariga velha. É atraente - tão atraente, cumcaralho! - mas não me atrai. Torna-se repulsiva. É simplesmente errado. Quero pedir-lhe para não sorrir assim. Não vai acabar bem. Luto para desviar o olhar. Ela é um acidente de carro ao virar da esquina.


A filha da padeira convidou-me para dar uma volta e eu recusei. É verdade: disse que não a uma febra de 20 anos. Provavelmente, deixei escapar a foda do século. Os olhos vagueavam por aquelas mamas de levantar o caralho mais teimoso, mas o resto do corpo recusava-se a reagir. A memória, essa sacana, tramou-me. Lembro-me da Elsa a brincar nos campos de milho, a carregar vinho verde para os jornaleiros, a saltitar entre os regos de água e não consigo ultrapassar essas imagens.

O problema é que ela, que é, desde ontem, a nova estagiária da minha mulher, não me larga a braguilha. Está tudo preparado para o acidente de carro...

Conversas da sarjeta #6

- Tenho um pêlo encravado na cona. Tiras?
- Tiro, o caralho!
- Para tirares o caralho, tens que o enfiar.
- Não, não. Tiro vírgula o caralho.
- Queres foder ou não?
- Se não me foderes a cabeça com o caralho do pêlo encravado, fodo.
- Se voltas a tratar-me assim, fodes-me vírgula o caralho.

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #14

Lembrei-me de uma gaja que papei há uns anos. Se lhe agarrava as mamas, gritava, se lhe metia a mão sob o vestido, torcia-se, se a fodia com demasiada força, mordia. Dizia-me que preferia masturbar-se a fornicar. Só assim relaxava...