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17 dezembro 2017

16 dezembro 2017

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #52


Podia falar dos assuntos do dia, das polémicas que se comentam nas redes sociais, na merda que se passa no país. Podia até advertir-vos para os excrementos que o badalhoco do Trump anda a twittar. Poder, podia, mas há tanta cona para papar...

14 dezembro 2017

orgasmo forçado

Esta mulher é surpreendente. Vive num mundo de faz de conta. O que lhe vale é que faz da cona um trunfo precioso no mundo cão onde trabalha. Eu sei que alguns dizem que ela subiu na horizontal. Mas isso é dor de corno. Papem-lhe a rata como eu papei e vão ver que não querem papar outra coisa.

Desta vez, enviou-me um email surreal:

"Quero ver um homem a ser ordenhado como uma vaca até se esporrar. Contemplá-lo a esvair-se em porra. Ser-lhe retirado todo o leite que ele sabia que estava dentro dele e ainda um extra que ele nem sequer imaginava que tinha naqueles colhões. Fico feliz quando imagino um tipo a morder o lábio, concentrado noutra coisa qualquer, de forma a evitar o orgasmo. Imagino-o a ser obrigado a vir-se, ao mesmo tempo que é ordenado a não o fazer.


Um orgasmo forçado é fascinante, não achas? E nem sequer sou dominadora. Mas a ideia de manejar um caralho enquanto o gajo estremece e implora que não o faça parece ser algo difícil de realizar. Teria que sair da minha zona de conforto. Teria que mudar esta minha forma naturalmente submissa de encarar o sexo. Ir para um lugar onde nunca estive. Adoro a ideia de obrigar um homem a gozar, mas não sei se gosto da ideia de ter que fingir que sou outra pessoa. Estou obcecada com esta fantasia."

Conversas da sarjeta #33


- Porque caralho me apertaste os tomates?
- Porque sim. Há tanto tempo que não passávamos a noite juntos.
- Agora deu-te para sentimentalismos?
- Estavas a contorcer-te. Só queria sentir-me mais próxima de ti.
- E achas que fico mais próximo de ti se acordar contigo a brincar com as minhas bolas?
- Não sabia que estavas a dormir.
- E se fosse ao contrário? E se te acordasse enfiando um par de dedos na cona?
- Eu gostava.
- Puta!

12 dezembro 2017

Curtas da semana #24

A tempestade Ana foi apenas uma borrasca, meus amigos. Um aguaceiro. A verdadeira Ana, que faz espanholadas de rebimba o malho, foi um ciclone tropical. A cona dela entrou em êxtase tal que só por sorte não me levou a pentelheira a passear no rio Minho.

Quando finalmente se acalmou, levou a mão ao peito, como fazem quando se canta o hino, e gritou: "Vergalho valente!" Respondi-lhe no mesmo tom: "Levantai-o hoje de novo!"


Andei de pau feito o mês inteirinho com a prateleira empinada da nova vizinha. Quando finalmente a convenci a largar aquelas roupas de sopeira, dei de caras com as mamas mais reles da última década. Acham que posso processar a Triumph?

Fiquei com vontade de comer rata prenha. Têm glândulas mamárias inchadíssimas e as hormonas aos saltos. Algumas nem sequer são fodidas como deve ser porque o pai da criança tem medo de magoar o infante. Ele há cada idiota!

Sonhei que me faziam um broche. Acordei a meio, com vontade de mijar. Voltei a adormecer e sonhei que estava a mijar. Acordei a meio e pedi-lhe que me fizesse um broche.

11 dezembro 2017

10 dezembro 2017

Cantigas do bandido #8

A tempestade que aí vem deu-me vontade de comer a Ana. Sabem como a convenci? Com a conversa fiada de sempre...


Viste o que aconteceu aos bonecos de Estremoz?
Até os finíssimos cavalheiros da Unesco
Reconheceram que aquele barro, c'um mil cornos,
É muito mais do que apenas pitoresco.

Imagina que tinham visto um pau assim
Como aquele que tens levado à boca.
Sabes que é melhor do que salgado amendoim,
Dá-te leite morno, desliza nessa estreita toca.

Diz-lhe que aqueles bonecos que saíram dos baús
São fezes comparados com o teu rei dos paus.

07 dezembro 2017

por favor, não te venhas dentro de mim

Quando finalmente o caralho desapareceu entre aquelas coxas, já ela me mordia o ombro de tanta tesão. Sussurou qualquer coisa incompreensível ao meu ouvido. Eu sentia-me no paraíso. Tinha uma rata inacreditavelmente apertada e, por isso, não conseguiria parar de foder mesmo que quisesse. Agarrei-lhe os braços acima da cabeça enquanto sentia o pau a deslizar dentro e fora dela. Quanto mais rápidas eram as estocadas, mais ela esperneava.

- Com mais força!
Disse-o tão baixinho que mal a ouvi. Cravei as unhas no rabo dela e enfiei ainda mais fundo. Levantei-lhe umas das pernas contra o peito e continuei a perfurar aquela cona estreita. Ela mantinha os olhos fechados e a boca aberta. A certa altura, tentou escapar. Agarrei-a pelos cabelos e sussurrei:
- Já não há volta a dar. És minha!
Ela percebeu que estava quase a terminar.
- Por favor, não te venhas dentro de mim!

05 dezembro 2017

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #51


Estava no quarto ao lado e, por isso, ouviu-nos foder. "A tua irmã não te incomodou ontem?", perguntei, ansioso que dissesse um palavrão. Suspirou, sorriu e respondeu: "Nada disso, ela não geme tão alto quanto eu."

04 dezembro 2017

a capitalista do caralho

Amoleceu-se-me o coração e endureceu-se-me o pau quando recebi o convite de uma leitora para uma trancada sem exemplo. Só uma, dizia ela. Isso é perfeito, pensei eu, que já criei laços suficientes para levar o resto da minha vida a sorrir. Uma queca por curiosidade, acrescentava ela, desconhecendo que foi a dita (a curiosidade não a queca) que matou o gato.

Lembrei-me imediatamente do que uma amiga me confidenciou há uns anos: "As mulheres são umas capitalistas do caralho. Sabem que o caralho que mais fode é o caralho melhor preparado." Parece que esta interessada leitora é uma dessas capitalistas. E eu, que sou um liberal do caralho, deixei-a escolher o tipo de foda. Cona, cu ou mamas?, perguntei. Respondeu-me com uma imagem...


Também podes surpreender-me e enviar-me coisas badalhocas. Fala comigo aqui.

03 dezembro 2017

Conversas da sarjeta #32


- Se me rasgares a camisa e me empurrares para a cama, deixo-te foder-me como tu gostas: à bruta.
- Não sei se isso é boa ideia...
- Ficaste com medo?
- O teu marido está quase a chegar e não vai gostar de te ver toda rasgada.
- Tenho uma condição: eu vou implorar que pares, mas quero que me fodas de qualquer maneira. Diga o que disser.

30 novembro 2017

29 novembro 2017

um vestido erguido, ela vergada e eu dentro dela

[continuação]

- Ainda bem que estou a vestir algo que pode ser levantado.
Mal a ouvi. Não conseguia pensar em mais nada. Queria desesperadamente papar o que estava debaixo do vestido.
- E estás a vestir algo que pode ser afastado para o lado?
Ela corou e acenou com a cabeça. Era o sim-bora-pinar de que eu estava à espera. Já não precisávamos de conversar. Além disso, tínhamos pressa. E uma teoria para testar: haveria tempo de dar uma antes que o marido dela chegasse?


Encostei-a à parede. Deslizei as mãos nas costas das coxas dela até agarrar-lhe o robusto rabo. Era verdade: estava a vestir algo que podia ser levantado. Não era tarefa fácil encarar aquela tranca rechonchuda sem me lembrar da altura em que éramos jovens e brincávamos no carro às escuras. Quando apertei o meu caralho entre as bochechas traseiras, ela vergou-se. Inclinou-se para a frente para que eu pudesse deslizar o pedaço de tecido que separava o pinto da gaiola. Pus-me em pontas dos pés e entrei nela num só movimento. Agarrei-me às ancas para não cair e rapidamente nos esquecemos que, a qualquer momento, podíamos ser interrompidos por um cornudo.

Rimo-nos, porque não era fácil a posição. Gememos, porque era deliciosa a sensação. E gozámos, porque era uma coisa linda. Eram 3 camadas perfeitas: um vestido erguido, um corpo inclinado e eu dentro dela. Não me recordo quanto tempo estivemos assim, mas isso pouco importa. Talvez um dia destes possamos repetir a cena numa cama ou num sofá. Talvez haja um hotel no nosso futuro ou mesmo o banco de trás de um táxi.