O babydoll cor-de-rosa

Pressionei-lhe a cona através do babydoll que me deixou a picha a latejar mal entrei naquele quarto. Era um pedaço de algodão, mas podia jurar que era feito de pecado. Sem dizer uma palavra, abri-lhe as pernas. A Madalena guinchou de prazer quando escalei a mão entre elas. Beijei-lhe a barriga primeiro, as coxas depois, mas antes mesmo de levar a boca ao entrefolhos, ela deteve-me.
- Espera. Quero fazer um telefonema enquanto me comes. Só podes começar a lamber-me quando ele atender.


Parei, confuso. Quando regressou à cama, com o telemóvel na mão, a flutuar naquele babydoll cor-de-rosa, fez com que tudo o resto parecesse insignificante. Cumcaralho, era um tesão esvoaçante! De qualquer maneira, iria enterrar a minha boca naquela rata e perceber se tinha um sabor semelhante ao da mãe.
- Olá meu amor!
Abri a boca de espanto, mas ela puxou-me pela nuca até pressionar a minha cara contra o babydoll.
- Não, não se passa nada Francisco. Estou na cama e senti a tua falta.
Mordi o interior da coxa dela, afastei-lhe as cuecas para o lado e percebi que se depilava. Tinha a cona encharcada e não era por causa da minha língua. Estava excitada por trair o noivo em directo.

Empurrou as ancas na minha direcção e enfiei dois dedos dentro dela. Profundamente.
- Sei que não devia dizer-te isto, mas, às vezes, quando falo contigo ao telefone... Quando estás longe... Sabes, às vezes toco-me.
Olhei para ela, cada vez mais surpreendido. Tinha os olhos fechados. É daquelas imagens que vai acompanhar-me em todas as minhas insónias.
- Ai sim? Também vais tocar-te? Já ouço a tua respiração... Mas quero saber se estás mesmo a tocar-te.
Não aguentei mais. Levantei-me e tirei a roupa à pressa. Ela mantinha as pernas bem abertas, babydoll alçado, cuecas afastadas e mostrava o clítoris vermelho e inchado. Apoiei a picha com a mão direita à medida que gatinhava até à Madalena e, num só movimento, entrei nela. Não, não entrei, deslizei. Ela olhou para mim com os olhos arregalados de prazer, mas manteve, estoicamente, o telemóvel colado à orelha.

14 comments

chocolícia 3 de agosto de 2017 às 01:20

...mas k vadia!

João Silva 3 de agosto de 2017 às 03:45

Já aconteceu um broche com o marido ao tlm..da uma tensão do caraças

Larissa Santos 3 de agosto de 2017 às 09:49

Imagino que o noivo se tenha masturbado, do outro lado...kkkkkk. Muito bom texto. Excitante mesmo!!

Bjos

Max Men 3 de agosto de 2017 às 13:59

Hummm gostei dos pantufos dela...Dá-me a sensação que ela está a fornicar no lençol lol brinco. Sempre bom de ler.
.
Abraço

Feia 3 de agosto de 2017 às 15:39

Há uns dias levei a boca ao pau de um empregado de balcão enquanto ele atendia uma chamada importante. Não resisto a estes delitos!

António 3 de agosto de 2017 às 18:31

ela gosta quando lhe chamo vadia, chocolícia

António 3 de agosto de 2017 às 18:32

e o que é que ela dizia ao marido joão?

António 3 de agosto de 2017 às 18:33

larissa, o que o gajo fazia do outro lado do telemóvel é-me indiferente. quero que ele se foda!

António 3 de agosto de 2017 às 18:35

não te deixes enganar pelas pantufas max. o que é mesmo bom está debaixo daquele babydoll

António 3 de agosto de 2017 às 18:36

e o empregado esporrou-se quando ainda falava ao telefone feia? tens que me contar essa história timtim-por-timtim

Feia 3 de agosto de 2017 às 20:54

Ahah, cenas do próximo capítulo

António 3 de agosto de 2017 às 22:03

novelas assim, sim

reclamatione 5 de agosto de 2017 às 10:33

"Relaxa que encaixa." ��

António 7 de agosto de 2017 às 23:18

tem graça, encaixou, desencaixou, voltou a encaixar e por aí fora...

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