Nunca entrou em mim

É perversa a forma como fodemos. Nunca é a pinocada do costume. Nunca! No outro dia, agarrou-me a picha e sentou-se ao meu colo, enfiando-a de uma só vez naquela pachacha pingona. "Agora não te mexas", avisou-me. Começou então a contar-me como foi a sua primeira noite com o noivo...


"Fui ao apartamento dele e começámos a ver um filme. Pôs o braço à minha volta e ficámos assim, calados, durante algum tempo. Era íntimo e inocente ao mesmo tempo. A determinada altura, mexeu a mão e roçou no meu seio. Foi um toque tão ligeiro que pensei que fosse acidental. Não foi. Mexeu o polegar contra o meu peito. Suavemente. Para que soubesse que estava confortável, inclinei-me um pouco mais para ele. Percebeu a dica e passou a tocar-me deliberadamente. Lentamente.

[Fez uma pausa, contraiu os músculos da cona e sorriu. Só para me fazer sofrer...]

Percorreu-me o corpo, para cima e para baixo. Das mamas até às coxas. Às vezes, deslizando os dedos sob a minha camisa. Fazia-o dolorosamente devagar. Queria que me tocasse em todo o lado. Beijei-lhe o pescoço. Gemi, a implorar por mais. Via perfeitamente como estava duro dentro das calças. Eu estava cada vez mais molhada. Não aguentei mais. Tirei a camisa e sentei-me ao colo dele. Beijei-o. Ele enfiou as mãos nas minhas calças e agarrou-me o rabo. Empurrei as ancas contra as dele, para sentir o caralho teso através das nossas roupas.

[Bamboleou o corpo como se fosse uma cascavel com o cio. Estava com o pau tão grande que acho que lhe fazia cócegas no diafragma]

Conversas da sarjeta #21

- Porque é que casaste com aquela cabra?
- Cabra?!
- Sim, cabra! Ainda não percebeste que a gaja fode com tudo o que mexe.
- Quessafoda!
- És um pobre idiota! Repito: porque caralho casaste com aquela cabra?
- Porque a cabra dá-me coisas.
- Coisas?!
- Sim, coisas! Dá-me auto-estima. E bons broches.

Eros dixit #36

Vaginas e pénis: o António perdeu a cabeça

[continuação]

No exacto momento em que vi o papo de cona da Raquel, passei a ter um objectivo do dia: meter o caralho naquela chicha. Papá-la à bruta, porque aquilo só podia ser rata de alta rotação. Percebi que a investida não seria fácil. Não se tratava de uma ordinária qualquer, daquelas que começam a mamar no palhaço antes mesmo de um gajo montar a tenda. Não, não era gaja de meter a boca no trombone à primeira sacudidela da batuta. Teria, portanto, que fazer a coisa com habilidade, até ela criar uma pocinha na cueca. Digam lá se não fui um tipo paciente...


- Consigo ver nas tuas mãos que não costumas trabalhar no campo.
- Pois... Na verdade, não. Trabalho numa clínica. Sou assistente de um urologista. Isto é só para ganhar um dinheiro extra.
- Sabes usar uma tesoura de poda?
- Assim-assim. Mas percebo de urologia.
- De pénis, portanto.
- Hihihihihi...
- Eu percebo pouco de pénis. Só conheço um.
- O seu. Hihihihihi...
- Exactamente. Mas percebo de vaginas.
- Ó doutor, assim fico envergonhada...
- Não há que ter vergonha de vaginas. As vaginas são como os pénis que vão ao urologista. Há que tratá-las como deve ser.
- Hihihihihi... Passam-lhe muitas vaginas pela mão?
- Umas quantas. Mas não contes a ninguém.
- Hihihihihi...
- Sabes, só de olhar para ti consigo perceber que tens uma bela vagina.
- ... [cora, baixa a cabeça e agarra-se à braguilha, como que à procura de algo de errado]
- Não, não tens a braguilha aberta. Eu é que tenho um sexto sentido no que diz respeito a vaginas.
- Hihihihihi...
- Passam-te muitos pénis pelas mãos?
- Pelas mãos não. Pelos olhos... Uns quantos...
- E aqueles que te passam pelos olhos estão em descanso?
- Hihihihihi... Sim.
- O meu pénis tem um problema. Raramente está em descanso.
- Isso é um problema?!
- A mim não me causa problemas. Pelo contrário. É um problema para ti que ele esteja duro que nem um cepo enquanto falo contigo?
- ... [cora, arregala os olhos de espanto e cruza as mãos junto à braguilha, como que a proteger-se do bicho-papão]
- Podia dizer-te que não era bem isto que queria dizer, mas era exactamente isto que queria dizer: dás-me um tesão desgraçado. É um problema para ti?

[continua...]

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #38

Está na altura de repor líquidos. Para isso, nada melhor que um pouco de suco vaginal.

Curtas da semana #14

Passaram-se coisas estranhas nestes últimos dias. De repente, as moçoilas da nossa freguesia passaram a dar uma de dominadoras. Reparem só no que eu ouvi esta semana: "Se eu te dissesse que és um bom menino, fugias ou desviavas o olhar? Se eu te empurrasse contra a parede e te beijasse, retribuías ou fazias-te de difícil?"

Será que passei a ter cara de submisso? Será que nunca mais vou receber o telefonema de uma gaja que se esqueceu das cuecas no meu quarto e quer que eu as devolva, só para voltar a sentir o caralho no cu? Será que já não há mulheres como a que estava a passar na zona e decidiu vir cá a casa para me acordar com uma mamada?


Disseram-me mais coisas: "Se te sussurrasse ao ouvido que queria amarrar-te, amordaçar-se e vendar-te os olhos enquanto brinco contigo, ficavas todo derretido, não era?" Ora foda-se, ela sabe perfeitamente que eu derreto-me com qualquer coisinha. De tal forma, que, da primeira vez que pinámos, quase sufocou com a quantidade de langonha que lhe larguei na garganta.

A semana, no entanto, terminou em beleza. Bateu-me à porta uma trintona jeitosíssima a tentar vender uma pacote de telecomunicações igualzinho aos outros pacotes. O que vale é que nestas coisas de promoções, metem sempre umas gajas com grande pares de mamas. Só para nos baralhar.

Cantigas do bandido #3

Nesta época de festas populares há sempre uma montanha de ratas com o berbigão em alvoroço, à procura do melhor tarolo do baile. Por isso, este vosso amigo anda assoberbado, de tanta rata que anda a papar. Estou tão perturbado que, a meio de uma dessas trancadas, pensei na carta que enviaria ao marido da gaja...


Meu caro amigo Alvarinho,
Sorri, vais ser cabrão famoso.
De todos os cornudos como tu,
Serás o único a morrer vaidoso.

Não te preocupes Alvarinho,
Chifrudo tem sido muito gente boa.
És rei entre os cornos do país,
És melhor do que os banqueiros de Lisboa.

É como naquela peça de Beckett
Que um dia vi em Filadélfia.
A velha é puta, o corno protagonista,
O machão é António e a mula Sofia.

Lembras-te da tua mulher, Alvarinho?
Há muito que não lhe papas a greta.
Se lhe perguntares Alvarinho,
Vai dizer que isto de corno é tudo peta.

Quem me enviou este papo de cona?

Ontem não publiquei nada neste vosso blog por uma boa razão. Estava já de pau feito, a pensar no que vos ia contar, quando apareceu, vindo sabe-se lá de onde, este papo de cona.


Já não via papo de cona assim havia um bom par de dias. Aliás, nem papo assim nem papo assado, porque passei 48 horas sem papar ninguém. Não porque estou a fazer dieta, mas porque tenho andado de papo cheio. A Madalena, que já vestiu uma camisa do pai e um sutiã da mãe só para me provocar, deixou-me, mais uma vez, com a picha feita num 8. Mas isso é outra história...

Era um mar de gente naquele pomar, naquele dia. Só reparei na Raquel no final da tarde, quando a moça veio pedir-me um instrumento. Calma, não andava à procura de caralho fácil. Queria uma tesoura de poda, não uma vara para a foda. Claro que os meus olhos fixaram-se naquele papo de cona e, durante alguns segundos, curtos segundos, cheguei a ter sentimentos pela gaja. Não, não foi amor, que o amor não é para aqui chamado. Foi tesão tal que fiquei preocupado com o feliz destino daquele papo de cona. Não quero ser mais papista do que o Papa, mas aquele papo de cona não foi fruto do acaso. Foi destino. Foi-me enviado pelo criador de todos os papos de cona.

Conversas da sarjeta #20

- O que é que estás a fazer, caralho?
- O que é que achas que estou a fazer, caralho?
- Porque é que não vens para a cama e fodes-me?
- Porque me apetece bater uma, ok? Não é sempre sobre ti.
- És um cabrão, sabias? Que se foda, vou dar-te uma mãozinha.
- Vais o caralho! Vais dar a boca, isso é que vais dar, sua galdéria.

Eros dixit #35

O babydoll cor-de-rosa

Pressionei-lhe a cona através do babydoll que me deixou a picha a latejar mal entrei naquele quarto. Era um pedaço de algodão, mas podia jurar que era feito de pecado. Sem dizer uma palavra, abri-lhe as pernas. A Madalena guinchou de prazer quando escalei a mão entre elas. Beijei-lhe a barriga primeiro, as coxas depois, mas antes mesmo de levar a boca ao entrefolhos, ela deteve-me.
- Espera. Quero fazer um telefonema enquanto me comes. Só podes começar a lamber-me quando ele atender.


Parei, confuso. Quando regressou à cama, com o telemóvel na mão, a flutuar naquele babydoll cor-de-rosa, fez com que tudo o resto parecesse insignificante. Cumcaralho, era um tesão esvoaçante! De qualquer maneira, iria enterrar a minha boca naquela rata e perceber se tinha um sabor semelhante ao da mãe.
- Olá meu amor!
Abri a boca de espanto, mas ela puxou-me pela nuca até pressionar a minha cara contra o babydoll.
- Não, não se passa nada Francisco. Estou na cama e senti a tua falta.
Mordi o interior da coxa dela, afastei-lhe as cuecas para o lado e percebi que se depilava. Tinha a cona encharcada e não era por causa da minha língua. Estava excitada por trair o noivo em directo.

Empurrou as ancas na minha direcção e enfiei dois dedos dentro dela. Profundamente.
- Sei que não devia dizer-te isto, mas, às vezes, quando falo contigo ao telefone... Quando estás longe... Sabes, às vezes toco-me.
Olhei para ela, cada vez mais surpreendido. Tinha os olhos fechados. É daquelas imagens que vai acompanhar-me em todas as minhas insónias.
- Ai sim? Também vais tocar-te? Já ouço a tua respiração... Mas quero saber se estás mesmo a tocar-te.
Não aguentei mais. Levantei-me e tirei a roupa à pressa. Ela mantinha as pernas bem abertas, babydoll alçado, cuecas afastadas e mostrava o clítoris vermelho e inchado. Apoiei a picha com a mão direita à medida que gatinhava até à Madalena e, num só movimento, entrei nela. Não, não entrei, deslizei. Ela olhou para mim com os olhos arregalados de prazer, mas manteve, estoicamente, o telemóvel colado à orelha.

Blogger convidado #3 - Preciso de ti

por Erika

Hoje estiveste o dia inteiro a perseguir-me os pensamentos, pouco me consegui concentrar no trabalho. Sentia-te debaixo da minha pele a provocar-me indecentemente com as tuas palavras inoportunas a ecoar na minha mente. Acho que nem eu percebi realmente o quanto te desejo e o quanto esse desejo arde dentro de mim.

Estava cansada, cheguei a casa que estava silenciosa e vazia. Olhei para o sofá e imediatamente lembrei-me de ti nu com a tua pila bem tesa à minha espera e um arrepio percorreu toda a minha espinha.

Fazes-me falta a um nível molecular. Tomei um duche bem quente e demorado e, enquanto passava a espuma pelo meu corpo, não conseguia evitar pensar nas tuas mãos na minha pele. É como se tivesses ficado entranhado em mim.

Quando penso em nós sinto imediatamente uma onda de excitação e calor que percorre cada milímetro da minha pele.

Quando saio do banho olho para o visor do telemóvel e lá estás tu, uma mensagem tua com perfect timing a me relembrares o quanto me queres, mas não estás aqui! É um tsunami avassalador!

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #37

"Logo, vou pôr-me em pontas dos pés e agarrar-te pelos tomates enquanto te digo badalhoquices ao ouvido", prometeu-me ela. Não fez nada disso. Como é punheteira de primeira apanha, esbodegou-me o caralho até desfazer-se em porra.

O que ela cresceu

Passei uns dias fora, sem acesso a coisa nenhuma. Sem telefone, TV ou internet. Apenas uma cona e uma cabana. A Madalena é filha de velhos amigos meus. Trabalho com o pai e, de vez em quando, papo a mãe, mas nunca me tinha passado pela cabeça comer esta moça de 25 anos...

A coisa começou com uma foto e uma troca de mensagens:


- Gostas da camisa?
- É... é... enfim... é gira. Porquê?
- É do meu pai. E gostas do sutiã? É da minha mãe.

Em breve, conto-vos tudo, mas agora tenho que dar descanso ao caralho.

Conversas da sarjeta #19


- Que nome dás à tua cona?
- Patareca.
- Isso parece uma gaja de Cascais. Tens alguma coisa contra nomes vulgares, como xana, chona, rata, pipi, pito, crica ou grelo?
- Não sejas infantil.
- Quer dizer que levas na patareca e não apanhas na rata?
- Agora estás a ser ordinário.
- O que provavelmente não sabes é que gosto de comer patarecas petulantes.
- A patareca não gosta de caralhos convencidos!

Eros dixit #34

Cantigas do bandido #2

Já devem ter percebido: para mim, cada cona tem o seu encanto. Acredito que têm algo de especial e, por isso, quero conhecê-las a todas. O que provavelmente não sabem é que não resisto a uma tranca robusta e arrebitada. Assim como a peida da Milu...


Encontrei a criada sozinha,
Pedi-lhe as sobras do peru.
Fez-me festas no nabo e disse:
"Porque não me vem ao cu?"

Fiquei cagado de medo,
Estivesse ela de caganeira.
Toma lá esta pomada
E espalha-a no cu, ó sopeira!

Sacou do pinto e gritou:
"Ai que mata esta sua criada!"
Não tenhas medo moçoila,
É grande mas civilizada.

De volta ao papel de fiel empregada,
Perguntou "ainda quer peru?"
Ó doce e zelosa Milu,
Põe o peru no olho do cu.

A tua mãe tem um segredo

Atrás de mim, ouvi um puto dizer a outro puto:
- Este é o gajo que anda a comer a Suzete.
Não, não ando. Nem sei bem porquê. É uma oferecida, como eu gosto, tem mamas que nunca mais acabam e um ar de badalhoca que deixa qualquer nabo a latejar. Já esgalhei três punhetas por muito menos. Tem, no entanto, peida descaída e nariz dilatado. Agora que penso na penca da tipa, não me importava nada de sentir umas coceguinhas no escroto enquanto me lambia os colhões... E já que estou nessa, também gostava de ensanduichar a picha nas grandes glandes da minha vizinha... Enfim, sou muito esquisito no que diz respeito à venta da serigaita com quem pino. Desculpem, mas não gosto de trambolhos no meio da cara.

Podia ter respondido ao adolescente bexigoso:
- Não ando a comer a Suzete, mas ando a papar a tua mãe.
Podia ter-lhe dito isso e muito mais. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que a Eugénia, mãe dele, me fez um broche enquanto ele, o puto agora bexigoso, estava na sala ao lado. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que esvaziei as bolas no cu dela e, como ela não se veio, cocei-lhe o clítoris até a deixar esticada de tesão e o reto tão relaxado que soltou um pouco da minha porra. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que ela cavalgou o meu caralho com o traseiro e eu enterrei-lhe 2 dedos na crica só porque queria sentir o meu próprio membro afundar-se naquelas entranhas.

Poder, podia, mas não teria tanta graça como contar a cena à Suzete, que se riu que nem uma perdida e me devolveu o bombom com uma foto da sua nova fatiota.

Curtas da semana #13

Conheci uma moça de 20 anos que ainda tem medo do bicho-papão. Conversa puxa conversa, lá a convenci a mostrar-me a pachacha. Saiu-me um papo de cona que nem vos passa pela cabeça. Não passou pela vossa, mas passou pela minha...


Não lhe perguntei se queria apanhar na cona porque não sou ordinário. Sugeri-lhe que enfiasse o meu nabo na rata. Ela gostou tanto da ideia que transformou a foda numa grande javardice. Iam gostar de ver como ela aguentou com o meu jacto de meita morna.

Comi pito rechonchudo. Eram tanto os refegos que lhe perguntei como é que ela enfiava aquilo tudo na cuequinha.

Confirmei a minha teoria: quando uma gorda fode, está apenas a foder. Não há cá angústias nem inquietações. Isso é coisa de mulheres de fraca carne.

Já conheceram alguma gaja que gostasse de cheirar o sovaco? Estive com uma do género. Disse-lhe: "Vem cá abaixo cheirar-me a pentelheira!" Ela lá foi e aproveitou para me sugar os colhões.

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #36

A minha amiga ficou sem a empregada. Despediu-se porque estava farta de limpar nhanha da patroa em todos os cantos da casa.

Conversas da sarjeta #18


- Ontem comi cona saloia.
- Cona de Mafra, como o pão?
- Não, cona de Sintra, como as queijadas.
- E como foi?
- Fiquei baralhado. De repente, não sabia se estava a papá-la à canzana ou se a gaja estava a fazer-me um broche.
- ...
- Estava mesmo a mamar-me o caralho. Mas não parecia... É que ela tinha cara de cu.

Cantigas do bandido #1

Como já perceberam, sou um homem pouco sensível. Cada foda que dou, cai no esquecimento. Não me culpem. É o cérebro, esse cabrão, que negligencia belíssimas trancadas, mas lembra-se de merdas que não interessam para nada.


No outro dia, dei traulitada tal que ela se anichou junto ao meu peito e sussurrou palavras de amor. Não me lembro de um caralho do que ela disse. Virei-me para o lado e adormeci. Juro que, durante o sono, pareceu-me que ela cantava o seguinte poema:

Vá lá, acorda meu pulha,
Tenho a passarinha tristonha.
Sei que me desenrasco sozinha,
Mas falta-me a tua langonha.

Dá-te por feliz meu sacana
Por teres apetite tão voraz.
Não digo o mesmo do outro,
que só come o que é capaz.

Dorme, dorme meu bandido,
Queria o outro ser como tu.
Esse a mim já não me toca,
Vou mandá-lo apanhar no cu.

Foda-se, adoro o Verão!

[continuação...]

Onde é que eu ía? Isso, em casa da Elsa, com o caralho estrangulado pelo buraco onde já tinham estado os meus dedos. Fodi aquele cu como ele merece...


Não queria que ela se viesse imediatamente, mas, para isso, tive que lhe agarrar as mãos e impedi-la de esfregar o clítoris. Ela bem implorou. Inclinou-se um pouco mais sobre o varandim e fechou os olhos, enquanto a fodia mais rápido do que pensava possível. Não conseguia pensar em mais nada, a não ser naquele traseiro apertadinho.

Fico fascinado sempre que a Elsa se vem. Nunca estou à espera. Nem sequer estou preparado. De repente, o corpo dela começou a tremer. Gritou que nem uma perdida, mas não abrandei as estocadas até eu explodir também. Nunca demora muito. Aliás, é impossível lutar contra a coisa quando estou com tusa assim.

Quando ambos parámos de nos contorcer, mantive a verga dentro dela, só pelo prazer de sentir a minha própria porra escorrer. Quando finalmente saiu, fez um "pop", como se tivesse retirado a rolha de uma garrafa de lambrusco. Beijei-lhe o pescoço e tentei não me rir. Ela virou-se, sorriu, beijou-me na boca e sussurrou: "Foda-se, adoro o Verão!"

Eros dixit #33

Curtas da semana #12

Já pinaram de pernas para o ar? Não, não estou a falar de missionário invertido, que é apenas o avesso da posição de missionário. Não é só a gaja em cima do gajo ou o gajo atrás da gaja ou mesmo a gaja a foder o gajo ou a gaja com as pernas nos ombros do gajo... Não é nada disso! Não estou a falar das posições do kama sutra com nomes estranhos como sapo ou equilibrista ou arco do triunfo ou sofá-cama ou espreguiçadeira... Népias! É literal. É mesmo de pernas para o ar. Como se a gravidade estivesse avariada, à espera de manutenção. Não? Eu também não. Mas sonhei com a coisa.


Voltando à vida real...

Fartei-me de enfiar a sarda numa sardenta que, pasme-se, vai passar uns dias de férias na Sardenha. Não valeu o esforço. Era muita lenha e pouco fogo. O raio da chavala não valia uma chavelho.

A empregada de mesa perguntou-me se queria o prato do dia. Respondi-lhe, olhos postos no mamalhal, que passava directamente à fruta do dia. No dia seguinte, a pobre pequena passou um bom bocado com a mão na fruta.

Há festa rija em todas as freguesias da vizinhança. As gajas começam a descascar-se e eu começo a enfrascar-me. Já sei, por experiência, que é uma péssima altura para fornicar. Sai-nos cada gaja mal-amanhada... Há uns dias, fui papado numa esquina por um trambolho que gemia como um animal. Já ontem comi uma cona que mais parecia manteiga: derretia-se na boca.

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #35

Conheço uma que se vem em 3 tempos. Sei de outra que se aborrece em 3 minutos. Mas a minha favorita é aquela que exige 3 fodas em 1 só hora e tem sempre 2 dedos enfiados no cu.

Regueifa de Verão

- O que é comprido e duro e está prestes a entrar no meu cu?
Nunca me tinham convidado para foder desta forma. O facto é que esta adivinha deixou-me com um tesão desgraçado. Empurrei-a contra o varandim, levantei-lhe a saia e agarrei-lhe a mão para sentir o marsapo enrijecer. Ela virou a cabeça e beijou-me na bochecha. É sempre assim: quando quer que lhe vá à regueifa, dá-me um beijo na face. Já quando quer que lhe lamba a cona, dá-me linguados que nunca mais acabam.


Abriu as pernas um pouco mais, como que a pedir-me que lhe trabalhasse o traseiro com os dedos. Foi o que fiz. Fui enfiando lentamente o indicador lubrificado naquele ânus e pouco depois adicionei o dedo médio à festa, como que a avisá-la sobre o que estava para acontecer. Com a outra mão, desabotoei a braguilha, já a Elsa gemia. Começa sempre com uns gemidinhos quase silenciosos, mas sabe que só vou parar quando estiver aos berros. Encostei o caralho às coxas dela e esfreguei-o contra a pachacha encharcada. Deixou de gemer quando retirei os dedos e passou a implorar. Fez aquele ar sério e zangado que me deixa o pau pingão.

Levantei-lhe o vestido até à curvatura das costas e, com a outra mão, apoiei o mangalho, apontando-o à entrada daquele orifício guloso. Sustém a respiração assim que entro nela e tenta relaxar, mas, como sabem, a coisa dá sempre trabalho. É preciso paciência. Tenho que a segurar com algum vigor e deixá-la enterrá-lo, ao seu próprio ritmo. Já totalmente dentro dela, a história é outra.

[continua...]

Conversas da sarjeta #17

- Disse ao meu marido que um gajo comeu-me por trás.
- E comeu?
- Disse-lhe que fui forçada por um vendedor de carros.
- E foste?
- O meu marido adora a ideia de outros homens quase a violentar-me. Desde que admita que eu também queria. Seja como for, disse-lhe que o tipo enfiou-me num carro, pôs-me de quatro e fodeu-me o cu até se vir dentro de mim.
- O teu marido passou-se, não?
- Tinhas que ver como esta história o fez esporrar.

Eros dixit #32

Curtas da semana #11

Esta foi uma semana duracell. Decidi ligar pouco ao entrefolhos e comer gajas só pelo prazer de olhar para o que lhes vai entre as orelhas. Nada me dá mais tusa do que ver o tesão estampado na cara. Resultado? Três fodas que duraram, duraram, duraram...


foda #1. A cara de fome. Cacei uma cota que já não dava uso à coisa há 2 anos. Mais coisa menos coisa. Enfiei-lhe o coiso entre as coxas, mas ela estava tão enferrujada que, nas primeiras horas, andei a fodê-la com uma pontinha da picha de fora.

foda #2. A cara de gozo. Desta vez, saiu-me uma tonta. Não dizia uma para a caixa. Tinha, no entanto, uma senhora pachacha. Apertadinha como há muito não papava. Só ao fim de uma mão-cheia de orgasmos é que finalmente relaxou. De tal forma que parecia que o mangalho ía cair em papo roto.

foda #3. A cara de pau. Esta queria mamar à viva força. Disse-lhe que não, que não estava para aí virado, mas tive que lhe dar com o caralho na cara para ela ver quem é que manda. O pior ainda estava para vir: demorou 60 minutos para se esvair em nhanha. Depois, ui, depois já não queria outra coisa.

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #34

Senti-me enganado. Esta prometeu-me uma foda de revirar colhões, mas passou a noite a dar beijinhos à esquimó na ponta da picha. Como imaginam, a esfrega teve o resultado de sempre: uma dose massiva de nhanha.

A nova rapariga do café e suas 2 meninas

A aldeia esteve de luto. Ou antes, os homens da aldeia andaram uns dias de pirilau triste. Já as mulheres parece que recuperaram a alegria no grelo. A Marlene, que era a rapariga feia e boa do café, foi servir malgas de verde para outra freguesia. Foi, segundo ela, agarrar gente fina pelos tomates. O mesmo é dizer que se tornou criada interna de uma família burguesa. Nos tempos livres, no entanto, continua a dar bom uso ao pincel deste vosso amigo. Ou seja, deixou de dar-me de beber e passou a dar-me de comer.

O café, entretanto, tem safardana nova. E a substituta da Marlene saiu melhor do que a encomenda. A Eva é uma oferecida com um palminho de cara, prateleira de arrebitar o pau mais teimoso e um traseiro arrebitadíssimo. Tem um senão: usa pestanas falsas, o que lhe dá um ar reles. Nada que não se resolva com umas aulas bom gosto e um par de dedos enfiados na cona. Aliás, ela está a pedi-las. Ao segundo dia, quase que enfiou as mamas na câmara do meu telemóvel.


Não há nabo que resista. Mas claro que este caralho que vos escreve não é menino para se contentar só com par de meninas. Por mais encantadoras que elas sejam...

Conversas da sarjeta #16


- Fui ao médico. Parece que posso fumar e papar gajas, mas não posso beber nem papar porco.
- Não te preocupes, tu és rijo!
- Rijo e duro.
- Já nem me lembro...
- Queres recordar-te, é?
- Só sei trabalhar.
- Também sabes pinar.
- Também não me lembro.
- Tenho que tratar disso.
- Treta.
- Treta?!?
- Ups. Este corrector automático não quer mesmo que eu dê uma foda... Queria dizer trata e não treta.

Eros dixit #31

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #33

Esta contou-me um amigo: "Já estive com uma que cronometrava a foda. Passava 15 minutos a masturbar-se, 15 minutos a mamar, 15 minutos a cavalgar, 15 minutos a levar na peida e os últimos 15 minutos a guinchar enquanto se vinha." O que será que faziam o resto da noite? Jogavam xadrez?

Trata-me como um urso de peluche

Estou a senti-me passivo ultimamente. Podem achar que estou a fazer-me passar por fraco, que é tudo falso e que o papel de manso atrai gajas, mas na verdade só me apetece admirar a cona da Idalina. Não, a cona não. Desculpem. Quero ver aquele rabo reluzente, empinadíssimo, guloso...

Não, não quero ver-te nua. Por favor, não te atrevas a tirar a roupa. Provoca-me. Abre as pernas só para me dizer que me queres. Mas não mostres o sexo. Por favor. Faz-me passar fome. Mantém-me preso a ti. Trata-me como se fosse o teu brinquedo. Como se fosse o teu ursinho de peluche...

Curtas da semana #10

Esta pediu-me para lhe dar "beijinhos na ratinha", que foi uma forma fofinha de exigir um minete antes que lhe enfiasse o nabo no grelo.

Percebi imediatamente que aquela cona anda de boca em boca, mas não sou gajo para desprezar pachacha lassa. Usei a ponta da língua para aconchegar as bordas e usei a ponta da picha para aplaudir o bom trabalho do clítoris.


Vim-me de tal forma que mais parecia um vulcão de nhanha. A moça, bem educada, usou a língua como esfregona e a boca como se fosse um balde.

Não foi tão boa como a lisboeta que conheci a semana passada. É que esta só parou de mamar até fazer espuma. Tem vício de boca.

Quis agradecer-lhe a mamada com uma pranchada terna, mas ela não deixou. Gritou comigo: "Queridices não, caralho!" Tive que a comer à canzana até deixar-lhe a bilha dorida.

Eros dixit #30

Conversas da sarjeta #15


- Enfia-o rápido, que estou com a cona aos saltos!
- Passa-me o latex.
- Foda-se, sou estéril!
- Não me digas que também és imune às dêéssetê...
- Dê quê?!
- Não é dêquê. É dêéssetê, doença sexualmente transmissível.
- Deves achar que fodo com um Zé qualquer...
- Se não fodes, devias foder. Com camisinha.
- Pêcê!
- Pê quê?
- Não é pêquê. É pêcê, p'ócaralho!

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #32

Neste jogo do deve e haver, gosto de a ver de perto. De longe a longe, gostas de a coçar para me dar um pouquinho mais de tusa. Só mais um bocadinho, dizes. De quando em quando até usas uma frase feita. "Sou a tua puta, não sou?", perguntas. É como que um aviso à navegação: esta vai ser uma pranchada porca!

Curtas da semana #9

No sábado não fodi.
No domingo foderam-me.
Na segunda andei fodido.
Na terça fodi finalmente.
Na quarta fodi só mais um bocadinho.
Na quinta fodi o que faltava.
Na sexta... Foda-se! Na sexta foi um fodão!

A coisa vem tarde, mas espero que me perdoem: foi uma semana fodida!

O que é bom é para partilhar

Não sei absolutamente nada dela. Mas não preciso de muito para ficar com o mangalho em riste. Como sabem, o meu objectivo na vida é pôr a chucha na chota. Seja ela qual fôr. Também anseio por ter a brochada que mereço. E passear a língua pelos arrebaldes da chona. E terminar o dia com uma boa escarafunchadela do grelo.

Hoje, recebi um email prometedor:
"Partilha se tens fantasias sexuais com anónimas."


Partilhado.
Respondi-lhe: "Não é que esteja sempre de pau feito. Mas essa foto é sexy pa'caralho!"

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #31

Choro sempre que vejo pachachas a acumularem-se à minha porta. Todas elas querem pinar, mas, com a idade, vou demorando cada vez mais tempo no pinanço. Por isso, há umas quantas que se vão entretendo com o que têm mais à mão...

Eros dixit #29

Oferecida procura submisso

A sôtora, que recita Platão enquanto se delicia com potentes pirilaus, decidiu enviar-me uma lista do que anda à procura:
Gosto de dar nomes fofinhos aos gajos, para eles se sentirem desejados.
Gosto de gajos tímidos que me agarram pela mão quando tento ir embora.
Gosto de gajos que pedem colinho para que eu lhes passe a mão pelo pêlo.
Gosto de gajos que gemem na minha boca quando os beijo.
Gosto de gajos que se agarram ao cobertor quando estão tristes.
Gosto de gajos que ficam corados quando lhes sussurro coisas bonitas ao ouvido.
Gosto de gajos que que enterram a cabeça na almofada para abafar os gemidos.

Respondi-lhe: "Enganaste-te no gajo! O que te vale é que gosto de gajas oferecidas." Felizmente, as oferecidas também gostam de mim.