pediu-me para a castigar

Queria que a chamasse de bonequinha. Queria que a tratasse como um brinquedo sexual. Que a fodesse como se fosse uma menina obediente que tira as cuecas encharcadas quando lhe mandam. Uma menina doce que lança um sorriso malandro e balança o traseiro se estiver alguém a observá-la. Uma menina dócil que lambe os dedos e esfrega o grelo com vigor até soltar gemidos que atravessem as paredes do apartamento minúsculo. Uma menina desesperada por ter o caralho nas mãos.

Logo ela, que nunca foi mansa. Por isso, pediu-me para a castigar. "Espanca-me! Por favor, bate-me! É o teu presente de Natal", disse.


Não fui capaz. Expliquei-lhe que não gosto de fodas-fantoche.
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