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quero usar o teu pau


"Quero-te! Preciso de ti! Preciso de ti aqui! Preciso de ti agora! Preciso que precises de mim. Preciso do teu pau duro e dos teus olhos esfomeados. Eu sei o que é que estás a pensar. Conheces-me tão bem... Achas que eu preciso de ti para me curvar e foderes-me à bruta. Sim, é isso que eu quero. Mas desta vez não. Não quero.

Quero-te! Quero o teu pau! Quero empurrar-te contra a parede e desapertar o teu cinto. Quero cair de joelhos, enquanto as minhas mãos acariciam o teu cacete. Quero livrar-te da roupa. Quero lamber os meus lábios em antecipação, pouco antes de tocar na ponta brilhante do teu caralho. Quero sentir cada contracção tua, enquanto te lambo e chupo e gemo. Quero engolir-te até me engasgar e sufocar.

Quero divertir-me e rir-me do prazer absoluto de ter o teu pau. Quero empurrar-te para o sofá. Quero olhar-te por uns segundos nos olhos, antes que a minha atenção regresse ao teu pau a latejar. Quero ficar em cima de ti. Quero deslizar pelo teu caralho acima, lambuzar o teu pau e provocar a minha rata. Quero prender o teu pau e esfregar o meu grelo nessa cabeçorra.

Quero levantar-me, encontrar a posição certa e depois afundar-me lentamente, preenchendo-me completamente com o teu caralho duro.


Quero manter-me assim. Imóvel. Contigo dentro de mim. Sentir aquele irresistível prazer (será dor?) de te ter contra o meu colo do útero. Quero contorcer-me até ficar dopada pelas endorfinas e só depois montar-te. Quero montar no teu pau e perder-me. Quero foder-me. Sim, quero foder-me com força. E rápido. E profundo. Quero gozar e gozar de novo às voltas com o teu pau, até ficar exausta. Quero colapsar nos teus braços e só depois dizer-te olá. Quero usar o teu pau!"

Recebi este email na consoada e fiquei doido de tesão. Talvez não se lembrem desta boa amiga da minha mulher. Mas eu conheço-a bem. Por trás e pela frente. Sei que, depois de escrever este fantástico pedaço de prosa, foi coçar a coisa na esquina mais próxima. Aquilo, meus amigos, é pachacha sensível. Não aguenta estar 5 minutos sem levar uma boa esfrega.

a invasão polaca e um banho checo


"Já podes enfiar. Não é preciso preliminares." A tipa deve ter achado que assim seria mais fácil, mais rápido e eu sentir-me-ia menos pressionado. Mas em vez de fazer o que ela disse, passei as mãos pelas coxas e esfreguei os dedos, ásperos de um dia de trabalho no campo, na cona. Contorceu-se ligeiramente. Ou seja, era ela que não queria prefácio à foda.

Virou-se de costas, na expectativa do que vinha a seguir. Decidi fazer-me de parvo e passarinhei os dedos pelo corpo dela. Não se conteve. Alcançou os colhões e suspirou como se estivesse apaixonada por estas bolas simétricas. Agarrou-se depois ao mastro e deslizou-o entre as coxas. E assim se manteve o caralho, ralaxíssimo na entrada daquela fenda, durante uns segundos.

Finalmente entrei nela. Forcei o caminho entre aqueles músculos tensos e apertados. Parecia a invasão da Polónia de 1939: foi uma entrada de panzer.


À segunda estocada, no entanto, a rata polaca ficou inundada, quente, pegajosa, perfeita para amortecer cada impulso da minha picha. Torci-lhe o mamilo, só para tornar a coisa mais divertida e a partir daí foi o descontrolo total. Guinchou feita cadela selvagem e mexeu as ancas descontroladamente, sabendo que isso ía dar em porra.

Não queria prolongar-se nos preliminares, mas alongou-se no epílogo. Passou mais de 15 minutos a lavar as partes íntimas. Não estou a exagerar. Chapinhou, chapinhou e chapinhou a pachacha no bidé como uma doida. Dava a impressão que só um banho checo poderia apagar o resultado viscoso daquela invasão polaca.

maldito clítoris

"Há muito tempo que não me toco. Sim, uso uns quantos brinquedos sexuais. Sim, fodo com o gajo cá de casa. E contigo. Mas tocar-me é algo completamente diferente. É intimidade num patamar diferente. O meu momento favorito é quando a minha cona está sem ponta de pêlos... A pele sedosa, macia, nua, totalmente disponível para a minha mão. Quando me toco, começo sempre da mesma maneira: acaricio o vinco onde a coxa e a vulva se encontram. Os meus dedos movem-se, fascinados com aqueles cantos secretos do meu corpo. Ao deslizar a ponta do dedo na minha racha sinto-me escandalosa. Perigosa. Às vezes mantenho ali o dedo durante uns minutos, mas, como imaginas, ter tempo para me tocar é um luxo. Eventualmente, o dedo curioso mergulha na racha. Será que já estou molhada?, questiono. Enfiar o meu dedo nunca é tão bom como quando tu o fazes, mas isso não me impede de o fazer. Apesar de tudo, há apenas um ponto que interessa: o botão mágico. O badalo. O grelo. O maldito clítoris."

Recebi este email ontem, quando ainda estava tonto de tusa de tanto ter esbodegado uma cona loira. Já me conhecem o suficiente para saber o que fiz a seguir. Esbofeteei o malandro que tenho entre as pernas e, umas horas depois, revisitei a sacana que me deixou o malandro a latejar com tão poética descrição.

É nisto que eu sou boa

Adora provocar-me. Eu percebo-a. Com umas mamas assim, até eu teria essa tentação. É irresistível. A imagem, desta vez, veio com texto.


"Parei de tocar-me apenas para envolver o caralho dele com os meus lábios. Mais uma vez. Pela terceira vez. Arranhei-lhe as coxas com as unhas, provoquei-o com os dentes e, durante longos minutos, segurei-lhe o coiso na boca, enquanto os meus dedos fizeram o trabalho todo. Veio-se imediatamente. Esfreguei-lhe a picha a pingar na minha barriga, como se fosse uma tela. Lambi os lábios, beijei-o e sorri. Agradeceu-me quando, finalmente, recuperou a voz. Foi bom, respondi-lhe. É a única coisa em que sou verdadeiramente boa, expliquei. Virei as costas e pensei em ti. Eras tu que eu queria lamber."

Fico bem na tua roupa?

No último dia de visita da Maria, esta boa amiga da minha mulher deixou-se levar pela voluptuosidade do campo neste início de Primavera. Não, não foram apenas lírios, margaridas e dálias que a fizeram contorcer-se de tesão. Até as galinhas a levaram a soltar uns guinchinhos, que a mim soavam a devassa. Ela empinava o rabo para apanhar morangos silvestres e eu, que me deixava ficar para trás, enfiava a mão entre as minhas pernas, olhos semi-cerrados, a imaginar como seria aquela cona a vir-se numa tempestade de mel. Estava fascinado com aquelas descargas de prazer sempre que via um ser vivo. "Que giiiiro!!!! Adooooorava morar aqui!"

Ao deixar a quinta, pediu-me que lhe emprestasse um t-shirt. Branca. Estava demasiado suada, a roupa da minha mulher era demasiado apertada e tinha uma reunião de trabalho demasiado formal. Mais tarde, enviou-me uma mensagem, com imagem, a agradecer:

"Fico bem na tua roupa?"

Resisti a responder. Afinal, é amiga da mulher. Mas ela não me largou. Noite dentro, recebi um email da Maria: "Gosto de o meter na boca flácido e chupá-lo até ficar duro. Adoro sentir o caralho a crescer contra a minha língua. Ser capaz de o enfiar inteiro no início e depois ajustar-me, à medida que ele incha e preenche a minha boca. Quando fica suficientemente duro, posso finalmente usar as mãos para puxar o prepúcio apertado e senti-lo contorcer-se de alegria, por finalmente ter conseguido molhar a cabeça do caralho."

Tinha que responder. "Tiraram-me o prepúcio em pequeno. Espero que isso não te impeça de me fazer um broche..."