Mostrar mensagens com a etiqueta Jennifer. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jennifer. Mostrar todas as mensagens

usa-me como quiseres!

Pedi-lhe que não usasse cuecas naquele dia. Queria que aquela californiana de nariz arrebitado se sentisse vulnerável por uma vez. Surpreendentemente, ela acedeu e demos um passeio por Montmartre, sabendo que, a qualquer momento, podia enfiar a mão naqueles minúsculos calções e sentir a sua pachacha empapada. Passou o dia a dizer disparates e eu mortinho por lhe enfiar o sardo entre as bochechas traseiras.


Voltámos estafados ao hotel. Tirámos a roupa e saltámos para a cama.
- Achas que sou uma puta?, segredou no meu ouvido, enquanto me agarrava a mão e a colocava entre as coxas.
- Só porque andaste sem cuecas, a bambolear esse corpinho de yankee para toda a gente ver? És a minha puta!, respondi, apertando-lhe o pescoço com a outra mão.
Saltou imediatamente para cima de mim.
- És nojento!, rosnou, ao enfiar o caralho na cona húmida.
- Adoras!, respondi, apertando-lhe o pescoço ainda com mais força.
- Anda, fode a tua puta!, diz, ao mesmo tempo que empurrava a minha picha profundamente dentro dela.
- Isso mesmo! Sufoca a tua baby enquanto a fodes com esse grande pau! Usa-me como quiseres!
Aumentei o ritmo das estocadas. Ela sorria. Abraçou-me e mordeu-me os lábios de tal forma que provei o meu próprio sangue, que escorria pelo queixo.
- És meu, seu cabrão, e não há nada que possas fazer!, sussurrou, enquanto a martelava o mais que podia.
- Amanhã vamos para a piscina e vais usar um plug, minha puta!, guinchei, no exacto momento em que explodia dentro dela.

May I come, baby?

Conheci-a no comboio Orly-Paris. Sentei-me em frente dela e dedilhei o telemóvel. Era apenas uma desculpa para contemplar aquelas pernas abertas. Percebi que se tratava de uma americana toda desempoeirada, loira falsa, mamas compradas no melhor médico de Los Angeles. Tentei adivinhar: teria cuecas? Imaginei uma cona volumosa e bronzeada, clítoris inchado. Senti a verga cheia de lume e apresentei-me com o charme do costume...


- Let me tell you a story.
Sorriu, afundou os dedos nos cabelos e aproximou-se.
- What would you do if I took you to my hotel?
O coração terá acelerado de tal forma que saltitou no banco do comboio.
- I would fuck you hard, but wouldn't let you come.
Encostei a mão ao joelho dela.
- You would lay all night in my bed, my come dripping out of your cunt. I would tease you until you were crazy with need.
Subi a mão até ao interior da coxa. Sussurou: "Oh my God, baby..."
- I would fuck your wet pussy, your insolent mouth, your tiny asshole. Which one will it be?
Mordiscou o lábio e aproximou-se da minha boca. Com as duas mãos, afastei-lhe as pernas um pouco mais. Sussurou de novo: "Baby..."
- Is that little cunt hot?
Encostou a boca à minha orelha: "May I come, baby?"

Na verdade, não dissemos nada disto. Convidei-a para um copo, encharcámo-nos com chardonnay, arrastámo-nos até ao hotel e fodemos durante 10 horas. Foi assim, no lodo, ela ensopada em porra, eu alagado em nhanha, que recebemos o eclipse do sol.