Estou com o período. Importa-se?

Decidi passar uns dias sem beber. Os ingleses chamam cold turkey à coisa, que mais não é do que fazer algo sem preparação. Um perfeito disparate, como podem imaginar, mas eu não resisto a disparates destes. A expressão anglo-saxónica soa bem mas não reflete o pesadelo por que estou a passar. O facto é que, se não bebo, fodo. A torto e a direito. Da mesma forma, se não fodo, bebo. Às goladas. Nunca passei pela abstinência total, talvez porque é assim que imagino o inferno. Deve ser vício de boca, que é uma adição como outra qualquer.

Neste período de dolorosa viagem às profundezas da terra, a filha da padeira, que é agora a assistente da minha mulher, encostou-me à parede. Agarrou-me a mão e passou-a entre as suas pernas. Sussurou: “Estou tão molhada. Quer sentir?” Fez beicinho: “Estou com o período. Importa-se?” Alguém tinha que comprovar que aquela cona, que me atormentava durante semanas, estava ensanguentada. E havia alguém melhor qualificado do que eu?


Fiquei tão excitado que o caralho deve ter crescido uns 3 ou 5 centímetros mais do que o habitual. Decidi acabar com o sofrimento e papar-lhe a rata pela porta das traseiras.

Ordenei-lhe que se virasse. Ao princípio, resistiu, mas, quando sentiu o pau escorregar dentro dela, quase enlouqueceu. “Oh, sim, oh, sim… Coma-me! Coma-me doutor!”, balbuciou. Fiquei de tal forma eufórico que, mal o enfiei, senti-me vir, numa daquelas esguichadelas prolongadas. A porra parecia que vinha da espinal medula. Enterrei-o tão profundamente que tive a sensação que qualquer coisa se soltava em mim.

Ela andava às apalpadelas. Primeiro com as mãos, depois com a boca. Eu continuava com uma espécie de meia-tesão. Quando dei por mim, ela estava deitada na secretária e a minha língua enfiada pela racha acima. Sentia aquele sabor metálico da menstruação. A Elsa contorcia-se como uma enguia. Veio-se em orgasmos longos, entre gemidos e gritinhos abafados. Por fim, tive que a afastar e dizer-lhe que acabasse com aquilo. Afinal, eu só queria dar uma olhadela àquela conassa devassa…

19 comments

Joana Luar 2 de maio de 2017 às 08:01

Sem a bebida vale tudo? Bem no fim sempre fodes e bebes, não o típico mas bebes qualquer coisinha...

António 2 de maio de 2017 às 09:10

sem bebida vale tudo. com bebida também vale tudo. é uma desculpa como outra qualquer joana

Larissa Santos 2 de maio de 2017 às 09:13

Isso é que era fome e sede. tiraste a barriga de misérias! Sem olhar a meios :-) kkkkkkkkkk

Bjos

António 2 de maio de 2017 às 09:18

não era nem fome nem sede larissa. mas acabei com o tormento

Volupia Lunar 2 de maio de 2017 às 11:44

Uma cabidela, uma iguaria muito apreciada pelo bom português se bem que..."gostos não se discutem" percebi que a ausência de bebida é mesmo so mais uma desculpa ;)

António 2 de maio de 2017 às 11:49

morcela, pica no chão, sarrabulho, chouriço de sangue... o que não falta por aí é sangue. por acaso estava à espera que fossem os homens lambões a queixar-se. enganei-me

Volupia Lunar 2 de maio de 2017 às 12:23

a queixar-se??? a queixar-se???? adoro isso tudo...mas bem controlado kkkkkkk

António 2 de maio de 2017 às 13:11

deixei de me controlar há muito, muito tempo

Feia 2 de maio de 2017 às 13:30

Correção: vícios de bocas...

António 2 de maio de 2017 às 13:57

a tua boca também tem vícios feia?

Volupia Lunar 2 de maio de 2017 às 14:04

Por isso é q assumiu o risco ;)...activou o seguro pelo menos? rsrs

Feia 2 de maio de 2017 às 14:35

Tem vícios e virtudes, ahahah

António 2 de maio de 2017 às 15:37

tenho sempre seguro de vida volupia

António 2 de maio de 2017 às 15:37

isso é uma boca perfeita feia

Feia 2 de maio de 2017 às 21:19

;)

Filipa Silva 2 de maio de 2017 às 21:23

Vai para um sarrabulho do caneco!! :-)

Bjocas

António 2 de maio de 2017 às 21:47

com ou sem rojões filipa?

chocolícia 3 de maio de 2017 às 05:36

Você chupou a buceta menstruada? NO CREDO!!

António 3 de maio de 2017 às 08:56

tenho uma palavra para ti chocolícia: experimenta!

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