A mamada da cabeleireira

Passei o dia a pensar na cabeleireira da aldeia. Não porque me apetecia um novo corte de cabelo, mas porque a Mónica sabe passar-me a mão pelo pêlo. Liguei-lhe:
- Posso passar por aí?
- Hoje não dá. Isto está cheio. Corto-te o cabelo amanhã de manhã.
- Cum'caralho!

Cum'caralho, minha grandessíssima porca, sua parola de pachacha lassa, coirão do punhateiro da freguesia, meretriz de andar por casa. Foda-se, esta desavergonhada ousa pensar que quero cortar o cabelo. Conaça de merda, devia pôr-te de joelhos e obrigar-te a engolir este mangalho até à traqueia, até sentires a bílis subir-te pelo esófago. Juro-te, sua boca de broche, que te como o cu à paulada, deixo-te de pernas abertas até ao Natal. Estou-me cagando para o cabelo, sua fodilhona de pichas moles. Olha'mesta porra, quero é encher-te de porra! Quero é adormecer este calhamaço nessa pentelheira depois de te dar uma trancada de te fazer guinchar como uma cadela.

Pensei-o, mas não o disse...


Na manhã seguinte, tratei-a como um carroceiro. Enfiei-a no carro, conduzi-a até à mata mais próxima e vociferei: "Agora mama, sacana do caralho!" Ela obedeceu. E fê-lo com tal vigor que juro que ficou com uma distensão muscular na boca. Também ficou com uma cãibra na língua e a goela cheia de leite quente. Tive que lhe agradecer o broche: "És uma cabra com cara de santinha, mas tens uma boca dos diabos."
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4 comentários:

  1. Não sejas tão "violento" hehehehhehheh
    Gostei ;)

    Beijo

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    1. violência? foi só garganta dalila. violentos são os meus esguichos de porra. são de engasgar a garganta mais profunda

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  2. prefiro não comentar!
    xiiiiiiiiiiiii...comentei!!!

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