Tive 22 caralhos dentro de mim

[continuação]

Não demorou muito até ficar sozinho com a Suzete. Estava-lhe na cara. O nariz arrebitado não é marca de nascença. É um sinal claro de que estamos perante uma ordinária que só fica satisfeita quando tem o que quer. E ela só queria uma coisa: este menir fálico dentro dela. Só não consegui perceber onde. Cona ou cu? Na boca não, que aquela penca é uma excelente forma de preservar a virgindade oral da moça.


Recebeu-me em casa como eu gosto. Como uma ordinária. Deixou cair o robe de seda, agarrou-me pela mão e levou-me até ao quarto. Não demorei muito a tirar a roupa. Empurrei-a para a cama com um grunhido, afastei-lhe as pernas e puxei-a até à borda. Sorriu, como que a dizer que estava mortinha para ter pau naquela rata. Enfiei a picha sem a preparar para a coisa. Ela gemeu, agarrou-me pelo cabelo e segredou:
- Queres que te diga agora?
Murmurei um sim.
- Chama-me puta! Chama-me puta e eu digo-te.
- Diz-me, sua puta, quantos homens te foderam assim?
Começou a abanar a cabeça e a revirar os olhos enquanto a martelava com mais força.
- Quantos caralhos tiveste dentro de ti? Quantas vezes tiveste que implorar para te comerem como uma galdéria?
- Foda-se, não aguento mais! Fodi com 22. Tive 22 caralhos dentro de mim.
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