a foda mais estúpida

Foi provavelmente a maior concentração de conas papadas da história. Nem mesmo na reunião de curso vi coisa assim. Não sei como é convosco, mas para mim revisitar velhas fodas é deprimente. Deixa-me o caralho enrugado. E a pentelheira encaracolada. Dá-me uma vontade tremenda de comer pachacha fresca. Rejuvenesce-me. Incha-me os tomates.

O aglomerado de pipis aconteceu ontem... no cemitério. É verdade, fui despedir-me da mãe da minha primeira namorada e dei de caras com a irmã da minha primeira namorada, a melhor amiga da minha primeira namorada, a tia da minha primeira namorada, a prima da minha primeira namorada e, claro, a minha primeira namorada. Fodi-as a todas. Há muitos anos. Ao mesmo tempo. Espero que me perdoem. Nessa altura só pensava em esgravatar ratas e não as distinguia. Hoje sou um tipo mais civilizado: dou prioridade a ratas que não se conhecem entre si.

No funeral lembrei-me do dia em que a Nini teve a brilhante ideia de me levar para a cama. Isto foi no período da minha vida em que só fodia no pinhal junto à escola... Estava eu feliz da vida a esbodegar a senaita da serigaita quando ouvi um carro a estacionar junto a casa. Apressei-me a vestir a roupa, descer as escadas e esconder-me na cave, mas dou de caras com a mãe da minha namorada. Parecia furiosa. Usei todo o meu charme para me safar:
- Quer que a ajude com os sacos das compras?
Estranhamente, não aceitou ajuda.
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