não, não foi uma foda fixe


Devia ter sido uma foda normal. Nada de extraordinário. Apenas uma quente e reconfortante noite de foda. O tipo de foda que é apenas satisfatória. Nem mais, nem menos. Um gajo mete o caralho no buraco que está mais à mão, vem-se e vai-se embora o mais depressa possível. Ainda por cima, já nos conhecemos há muito tempo, por isso, ela sabe o que tem que fazer e eu sei o que ela quer que eu lhe faça.

Eu sei que já vos disse que devia ter sido uma foda normal. Mas não foi. Foi tão estranha que tenho que o dizer uma vez mais: devia ter sido uma foda fixe. E não foi.


Deixem-me contar a história, sem passar pelos amassos, lambidelas na cona e beijinhos no cu. Quando eu estava à beira do natural e tranquilo esguicho de porra nas gigantes mamas da moça, ela gritou. Guinchou mais alto do que da primeira vez em que apanhou com o madeiro na peida. Pensei: estará com medo que lhe deixe um pingo de nhanha no sofá? Era possível. Mas só se esta fosse uma foda normal. E, como vos disse, não foi.

De repente, fez beicinho. Inclinou-se. Fez uma pose, que, se fosse uma foda normal, seria surpreendentemente sexy, e sussurou: "Não, nas mamas não. Vem-te dentro de mim. Estou grávida e, desta vez, quero apanhar com esse leitinho no colo do útero."
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