É daquelas perguntas que um gajo faz às gajas e nunca é confrontado com a coisa. É assustador! É por isso que, quando escrevo sobre quecas, perco pouco tempo com a parte física e mais com o contexto da dita. Uma foda é uma foda, dizem-me. É. Mas não é. É entra e sai, mas é também onde entra e de onde sai. E como. Especialmente como entra e como sai.
Estava na cama, com o pau na mão. Duro como o caralho. Não tinha qualquer imagem específica à minha frente. Não tinha qualquer estímulo pornográfico. Estava apenas focado no orgasmo iminente. Queria descrevê-lo. Sem distracções. Esfregava-o, apertava-o, acariciava-o e sentia aquele volume de porra a avançar. Até à base da cabeça do pau. É uma sensação muito pouco diferente da vontade de mijar. É mais doce. Mais sôfrego. Sei que tem um final feliz. Bem mais feliz do que verter águas. Mas só o sei por experiência.
Percebi que, se continuasse no mesmo ritmo, vinha-me. Por isso, abrandei. Senti a picha a contrair-se, pressionado pela porra. Não é apenas antecipação de algo que aí vem. É prazer naquele exacto momento. Como uma boa banda sonora. É tensão e pressão. Está concentrado no pau, mas flui pelas minhas pernas, pelo meu peito...
Normalmente, neste ponto, aproximar-me-ia o mais possível do orgasmo e depois afastar-me-ia, parando alguns segundos, para me dar tempo para recuperar e, só então, voltaria ao mesmo. Faria isso 2, 3, 4, 6 vezes. Levaria cada vez menos tempo, até ao ponto de não-retorno. Até finalmente ceder e permitir que se desse a enxurrada. Desta vez, no entanto, fixei-me naquele momento, em que, se o fizesse um pouco mais rápido, vinha-me. Estava no precipício: pressão gigantesca na picha, formigueiro no corpo, coração acelerado e músculos contraídos, à espera do que se seguiria.
Decidi acelerar o ritmo e senti a pressão da esporra crescer em intensidade. Na minha cabeça, vi uma onda enorme a pressionar uma barragem. A primeira sensação foi a de um momentâneo vácuo de pressão. Como se estivesse num baloiço e atingisse o ponto mais alto. Estava suspenso, momentaneamente imune à gravidade. Quando a pressão parou, foi um prazer. Como se as comportas se abrissem. As minhas ancas relaxaram e gemi ao primeiro esguicho. Tive uma sensação de alívio da pressão e, ao mesmo tempo, um aperto involuntário nas virilhas. De seguida, todos os meus músculos relaxaram.
Limpei a porcaria que deixei na minha barriga com a camisa que tinha mais à mão e, como sou homem, adormeci.
Consegues descrever o teu orgasmo?
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A cabeça do seu pau tem formato de coração...interessante isso!!!...
ResponderEliminaré muito amor no pau chocolícia! também lateja como o coração
ResponderEliminaré pá tens a certeza que era um orgasmo?não seria um principio de um AVC :-D ?
ResponderEliminarépá, só se um avc tem como resultado um líquido branco e leitoso
ResponderEliminarFiquei perturbada com o texto :-) Hummmmmmmmm quase que.....
ResponderEliminarOlha essa depilação :P
Beijos
perturbada em bom ou em mau, dalila? quase que te viestes? hmmmmmmm
ResponderEliminarTantas vezes isso nos acontece... vamos brincando e, de repente, "arroz cozido", lool
ResponderEliminarnunca tinha lido essa expressão...
ResponderEliminarDesta vez foi a Dalila que me tirou as palavras da boca, ahahah...
ResponderEliminarperturbada? quase que...? ou preocupada com a depilação?
ResponderEliminarPerturbação das boas. E sim, espero que não descuides a depilação!
ResponderEliminara tua perturbação deixa-me... perturbado. mas em bom
ResponderEliminar:)
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