os excessos de uma xxl


Tenho um especial carinho por mulheres gordas. Não, não são as minhas fodas favoritas, mas são as mais espirituosas. Um gajo pode fazer o que lhe apetecer. Não há drama como numa cambalhota com uma gaja magra e gira. Não é o fim do mundo em cuecas como numa trancada com uma boazona. Com elas, ninguém vai ao engano: se é gorda, tem a rata a cheirar a cozido à portuguesa e quer mostrar que sabe pinar tão bem como uma puta russa.

Além disso, só as rechonchudas recebem de forma pacífica um mar de porra na boca que engolem sem reclamar. Só elas percebem que a nhanha não engorda.


Esta tinha uma peida imensa encafuada numas calças justíssimas. Que tremendo rabo era, queridos leitores. Mas deixou-me pensativo. Será que a rapariga teve que besuntar a coisa para escorregar melhor naquele pedaço de tecido? O que acontece quando ela tiver que tirar a roupa para enfiar este portentoso caralho no nalguedo? Descai, achata ou mantém-se tão firme e volumoso como aparenta dentro dos jeans?

Tinha também um par de mamas gigantes amparadas por uma blusa apertadíssima. Ora, eu aprecio uma prateleira assim. É, há muito, o meu espevita-pau matinal. Sempre que me sinto triste, imagino uns tremendos melões de bicos tesos e arrebito imediatamente. Uso este truque desde que um amigo meu me explicou porque se manteve 40 anos casado: "O que levanta a picha de um homem um dia, levanta-o todos os dias." Filosofia de ponta, não acham?

Agora, se não se importam, vou depositar um litrinho de leite na pachacha de uma não-gorda e já volto ao assunto.
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