a rameira da roberto frias


[continuação]

Não me lembro como cheguei a casa, mas lembro-me da tarde em que a conheci. Ficámos bêbedos na sala dela com uma garrafa de rum. Era tudo o que ela tinha. É uma merda de uma bebida, eu sei, mas funcionou. Parecia claro desde o início que queríamos foder, por isso, quando a garrafa ainda ia a meio já ela tinha perdido a camisa e eu tinha abandonado as calças num canto qualquer e a boca dela tinha encontrado o meu caralho e eu amparava-lhe cabelo só para poder vê-la a engolir o nabo.

Curiosamente, ver a coisa acontecer é tão importante como sentir a coisa acontecer. A boca dela era perfeita, era hábil a lambuzar o pau, mas, mesmo assim, precisava de ver os lábios a apertar o cepo. Precisava de ver os olhos dela enquanto se engasgava com um sorriso. Precisava de ver as mamas dela ainda que não conseguisse alcançá-las.

"Sabes que há quem me chame de puta por causa de uma noite?", disse-me, sacando o caralho da boca para me beijar nos lábios. Sabia a álcool e sexo, que é um sabor muito melhor do que o gelado mais fofinho da Santini. "Pinei com 5 tipos numa festa da faculdade e, desde então, sou conhecida como a rameira da Roberto Frias", que, caso não saibam, é a morada da faculdade de engenharia do Porto.

"Estava bêbeda, eles também. Sentia-me a arder e queria fazer tudo a que tinha direito. Confesso que é uma nódoa na minha reputação, mas, naquela noite, senti-me a puta mais feliz do bordel."


Não liguei puto ao que ela disse. Estava bêbedo e só pensava em papá-la. "Consegues imaginar a cena?" Não conseguia imaginar a ponta de um corno. Tirei a camisa, baixei as cuecas, agarrei nela e obriguei-a a sentar-se no meu colo. "Consegues imaginar-me na casa de banho da faculdade, cercada por 5 homens nus, que se revezavam a comer-me a cona?" Antes que pudesse dizer mais alguma coisa, afastei-lhe o tecido que lhe tapava a rata e enfiei-me naquela pachacha deliciosamente encharcada.

"Eles foderam-me com tanta força!" Estava tão embriagado, os ouvidos zumbiam sabe-se lá porquê, as pernas bamboleavam, a cabeça latejava ao ritmo do caralho... Tive que sair dentro dela. Sentia-me tonto, quase a explodir. Ela agarrou-me pelas ancas e guiou-me de volta àquela gruta escura e molhada. De repente, era ela que me fodia. "Estou quase a vir-me. Tens que terminar, que o meu marido deve chegar a qualquer momento", guinchou. "Quero que me apertes o pescoço. Sufoca-me até quase demaiar."
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