[continuação...]
Onde é que eu ía? Isso, em casa da Elsa, com o caralho estrangulado pelo buraco onde já tinham estado os meus dedos. Fodi aquele cu como ele merece...
Não queria que ela se viesse imediatamente, mas, para isso, tive que lhe agarrar as mãos e impedi-la de esfregar o clítoris. Ela bem implorou. Inclinou-se um pouco mais sobre o varandim e fechou os olhos, enquanto a fodia mais rápido do que pensava possível. Não conseguia pensar em mais nada, a não ser naquele traseiro apertadinho.
Fico fascinado sempre que a Elsa se vem. Nunca estou à espera. Nem sequer estou preparado. De repente, o corpo dela começou a tremer. Gritou que nem uma perdida, mas não abrandei as estocadas até eu explodir também. Nunca demora muito. Aliás, é impossível lutar contra a coisa quando estou com tusa assim.
Quando ambos parámos de nos contorcer, mantive a verga dentro dela, só pelo prazer de sentir a minha própria porra escorrer. Quando finalmente saiu, fez um "pop", como se tivesse retirado a rolha de uma garrafa de lambrusco. Beijei-lhe o pescoço e tentei não me rir. Ela virou-se, sorriu, beijou-me na boca e sussurrou: "Foda-se, adoro o Verão!"
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Regueifa de Verão
- O que é comprido e duro e está prestes a entrar no meu cu?
Nunca me tinham convidado para foder desta forma. O facto é que esta adivinha deixou-me com um tesão desgraçado. Empurrei-a contra o varandim, levantei-lhe a saia e agarrei-lhe a mão para sentir o marsapo enrijecer. Ela virou a cabeça e beijou-me na bochecha. É sempre assim: quando quer que lhe vá à regueifa, dá-me um beijo na face. Já quando quer que lhe lamba a cona, dá-me linguados que nunca mais acabam.
Abriu as pernas um pouco mais, como que a pedir-me que lhe trabalhasse o traseiro com os dedos. Foi o que fiz. Fui enfiando lentamente o indicador lubrificado naquele ânus e pouco depois adicionei o dedo médio à festa, como que a avisá-la sobre o que estava para acontecer. Com a outra mão, desabotoei a braguilha, já a Elsa gemia. Começa sempre com uns gemidinhos quase silenciosos, mas sabe que só vou parar quando estiver aos berros. Encostei o caralho às coxas dela e esfreguei-o contra a pachacha encharcada. Deixou de gemer quando retirei os dedos e passou a implorar. Fez aquele ar sério e zangado que me deixa o pau pingão.
Levantei-lhe o vestido até à curvatura das costas e, com a outra mão, apoiei o mangalho, apontando-o à entrada daquele orifício guloso. Sustém a respiração assim que entro nela e tenta relaxar, mas, como sabem, a coisa dá sempre trabalho. É preciso paciência. Tenho que a segurar com algum vigor e deixá-la enterrá-lo, ao seu próprio ritmo. Já totalmente dentro dela, a história é outra.
[continua...]
Nunca me tinham convidado para foder desta forma. O facto é que esta adivinha deixou-me com um tesão desgraçado. Empurrei-a contra o varandim, levantei-lhe a saia e agarrei-lhe a mão para sentir o marsapo enrijecer. Ela virou a cabeça e beijou-me na bochecha. É sempre assim: quando quer que lhe vá à regueifa, dá-me um beijo na face. Já quando quer que lhe lamba a cona, dá-me linguados que nunca mais acabam.
Abriu as pernas um pouco mais, como que a pedir-me que lhe trabalhasse o traseiro com os dedos. Foi o que fiz. Fui enfiando lentamente o indicador lubrificado naquele ânus e pouco depois adicionei o dedo médio à festa, como que a avisá-la sobre o que estava para acontecer. Com a outra mão, desabotoei a braguilha, já a Elsa gemia. Começa sempre com uns gemidinhos quase silenciosos, mas sabe que só vou parar quando estiver aos berros. Encostei o caralho às coxas dela e esfreguei-o contra a pachacha encharcada. Deixou de gemer quando retirei os dedos e passou a implorar. Fez aquele ar sério e zangado que me deixa o pau pingão.
Levantei-lhe o vestido até à curvatura das costas e, com a outra mão, apoiei o mangalho, apontando-o à entrada daquele orifício guloso. Sustém a respiração assim que entro nela e tenta relaxar, mas, como sabem, a coisa dá sempre trabalho. É preciso paciência. Tenho que a segurar com algum vigor e deixá-la enterrá-lo, ao seu próprio ritmo. Já totalmente dentro dela, a história é outra.
[continua...]
Estou com o período. Importa-se?
Decidi passar uns dias sem beber. Os ingleses chamam cold turkey à coisa, que mais não é do que fazer algo sem preparação. Um perfeito disparate, como podem imaginar, mas eu não resisto a disparates destes. A expressão anglo-saxónica soa bem mas não reflete o pesadelo por que estou a passar. O facto é que, se não bebo, fodo. A torto e a direito. Da mesma forma, se não fodo, bebo. Às goladas. Nunca passei pela abstinência total, talvez porque é assim que imagino o inferno. Deve ser vício de boca, que é uma adição como outra qualquer.
Neste período de dolorosa viagem às profundezas da terra, a filha da padeira, que é agora a assistente da minha mulher, encostou-me à parede. Agarrou-me a mão e passou-a entre as suas pernas. Sussurou: “Estou tão molhada. Quer sentir?” Fez beicinho: “Estou com o período. Importa-se?” Alguém tinha que comprovar que aquela cona, que me atormentava durante semanas, estava ensanguentada. E havia alguém melhor qualificado do que eu?
Fiquei tão excitado que o caralho deve ter crescido uns 3 ou 5 centímetros mais do que o habitual. Decidi acabar com o sofrimento e papar-lhe a rata pela porta das traseiras.
Neste período de dolorosa viagem às profundezas da terra, a filha da padeira, que é agora a assistente da minha mulher, encostou-me à parede. Agarrou-me a mão e passou-a entre as suas pernas. Sussurou: “Estou tão molhada. Quer sentir?” Fez beicinho: “Estou com o período. Importa-se?” Alguém tinha que comprovar que aquela cona, que me atormentava durante semanas, estava ensanguentada. E havia alguém melhor qualificado do que eu?
Fiquei tão excitado que o caralho deve ter crescido uns 3 ou 5 centímetros mais do que o habitual. Decidi acabar com o sofrimento e papar-lhe a rata pela porta das traseiras.
Isto não vai acabar bem
Olha para mim e sorri. É bonita. Magra. Perfeita. A pele tem um tom caramelo irresistível. O sorriso é muito aberto, demasiado convidativo. Sinto o perigo. Não devia flirtar com esta miúda. Agora percebo que as ancas dela ainda não se alargaram. A maneira como fala, a sua falta de auto-consciência, não é próprio de uma mulher jovem. É de uma rapariga velha. É atraente - tão atraente, cumcaralho! - mas não me atrai. Torna-se repulsiva. É simplesmente errado. Quero pedir-lhe para não sorrir assim. Não vai acabar bem. Luto para desviar o olhar. Ela é um acidente de carro ao virar da esquina.
A filha da padeira convidou-me para dar uma volta e eu recusei. É verdade: disse que não a uma febra de 20 anos. Provavelmente, deixei escapar a foda do século. Os olhos vagueavam por aquelas mamas de levantar o caralho mais teimoso, mas o resto do corpo recusava-se a reagir. A memória, essa sacana, tramou-me. Lembro-me da Elsa a brincar nos campos de milho, a carregar vinho verde para os jornaleiros, a saltitar entre os regos de água e não consigo ultrapassar essas imagens.
O problema é que ela, que é, desde ontem, a nova estagiária da minha mulher, não me larga a braguilha. Está tudo preparado para o acidente de carro...
A filha da padeira convidou-me para dar uma volta e eu recusei. É verdade: disse que não a uma febra de 20 anos. Provavelmente, deixei escapar a foda do século. Os olhos vagueavam por aquelas mamas de levantar o caralho mais teimoso, mas o resto do corpo recusava-se a reagir. A memória, essa sacana, tramou-me. Lembro-me da Elsa a brincar nos campos de milho, a carregar vinho verde para os jornaleiros, a saltitar entre os regos de água e não consigo ultrapassar essas imagens.
O problema é que ela, que é, desde ontem, a nova estagiária da minha mulher, não me larga a braguilha. Está tudo preparado para o acidente de carro...
A filha da padeira dá cá um pau...
A filha da padeira da aldeia voltou do Luxemburgo. Saiu daqui ainda era uma menina de 16 anos e regressou agora a casa, com 20, um corpo dos diabos e tão arisca que, eventualmente, vai obrigar-me a pisar o risco.
- Elsa, que surpresa. Estás... crescida.
- O doutor também.
- É... A barriga não tem uma relação pacífica com a idade.
- A barriga está óptima. Não foi nisso que reparei. Estava a olhar ligeiramente mais abaixo. O doutor está... crescido.
- Já que falas nisso, também cresceste que se farta... aí em cima.
- Já não sou nenhuma adolescente.
- É verdade, estás uma mulherzinha. Das grandes.
- Quer dar uma volta? Assim vemos se tem mãozinhas para estas maminhas novas.
- Elsa, que surpresa. Estás... crescida.
- O doutor também.
- É... A barriga não tem uma relação pacífica com a idade.
- A barriga está óptima. Não foi nisso que reparei. Estava a olhar ligeiramente mais abaixo. O doutor está... crescido.
- Já que falas nisso, também cresceste que se farta... aí em cima.
- Já não sou nenhuma adolescente.
- É verdade, estás uma mulherzinha. Das grandes.
- Quer dar uma volta? Assim vemos se tem mãozinhas para estas maminhas novas.




