Foi o que aconteceu quando a Natália me deu uma nega: "Hoje não dá. Estou com cinto de castidade. O homem não me larga os zipers." Assim, de olhos postos nos 2 fechos écláirs que serviam de apoio à prateleira, respondi-lhe, já com o caralho a pensar no pito seguinte:
Oui je t’aime, moi non plus.
Virei-me então para a Mary, que anda possessa da pachacha. Se calhar é assim desde a puberdade, altura em que andou a virar putos do avesso, na Carolina do Norte. Era nova, coitada, e não tinha filtro de segurança. Papava tudo o que lhe passava à frente. A torto e a direito. "Wanna have fun?", perguntei-lhe. "Big time", respondeu. Ora, como sabem, "big" é o meu nome do meio e a americana só podia estar a pensar em mim. Levou-me a ver um filme em big screen, mas não passámos do título. Mal desligaram as luzes, enfiou a mão pela minha braguilha adentro, cravou a unhas no bregalho e corremos até casa dela, para lhe fuçar o grelo e escarafunchar o traseiro sobre o colchão de água que ainda não tinha experimentado.

