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por favor, não te venhas dentro de mim

Quando finalmente o caralho desapareceu entre aquelas coxas, já ela me mordia o ombro de tanta tesão. Sussurou qualquer coisa incompreensível ao meu ouvido. Eu sentia-me no paraíso. Tinha uma rata inacreditavelmente apertada e, por isso, não conseguiria parar de foder mesmo que quisesse. Agarrei-lhe os braços acima da cabeça enquanto sentia o pau a deslizar dentro e fora dela. Quanto mais rápidas eram as estocadas, mais ela esperneava.

- Com mais força!
Disse-o tão baixinho que mal a ouvi. Cravei as unhas no rabo dela e enfiei ainda mais fundo. Levantei-lhe umas das pernas contra o peito e continuei a perfurar aquela cona estreita. Ela mantinha os olhos fechados e a boca aberta. A certa altura, tentou escapar. Agarrei-a pelos cabelos e sussurrei:
- Já não há volta a dar. És minha!
Ela percebeu que estava quase a terminar.
- Por favor, não te venhas dentro de mim!

a capitalista do caralho

Amoleceu-se-me o coração e endureceu-se-me o pau quando recebi o convite de uma leitora para uma trancada sem exemplo. Só uma, dizia ela. Isso é perfeito, pensei eu, que já criei laços suficientes para levar o resto da minha vida a sorrir. Uma queca por curiosidade, acrescentava ela, desconhecendo que foi a dita (a curiosidade não a queca) que matou o gato.

Lembrei-me imediatamente do que uma amiga me confidenciou há uns anos: "As mulheres são umas capitalistas do caralho. Sabem que o caralho que mais fode é o caralho melhor preparado." Parece que esta interessada leitora é uma dessas capitalistas. E eu, que sou um liberal do caralho, deixei-a escolher o tipo de foda. Cona, cu ou mamas?, perguntei. Respondeu-me com uma imagem...


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