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Um azar do caralho


De tudo o que podia ter dito - e até podia dizer que preferia ser enrabada por um pigmeu - tinha mesmo que fazer-se de sonsa? A coisa conta-se numa rapidinha. Doce que sou, ofereci-lhe massagens e colinho nestes dias em que a Carla C. se sente mais carente. Já sabem como sou: não deixo escapar uma oportunidade para sacar pito frágil. Já a esfregar o pau de contente, saiu-me uma frase tão lamechas que nem parecia minha:
- Tenho saudades da tua cona!
Um pouco boçal, confesso, mas fofinho, não? Pasmem agora com a resposta:
- Azar!
Azar?! Azar?!?! Azar?!?!?! Tipo... que se foda?! Ou tipo... cala-te e fode-me?!
A-z-a-r. Fui desarmado por quatro letras apenas. E não foi amor...

Quero metê-lo no cu! #2


[continuação...]

Fazia tudo o que ela mandava. "Mete só a cabecinha e tira. Isso... Põe outra vez." E gemia. Não, não gemia, ronronava. E sabia que isso me deixava ainda mais tonto de tesão. O meu pau tinha pegado de estaca naquela cona gulosa. Conhecem? É daquelas pachachas que deixam uma pocinha de mel nas cuecas e um mar de nhanha até aos colhões.

"Tão fundo não, que dói. Só aí. Aí mesmo." Era exacta nas indicações. Cada sílaba era como que um pequeno choque eléctrico no escroto. "A-do-ro-es-te-ca-ra-lhão!" Só lhe faltava o pau de giz e a palmatória para lhe responder, obediente, sim-senhora-professora. O mais estranho é que estava a adorar aquela aula de foda personalizada. Ela era uma espécie de p.t. do pinanço.

Andava eu numa roda viva com aquela conassa, num dentro-fora de fazer explodir o nabo mais resistente, e já ela me agarrava o dedo indicador, guiando-o até rego. "É assim que eu gosto de foder", sussurava. Sempre o cu, esse botão a que se chama ânus: era ali que a Carla C. queria gozar. Fui fazendo desaparecer o dedo naquele rabo, enquanto o mangalho trabalhava o entrefolhos.

"Chama-me puta!" Revirei os olhos nesse momento. Sentia os tomates a doer, como se estivessem a pinar em seco. "Anda cá, vem para cima de mim e fode-me como uma puta", disse-lhe.

Quero metê-lo no cu! #1

Estava mesmo a pensar nisso: romper-lhe aquele traseiro de uma só vergastada, até ela guinchar, cara enfiada na almofada, que, já sabemos como é a vizinhança, podem não gostar. Mas não estava à espera que acontecesse tão rápido. Pensava até que teria que ser eu a sugerir-lhe uma enrabadela cautelosa. "Quero metê-lo no cu!" A Carla C. viu a minha cara de espanto e achou melhor sossegar-me. "É a minha fraqueza." Gosto deste nível de franqueza. Se é no cu que gostas, é no cu que metes. Há quem queira faça o papel de missionário a vida toda, mas não faz o meu género. Eu é mais badalhoquices.



Aquela mulher com cara de anjo e um corpo dos diabos é que mandava. Eu era apenas o toy boy, um rapaz obediente com um senhor caralho. Estava fascinado com aquela cona, uma espécie de pingo de mel das cricas, tão encharcada que estava. Um picasso das senaitas, rosada, lisa, molhada, de comer e ejacular por mais. Mas ela não estava para aí virada. Parecia encantada com a minha cabeça do pau. Não a largava. E o pau, agradecido, mantinha-se duro na missão de satisfazer todas as suas ordens.

À terceira entrou de vez. Devagar, devagarinho, que o que custa é a cabecinha passar o olho do cu. Tentou por baixo, por cima e, finalmente, de lado. A foda era dela e eu fodia ao ritmo dela. Nem sei como não me vim imediatamente. Sentia o caralho a latejar de tesão. Não me vim eu, veio-se ela. Pelo cu, garante-me.

[continua...]

Um trapézio amoroso

- Não é a ti que quero. Mas não posso querer quem não é meu...
- Sou um escape, é isso?
- Sim e não.
- Não sei que papel tenho neste "jogo".
- És o outro!


Não, não sou o amante. Isso ela já tem. Deixem-me explicar: a Carla C., casada, gosta de outro, que não sou eu. Diz-me ela que eu sou o outro... em relação ao outro. Confusos? Ou seja, isto não se trata de um triângulo amoroso, mas de um quadrado. Não, um quadrado não, que isso seria demasiado simples e a coisa não tem todos os lados iguais. É um quadrilátero. Prefiro chamar-lhe um trapézio amoroso. Melhor: um trapézio escaleno e, não querendo parecer pretensioso, imagino-me do lado maior do trapézio.

Ainda estamos no diz que diz

Diz que não lhe dou sossego, mas quer estar sossegada.
Diz que anda com os lábios da cona marcados nas calças, mas não sabe se o clítoris fica duro.
Diz que perdeu a vontade de me foder, mas quer foder até guinchar.
Diz que não me entende, mas gostava de se deixar levar.
Diz que o outro a convidou a ir a uma puta na grande cidade, mas não sabe se vai.
Diz que tem uma colega de trabalho que lhe dá bola, mas o patrão anda a comê-la.
Diz que a ideia do patrão e da colega lhe dá tesão, mas tem medo das consequências.
Diz que o outro a faz vir sem se mexer, mas o egoísmo dele cansa-a.
Diz que gosta de dar luta para lhe dar valor, mas adorava que lhe fosse ao cu.
Diz que não gosta de ter pêlos na pachacha, mas quer sentir os meus colhões peludos a baterem-lhe no rabo.
Diz que lhe dou tusa, mas é segredo.
Diz que gostava de dar uma trancada com vários homens, mas o marido não sabe.
Diz que não faz amor, que pina, mas o tipo tem que lhe dizer alguma coisa.
Diz que estamos num impasse, mas tem que confirmar ao vivo.
Diz que tem-se masturbado todos os dias desde que apareci, mas é só para confirmar que fica inchada.
Diz que sou um malandro, mas manda-me fotos indecentes.
Diz que tem que mudar de cuecas, mas tem se comportar como uma senhora casada.

A foto que ela me enviou. Tenho que a sentir vir-se na minha boca...

Diz que levou com "o preto", mas isso é o nome do vibrador.
Diz que gostava de partilhar o maridinho, mas não sabe como.
Diz que grita muito, mas tem que dormir.
Diz que não dorme por causa de mim, mas só faz o que lhe apetecer.

Há sempre uma primeira vez: fodi por conta


Se não fodesse, rebentava.
Passei o dia agarrado à braguilha. A Carla C. [não confundir com a Carla, minhota que continua de pernas fechadas] deixou-me como um cão com o cio. A uivar. Até malhei no vergalho enquanto conduzia. Ela gosta do que eu escrevo neste blog. Diz que lhe dá comichão na cona. Sim, já vi o resultado da coisa: ela não se toca, coça-a, como se fosse mordida por uma melga. Só a ideia deixa-me tonto de tesão. Nesse dia, garantiu-me que roçou a rata num canto da mesa antes de sair de casa. Lembrou-se do que eu lhe disse no dia anterior, sobre os colhões as baterem-lhe nas nádegas...

Não, não fodi, fui fodido.
Tive que parar numa estação de serviço. Explodi no meio do nada, mas decidi então que ia aceitar o convite da Susana [Lembram-se? A que me enviou a foto de rabo espetado a pedir que a comesse...] Não o fiz por ela. Lamento. Aceitei porque naquele dia tinha que ter cona. Apetecia-me a cona coçada da Carla C., mas uma cona descaracterizada é melhor do que nada.

Não a comi. Ela é que me comeu.
É verdade, mal me mexi. Apeteceu-me fazer o papel de um virgem num bordel. Abri as pernas e deixei que o caralho fizesse o papel de relações públicas. É bom? Chupa! Susana chupou. Não engoliu. Quis que eu gozasse entre as suas mamas épicas.