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enrabada pelo patrão


[continuação]

Foi uma foda rápida. Desajeitada. Exactamente como ela me pediu. Tinha que se despachar. Tinha que podar a vinha como o patrão lhe tinha pedido. Ora, o patrão sou eu, mas encarei a coisa como roleplay. Uma espécie de dramatização da vida real.

No fundo, era-me indiferente se ela queria assim ou assado. Estava com o caralho tão duro que até agradecia que fosse ela a mandar na queca.


Passados 30 segundos de implorar que me despachasse, a moça já estava a levar com ele entre as nádegas. Nem sequer teve tempo para admirar o nabo que entretanto lhe martelava a peida. Estava tão compenetrado em fazer a coisa no mais curto espaço de tempo que aquilo mais parecia uma punheta apressada.

Vim-me num instante. Claro que vim. Não era suposto explodir num abrir e fechar de olhos? Ela manteve-se em silêncio. Suspirou. Respirou fundo e contraiu o olho do cu. Nem sequer me deixou continuar a regar aquele intestino delgado. Limpou-se com um lenço de papel e olhou para mim como se estivesse cheia. Não cheia de porra, mas cheia de vergonha. Parecia embaraçada. Envergonhada por ter sido enrabada pelo patrão.

cantigas do bandido #26


Tinha cortado apenas meia dúzia de varas verdes e já eu estava agarrado ao traseiro da moça. Aquilo sim, é tranca que sabe o que quer. Tronchuda e arrebitada, que é o mesmo que dizer que está no ponto para ser papada. Aliás, tem que se comer na hora, senão estraga-se.

Ela tem fogo no cu


Perguntei-lhe ainda a medo
quantas vezes lhe tinham lambido o cu.
Respondeu-me que o rego
só serve para fazer pupu.

Perguntei-lhe quantos dedos
podia enfiar na gigantesca peida.
Respondeu-me que são pervertidos
os que metem a pata em bilha fétida.

Não lhe perguntei se gostava
de apanhar com marsapo no buraco.
Disse ela ao sentir pinto na cova:
"Ai doutor, deixa-me o cu feito num trapo."

cortar galhos e mamar no cepo


Tenho passado os meus dias na vinha, a fazer a poda em verde, que é semelhante à foda em pitas, já que, em ambas, um gajo usa a ponta nas mais jovens. No caso das videiras, levo a ponta da tesoura para lhes cortar o excesso de folhas miúdas, já no que diz respeito às moças, levo a ponta da picha ao entrefolhos para lhes matar a fome.

É nestas pérolas filosóficas que eu penso quando ando no campo. Espero que me percebam: fico entediado com a dimensão da coisa verde que tenho que decepar nos próximos dias e, por isso, penso nas coisas rosadas que podia andar a papar e nas imensas matas que podia desbravar.

Decidi então que devia ter companhia nesta dura tarefa. Com o duplo propósito de reduzir o tempo de corte dos galhos e duplicar o volume do cepo. Podia facilmente ter-me rodeado de putedo para dar forma ao vinhedo, mas essa não é a minha cena. Além disso, esta era uma missão para mãos calejadas e pito pingão. Uma saloia, portanto.

Daquelas com traseiro a precisar de trabalho de cintura, cintura larga de quem gosta de apanhar no traseiro e mamas volumosas porque já deu leitinho a uma mão cheia de crias.


[continua...]

Abre as pernas e deixa-me aliviar-te

Havia tanto tempo que não papava aquele papo de cona... Mas hoje acordei com a picha bem disposta e decidi contratar a Raquel, e o seu belíssimo mamalhal, para fazer as sementeiras de Inverno. Era madrugada, sentia-se um vergonhoso cheiro de queimado no ar e o nevoeiro só nos deixava ver um palmo à frente da cara. Ela agarrava-se a mim com medo de fantasmas que não existem. Eu estava feliz por sentir os tintins aos saltos de tesão.


- Não se vê um caralho.
- Podias bater-me uma que ninguém notava.
- O doutor não deve estar bom da cabeça.
- Então bato-te eu... Espera aí. Qual é a congénere de punheta? O que é que as mulheres fazem à cona? Dão-lhe uma esfrega?
- Os brasileiros chamam-lhe siririca.
- E tu o que é que lhe chamas?
- Eu digo que vou aliviar-me.
- Então abre as pernas. Deixa-me aliviar-te.
- Rapidinho, que pode aparecer alguém.

A caminhada da vergonha

[continuação]

O papo de cona que conheci no campo não era só aparência. Também era garganta. Mas não das que falam, falam, falam mas não fodem nada. O que ela fez com o meu caralho enfiado na goela fica para a história...

Surpreendida pelo meu atrevimento, Raquel pôs-se de joelhos. Desapertei as calças e, acidentalmente, dei uns passos atrás. Ela gemeu em forma de protesto, mas decidi não me aproximar. Com os jeans até aos tornozelos, cruzei os braços e mantive-me exactamente no mesmo sítio. Imóvel. Estava curioso: seria preciso dizer alguma coisa? Ela arregalou os olhos, enquanto lutava para não se mexer. Senti o sangue disparar numa correria no momento em que ela lambeu os lábios pela primeira vez. A cabeça começou a mudar de cor e a engrossar. Estávamos ambos de olhos postos no meu caralho. Contraí o estômago. O pau cresceu lentamente e começou a mover-se para cima e para baixo, ao ritmo das batidas cardíacas. Ela abriu a boca, como que a suplicar por mais. Dei um passo à frente e agarrei-a pelo cabelo. Já não aguentava mais. "Chupa-o", sussurrei, antes de fechar os olhos e perder-me naqueles lábios mornos.

Quando regressámos ao milheiral, decidi entreter-me com o mamalhal da Raquel. Queria filmá-la naquele momento a que os americanos chamam "walk of shame". Não que ela estivesse envergonhada por ter engolido um verdadeiro tsunami de porra. Pelo contrário. Vinha a sorrir, faces rosadas e uma tremenda vontade de repetir aquele broche.



Consegues descobrir qual é o verdadeiro mamalhal da Raquel?

mamalhal 1
mamalhal 2
mamalhal 3
nenhum deles
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Vaginas e pénis: o António perdeu a cabeça

[continuação]

No exacto momento em que vi o papo de cona da Raquel, passei a ter um objectivo do dia: meter o caralho naquela chicha. Papá-la à bruta, porque aquilo só podia ser rata de alta rotação. Percebi que a investida não seria fácil. Não se tratava de uma ordinária qualquer, daquelas que começam a mamar no palhaço antes mesmo de um gajo montar a tenda. Não, não era gaja de meter a boca no trombone à primeira sacudidela da batuta. Teria, portanto, que fazer a coisa com habilidade, até ela criar uma pocinha na cueca. Digam lá se não fui um tipo paciente...


- Consigo ver nas tuas mãos que não costumas trabalhar no campo.
- Pois... Na verdade, não. Trabalho numa clínica. Sou assistente de um urologista. Isto é só para ganhar um dinheiro extra.
- Sabes usar uma tesoura de poda?
- Assim-assim. Mas percebo de urologia.
- De pénis, portanto.
- Hihihihihi...
- Eu percebo pouco de pénis. Só conheço um.
- O seu. Hihihihihi...
- Exactamente. Mas percebo de vaginas.
- Ó doutor, assim fico envergonhada...
- Não há que ter vergonha de vaginas. As vaginas são como os pénis que vão ao urologista. Há que tratá-las como deve ser.
- Hihihihihi... Passam-lhe muitas vaginas pela mão?
- Umas quantas. Mas não contes a ninguém.
- Hihihihihi...
- Sabes, só de olhar para ti consigo perceber que tens uma bela vagina.
- ... [cora, baixa a cabeça e agarra-se à braguilha, como que à procura de algo de errado]
- Não, não tens a braguilha aberta. Eu é que tenho um sexto sentido no que diz respeito a vaginas.
- Hihihihihi...
- Passam-te muitos pénis pelas mãos?
- Pelas mãos não. Pelos olhos... Uns quantos...
- E aqueles que te passam pelos olhos estão em descanso?
- Hihihihihi... Sim.
- O meu pénis tem um problema. Raramente está em descanso.
- Isso é um problema?!
- A mim não me causa problemas. Pelo contrário. É um problema para ti que ele esteja duro que nem um cepo enquanto falo contigo?
- ... [cora, arregala os olhos de espanto e cruza as mãos junto à braguilha, como que a proteger-se do bicho-papão]
- Podia dizer-te que não era bem isto que queria dizer, mas era exactamente isto que queria dizer: dás-me um tesão desgraçado. É um problema para ti?

[continua...]

Quem me enviou este papo de cona?

Ontem não publiquei nada neste vosso blog por uma boa razão. Estava já de pau feito, a pensar no que vos ia contar, quando apareceu, vindo sabe-se lá de onde, este papo de cona.


Já não via papo de cona assim havia um bom par de dias. Aliás, nem papo assim nem papo assado, porque passei 48 horas sem papar ninguém. Não porque estou a fazer dieta, mas porque tenho andado de papo cheio. A Madalena, que já vestiu uma camisa do pai e um sutiã da mãe só para me provocar, deixou-me, mais uma vez, com a picha feita num 8. Mas isso é outra história...

Era um mar de gente naquele pomar, naquele dia. Só reparei na Raquel no final da tarde, quando a moça veio pedir-me um instrumento. Calma, não andava à procura de caralho fácil. Queria uma tesoura de poda, não uma vara para a foda. Claro que os meus olhos fixaram-se naquele papo de cona e, durante alguns segundos, curtos segundos, cheguei a ter sentimentos pela gaja. Não, não foi amor, que o amor não é para aqui chamado. Foi tesão tal que fiquei preocupado com o feliz destino daquele papo de cona. Não quero ser mais papista do que o Papa, mas aquele papo de cona não foi fruto do acaso. Foi destino. Foi-me enviado pelo criador de todos os papos de cona.