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mais pitos na manga


[continuação...]

Acho que encontrei mais uma cona de algibeira. Daquelas que um gajo saca sempre que acorda com vontade de pinar e não tem paciência para procurar pito novo. Mas isso é assunto para outra altura. Desta vez vou terminar o que comecei, que é o mesmo que dizer que este texto serve de esguicho de porra final sobre os 2 pares de ratas a que recorro em dias de aflição:

A mamalhuda


Com esta passo horas a brincar com as mamas. Punheta de mamas, tautau nas mamas, chuchar nas mamas, repuxo de porra nas mamas... Enfim, um perfeito dicionário sobre imundice com glândulas mamárias. Aquilo não são apenas mamas grandes e boas. São tetas tais que, em casa da minha avó, seriam consideradas brejeirice pior que "puta-que-pariu". Seja como fôr, conseguem excitar-me sempre que as vejo. Não tenho olhos para mais nada, nem caralho para mais ninguém. Só penso em ensanduichar a picha naquele mamalhal.

A burguesa


Esta só goza se levar no cu. Gosta tanto de ter pau enfiado nas entranhas que nem tenho que ter o trabalho de o lubrificar antes de martelar. Percebe-se logo que é uma gaja com dinheiro, porque fode com requinte. Aliás, quando não estou com ela, manda-me mensagens estranhas, explicando que enfiou um candelabro de prata na rata ou andou a roçar-se na perna de uma cadeira Luís XV. A mulher é tão rica que já pensou em melhorar a crica num conhecido cirurgião plástico do Rio de Janeiro. Mudou de ideias quando lhe expliquei que não vale a pena tratar da cona quando os orgasmos lhe chegam do cu.

4 pitos na manga


Há quem tenha 1 trunfo na manga, eu tenho 4 conas no bolso. Também tenho 1 dúzia de preservativos, porque nunca sabemos o que nos pode aparecer pela frente e quem podemos comer por trás. Mas isso são outras contas. Agora quero contar-vos sobre os 2 pares de ratas que estão disponíveis em dias de aflição. É a elas que eu recorro sempre que quero descarregar porra velha e não há pito novo para o fazer.

A funcionária pública


Esta só fode de pé. Diz que passou demasiado tempo sentada e, por isso, tem que exercitar os músculos da tranca. Eu não me importo, porque, da última vez que tentei uma coisa nova, percebi que a gaja, que é feia como o caralho mas tem boas tetas e peida arrebitadinha, tresandava do pipi. Não a levei a mal. É sinal que tem que ser comida antes que se estrague. De certeza que o marido já não a martela como deve ser há muitos anos.

A divorciada


Esta é a minha favorita, mas tenho que ter cuidado. A tipa anda à caça de homem, porque os outros 3 que conseguiu sacar não aguentaram o andamento da moça. Para ela é preciso muita força na verga. Chamo-lhe a trilogia do pinanço e já vão perceber porquê. Na última vez que estivemos juntos estava a dar um jogo de futebol e ela conseguiu apanhar na cona durante a apresentação das equipas, fazer-me um broche de categoria entre os 5 minutos e 25 minutos da partida e aguentar com o nabo no cu até ao fim da primeira parte. Na segunda parte, as equipas mudaram de campo e ela inverteu a sequência: cu para começar, broche de seguida e cona no fim. Vão dizer que é nojento, não?!

[continua...]

Conversas da sarjeta #30

Esta conversa foi-me contada pela Susana, que continua a dar trela à Teresa, que, por sua vez, continua cheia de vontade de ser amante da Susana.


- O que aconteceu ali, Teresa?
- Nada. Apenas mamei o pau gigantesco daquele gajo até ele se vir na minha boca.
- Estás a falar a sério? Estás no jacuzzi com um tipo que não conheces de lado nenhum e fazes-lhe um broche...
- Susaninha, estás zangada? Disseste-me que eu podia.
- Podes fazer o que quiseres, mas isto é fodido.
- Seja como fôr, foi do caralho. Viste aquela picha? Ui, há muito que não comia uma assim tão grande! Era tão grossa que mal conseguia engoli-la.
- Não me pareceu teres tido muitos problemas...
- Ei, sou boa no que faço, ok?
- És uma puta, é o que és.
- Foi incrível! Nem posso acreditar que engoli aquela merda toda.
- Algumas gotas escorreram pelo teu queixo...
- Tanto faz. Ele não reclamou.

Gostas de mim 'mor?

Recebo uma mensagem da Susana. Lembram-se dela? Tem mamas de proporções épicas e uma cona pingo de mel...
- Saudades. Por onde andas?
- Lado nenhum.
- Adoro-te!
- Ui, que doce. Passa-se alguma coisa...
- Penso em ti.


Agarrei-me à braguilha ao receber a foto. Duro que nem um pau.
- Estou a fica apaixonada. Achas normal?
- Isso é perigoso.
- Nem parece meu. Não me apaixono por ninguém.
- É porque eu sou muito bom.
- Idiota!
- É verdade, sou uma besta. E estou a ficar com uma verga...
- Farto-me das pessoas rapidamente e ainda não me fartei de ti. É estranho. Nem sei porque penso em ti. Enfim, bates forte cá dentro.
- Se bato. Forte e feio.
- Cala-te! Só pensas em sexo. Estou a falar de sentimentos. Gostas de mim 'mor?

'Mor?!?! 'Mor?!?! Terá chegado a hora de acabar com a coisa antes que ela queira uma coisa séria? Eu já lhe dou a resposta, mas antes vou acabar o que já ía a meio: uma punheta de olhos postos nesta rata em forma de jpeg.

O que achas do decote? É demais?

Nunca percebi porque lhe chamam "espanhola".
Mas sempre é melhor do que chamar-lhe "coito intermamário", expressão tão fria que parece dita pela enfermeira gorda e mal-encarada que nos ofereceu um copo sem germes para recolha de sémen. Não aconteceu, relaxem, mas diverte-me a ideia da mesma enfermeira explicar o procedimento como se gostasse de badalhoquices: "Bates uma punheta e esporras-te para este copo. E isso rapidinho, que a seguir vou fazer uma 'gravata' ao Dr. Boamorte." Não é melhor chamar "gravata" à "espanhola"? Afinal, um caralho bem esticadinho entre as mamas de uma mulher parece de facto o dito adereço.

[faits divers: os espanhóis chamam "cubana" à "espanhola", os ingleses "francesa" e os holandeses "russa".]

Ou seja, o mundo inteiro gosta de uma boa mamada entre as mamas. Simplesmente dá-lhe nomes diferentes.
Eu não fujo à regra. Gosto de deboche. E, se lhe acrescentarem conversa porca, garanto-vos que terão direito a uma verga colossal para lá da braguilha. Falar com a Susana é uma espécie de pré-queca. Ela é uma grosseirona, sempre a falar de cambalhotas que aconteceram e que gostava que acontecessem. Além disso, como já vos contei, tem uma prateleira épica.


Há sempre uma primeira vez: fodi por conta


Se não fodesse, rebentava.
Passei o dia agarrado à braguilha. A Carla C. [não confundir com a Carla, minhota que continua de pernas fechadas] deixou-me como um cão com o cio. A uivar. Até malhei no vergalho enquanto conduzia. Ela gosta do que eu escrevo neste blog. Diz que lhe dá comichão na cona. Sim, já vi o resultado da coisa: ela não se toca, coça-a, como se fosse mordida por uma melga. Só a ideia deixa-me tonto de tesão. Nesse dia, garantiu-me que roçou a rata num canto da mesa antes de sair de casa. Lembrou-se do que eu lhe disse no dia anterior, sobre os colhões as baterem-lhe nas nádegas...

Não, não fodi, fui fodido.
Tive que parar numa estação de serviço. Explodi no meio do nada, mas decidi então que ia aceitar o convite da Susana [Lembram-se? A que me enviou a foto de rabo espetado a pedir que a comesse...] Não o fiz por ela. Lamento. Aceitei porque naquele dia tinha que ter cona. Apetecia-me a cona coçada da Carla C., mas uma cona descaracterizada é melhor do que nada.

Não a comi. Ela é que me comeu.
É verdade, mal me mexi. Apeteceu-me fazer o papel de um virgem num bordel. Abri as pernas e deixei que o caralho fizesse o papel de relações públicas. É bom? Chupa! Susana chupou. Não engoliu. Quis que eu gozasse entre as suas mamas épicas.

Encharcada de porra e mel

A Susana teve um amante que a deixou.
Agora o amante quer voltar a amá-la. A ela e à amiga dela, a Teresa, que também quer voltar a ser amante dela. A três a felicidade é maior, não é? Entretanto, ela quis vingar-se e sacou um novo amante. Não sei se o terá feito para prazer próprio ou se para revolta do outro. Que se foda!

Pergunta-me ela: "Vamos fazer memórias juntos?"
Vamos, penso. Mas só nos próximos dias. Memórias a curto prazo, que não quero pensar mais além. Memórias como aquele rabo empinado, saia pelas ancas, sapatos de salto alto para fazer sobressair a curvatura dos gémeos. Parece cena de Hollywood: cuequinha ligeiramente abaixo dos joelhos, mãos apoiadas no chassis, como se tivesse tracção à frente, os meus olhos colados na sua traseira.

Vemos o Tejo, mas não ligamos nenhuma.
Fodo-a a poucos metros do macadame, nome engenhoso que vem do escocês que inventou o asfalto. Nunca o tinha feito em Monsanto, esse altar para putas, putanheiros e punheteiros. Não aguento mais de tesão. O meu pau lateja e não quero fazer figura de fraco. Explode lá dentro, caralho! Aguenta António, que a mina está mesmo ali e tu és o garimpeiro.

Aguento estoicamente.
Fixo o olhar naquela cona inchada, clítoris a palpitar e vou directo ao alvo. Geme que nem uma perdida, arfa a cada penetração, a pingar mel no meu pau. Agiganta-se-me o caralho, afasto-lhe as nádegas e percebo que revira os olhos. Fodo-a até ao colo do útero. Tiro-o, para respirar, e volto à carga uma e outra vez. Cada vez mais fundo. Unhas cravadas nas nádegas. Ela silencia um grito e sinto que se vem em forma de enxurrada.

Hoje, que a memória é curta, não penso na pachacha da Susana encharcada de porra e mel. Delicio-me com a imagem das suas mamas de proporções épicas.