A Sara, que gosta de se exibir e deixa uma poça de mel sempre que lhe tiro as cuecas, mostrou-me uma faceta nova. Não, não se trata do traseiro que ainda não papei. Não sejam garganeiros!
Já vos tinha dito que ela me deixa duro com as suas fotos de entesa-mortos, mas não tinha percebido que também o pode fazer com um jogo de palavras. Deixou de ser apenas uma cona. Agora é pachacha que arreganha a taxa e arrimba o malho. É gaja com graça. Ora, como toda a gente sabe, não resisto a uma moça com sentido de humor e ausência de rancor.
- Tens um frasquinho? - perguntou-me ela.
- Para quê?
- Para te meteres lá dentro quando derreteres...
Como imaginam, ao receber esta imagem, derreti-me.
Senti imediatamente a porra a borbulhar no baixo ventre. A Sara passou então ao ataque, que chona assim não se come por dá-cá-aquela-palha.
- Num frasquinho posso-te ir tomando - insistiu.
- Assim eu seria mole.
- Líquido.
- Não me preferes sólido?
- Conheço-te melhor gasoso. Desapareces muitas vezes...
- Ui, a boquinha.
- Gostas?
- Da tua boca, gosto. Das tuas bocas, menos.
- Não é a mesma coisa?
- Atingem diferentes pontos do corpo.
- Quais?
- A boca a boca, as bocas o coração.
- Toco-te o coração?!
- Pensavas que não tinha?
- Pensava que estava desativado.