De uma vez por todas, pinar não é só CNR. Não é só caralho na rata. É muito mais: imagens, sons, cheiros, texturas, gemidos e suspiros, embaraços e choraminguices. Trata-se de uma forma de interagir com o parceiro, ter prazer mútuo e uma experiência repartida. Isso é o que elas julgam. Ou pensavam que eu era capaz de dizer balelas destas? Eu cá acho que foder não é mais do que uma forma de brincar com a pilinha.
Vem isto a propósito das punhetas da Suzete. Ela acha que estrangular o careca é uma prática cheia de contraste. Não faço a mínima ideia do que está a falar. Só estou a repetir o que ela me disse. Tem um nível de intimidade que um CNR (não se esqueçam, caralho na rata) não tem. Há que saber recuar para prolongar o tesão, perceber como um gajo gosta de ser tocado, reconhecer os sinais de que está quase a vir-se... a respiração irregular, o movimento do abdómen, os gemidos que aumentam de volume...
De novo, não faço a mínima ideia do que está a falar. Eu só pensava no local onde a porra iria pousar. Se nas bordas da pachacha, nas mamas ou na cara da moça. Mas se refletir um bocadinho na coisa - não muito que racionalizar sobre trucatruca faz mal à cuca - diria que uma punheta não precisa de preparação. Não precisa de aviso prévio ou equipamento especial. É um 'bora lá! É um venha a mim o vosso leite. Sem merdas.
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quero ter a boca cheia de ti
O dia começou com uma promessa de queca. Estava nu na cama, à espera que a minha mulher chegasse a casa, quando recebi uma mensagem da Suzete:
- Tenho saudades tuas! Quero conhecer esse teu caralho de cor.
Como provavelmente já perceberam, tenho uma tendência natural para ficar de pau feito à mais pequena insinuação de berlaitada. Por isso, tive dificuldades em aguentar a coisa quando recebi a segunda mensagem:
- Quero sentir o teu sabor. Quero receber o teu leite morno.
A minha cabeça, que fantasiava com aquela cona gulosa, estava a levar a melhor. Apertei a picha com força, deitei-me de costas, passarinhei pelo quarto... Nada funcionava. Ficava perto de me esporrar sempre que ouvia o toque do telemóvel. À terceira mensagem, que vinha com imagem, não aguentei:
- Quero ter a boca cheia de ti!
orgasmo forçado
Esta mulher é surpreendente. Vive num mundo de faz de conta. O que lhe vale é que faz da cona um trunfo precioso no mundo cão onde trabalha. Eu sei que alguns dizem que ela subiu na horizontal. Mas isso é dor de corno. Papem-lhe a rata como eu papei e vão ver que não querem papar outra coisa.
Desta vez, enviou-me um email surreal:
"Quero ver um homem a ser ordenhado como uma vaca até se esporrar. Contemplá-lo a esvair-se em porra. Ser-lhe retirado todo o leite que ele sabia que estava dentro dele e ainda um extra que ele nem sequer imaginava que tinha naqueles colhões. Fico feliz quando imagino um tipo a morder o lábio, concentrado noutra coisa qualquer, de forma a evitar o orgasmo. Imagino-o a ser obrigado a vir-se, ao mesmo tempo que é ordenado a não o fazer.
Um orgasmo forçado é fascinante, não achas? E nem sequer sou dominadora. Mas a ideia de manejar um caralho enquanto o gajo estremece e implora que não o faça parece ser algo difícil de realizar. Teria que sair da minha zona de conforto. Teria que mudar esta minha forma naturalmente submissa de encarar o sexo. Ir para um lugar onde nunca estive. Adoro a ideia de obrigar um homem a gozar, mas não sei se gosto da ideia de ter que fingir que sou outra pessoa. Estou obcecada com esta fantasia."
Desta vez, enviou-me um email surreal:
"Quero ver um homem a ser ordenhado como uma vaca até se esporrar. Contemplá-lo a esvair-se em porra. Ser-lhe retirado todo o leite que ele sabia que estava dentro dele e ainda um extra que ele nem sequer imaginava que tinha naqueles colhões. Fico feliz quando imagino um tipo a morder o lábio, concentrado noutra coisa qualquer, de forma a evitar o orgasmo. Imagino-o a ser obrigado a vir-se, ao mesmo tempo que é ordenado a não o fazer.
Um orgasmo forçado é fascinante, não achas? E nem sequer sou dominadora. Mas a ideia de manejar um caralho enquanto o gajo estremece e implora que não o faça parece ser algo difícil de realizar. Teria que sair da minha zona de conforto. Teria que mudar esta minha forma naturalmente submissa de encarar o sexo. Ir para um lugar onde nunca estive. Adoro a ideia de obrigar um homem a gozar, mas não sei se gosto da ideia de ter que fingir que sou outra pessoa. Estou obcecada com esta fantasia."
Tive 22 caralhos dentro de mim
[continuação]
Não demorou muito até ficar sozinho com a Suzete. Estava-lhe na cara. O nariz arrebitado não é marca de nascença. É um sinal claro de que estamos perante uma ordinária que só fica satisfeita quando tem o que quer. E ela só queria uma coisa: este menir fálico dentro dela. Só não consegui perceber onde. Cona ou cu? Na boca não, que aquela penca é uma excelente forma de preservar a virgindade oral da moça.
Recebeu-me em casa como eu gosto. Como uma ordinária. Deixou cair o robe de seda, agarrou-me pela mão e levou-me até ao quarto. Não demorei muito a tirar a roupa. Empurrei-a para a cama com um grunhido, afastei-lhe as pernas e puxei-a até à borda. Sorriu, como que a dizer que estava mortinha para ter pau naquela rata. Enfiei a picha sem a preparar para a coisa. Ela gemeu, agarrou-me pelo cabelo e segredou:
- Queres que te diga agora?
Murmurei um sim.
- Chama-me puta! Chama-me puta e eu digo-te.
- Diz-me, sua puta, quantos homens te foderam assim?
Começou a abanar a cabeça e a revirar os olhos enquanto a martelava com mais força.
- Quantos caralhos tiveste dentro de ti? Quantas vezes tiveste que implorar para te comerem como uma galdéria?
- Foda-se, não aguento mais! Fodi com 22. Tive 22 caralhos dentro de mim.
Não demorou muito até ficar sozinho com a Suzete. Estava-lhe na cara. O nariz arrebitado não é marca de nascença. É um sinal claro de que estamos perante uma ordinária que só fica satisfeita quando tem o que quer. E ela só queria uma coisa: este menir fálico dentro dela. Só não consegui perceber onde. Cona ou cu? Na boca não, que aquela penca é uma excelente forma de preservar a virgindade oral da moça.
Recebeu-me em casa como eu gosto. Como uma ordinária. Deixou cair o robe de seda, agarrou-me pela mão e levou-me até ao quarto. Não demorei muito a tirar a roupa. Empurrei-a para a cama com um grunhido, afastei-lhe as pernas e puxei-a até à borda. Sorriu, como que a dizer que estava mortinha para ter pau naquela rata. Enfiei a picha sem a preparar para a coisa. Ela gemeu, agarrou-me pelo cabelo e segredou:
- Queres que te diga agora?
Murmurei um sim.
- Chama-me puta! Chama-me puta e eu digo-te.
- Diz-me, sua puta, quantos homens te foderam assim?
Começou a abanar a cabeça e a revirar os olhos enquanto a martelava com mais força.
- Quantos caralhos tiveste dentro de ti? Quantas vezes tiveste que implorar para te comerem como uma galdéria?
- Foda-se, não aguento mais! Fodi com 22. Tive 22 caralhos dentro de mim.
Queres a resposta antes ou depois de me foderes?
Estava escrito. Tinha que comer a Suzete. Lembram-se dela? É a gaja de peida descaída e nariz dilatado que, achava eu, nunca me passaria pelo caralho. Pois bem, passou e voltou a passar. Até me deixar de picha à baila.
Tudo começou com uma conversa de caracacá sobre secretárias da junta com dedos ágeis para teclar nas máquinas de escrever e um jeitinho especial para dedilhar as flautas de bisel dos concorrentes à presidência da junta. Como seria de esperar, ao fim de 5 minutos disto aborreci-me de morte e perguntei-me a mim próprio: o que é que te apetece António? Mamas ou cu? Apetecia-me cona, mas o que disse em voz alta foi outra coisa:
- Com quantos homens já foste para a cama?
A Suzete compôs a alça do sutiã, passou a mão pelo cabelo, recostou-se, apoiou os cotovelos no cadeirão e abriu as pernas em forma de convite.
Sorriu, voltou a cruzar as pernas e inclinou-se até me deixar na dúvida se queria mesmo saber a resposta.
- Queres que te responda antes ou depois de me foderes?
[continua...]
Tudo começou com uma conversa de caracacá sobre secretárias da junta com dedos ágeis para teclar nas máquinas de escrever e um jeitinho especial para dedilhar as flautas de bisel dos concorrentes à presidência da junta. Como seria de esperar, ao fim de 5 minutos disto aborreci-me de morte e perguntei-me a mim próprio: o que é que te apetece António? Mamas ou cu? Apetecia-me cona, mas o que disse em voz alta foi outra coisa:
- Com quantos homens já foste para a cama?
A Suzete compôs a alça do sutiã, passou a mão pelo cabelo, recostou-se, apoiou os cotovelos no cadeirão e abriu as pernas em forma de convite.
Sorriu, voltou a cruzar as pernas e inclinou-se até me deixar na dúvida se queria mesmo saber a resposta.
- Queres que te responda antes ou depois de me foderes?
[continua...]
A tua mãe tem um segredo
Atrás de mim, ouvi um puto dizer a outro puto:
- Este é o gajo que anda a comer a Suzete.
Não, não ando. Nem sei bem porquê. É uma oferecida, como eu gosto, tem mamas que nunca mais acabam e um ar de badalhoca que deixa qualquer nabo a latejar. Já esgalhei três punhetas por muito menos. Tem, no entanto, peida descaída e nariz dilatado. Agora que penso na penca da tipa, não me importava nada de sentir umas coceguinhas no escroto enquanto me lambia os colhões... E já que estou nessa, também gostava de ensanduichar a picha nas grandes glandes da minha vizinha... Enfim, sou muito esquisito no que diz respeito à venta da serigaita com quem pino. Desculpem, mas não gosto de trambolhos no meio da cara.
Podia ter respondido ao adolescente bexigoso:
- Não ando a comer a Suzete, mas ando a papar a tua mãe.
Podia ter-lhe dito isso e muito mais. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que a Eugénia, mãe dele, me fez um broche enquanto ele, o puto agora bexigoso, estava na sala ao lado. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que esvaziei as bolas no cu dela e, como ela não se veio, cocei-lhe o clítoris até a deixar esticada de tesão e o reto tão relaxado que soltou um pouco da minha porra. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que ela cavalgou o meu caralho com o traseiro e eu enterrei-lhe 2 dedos na crica só porque queria sentir o meu próprio membro afundar-se naquelas entranhas.
Poder, podia, mas não teria tanta graça como contar a cena à Eugénia, que se riu que nem uma perdida e me devolveu o bombom com uma foto da sua nova fatiota.
- Este é o gajo que anda a comer a Suzete.
Não, não ando. Nem sei bem porquê. É uma oferecida, como eu gosto, tem mamas que nunca mais acabam e um ar de badalhoca que deixa qualquer nabo a latejar. Já esgalhei três punhetas por muito menos. Tem, no entanto, peida descaída e nariz dilatado. Agora que penso na penca da tipa, não me importava nada de sentir umas coceguinhas no escroto enquanto me lambia os colhões... E já que estou nessa, também gostava de ensanduichar a picha nas grandes glandes da minha vizinha... Enfim, sou muito esquisito no que diz respeito à venta da serigaita com quem pino. Desculpem, mas não gosto de trambolhos no meio da cara.
Podia ter respondido ao adolescente bexigoso:
- Não ando a comer a Suzete, mas ando a papar a tua mãe.
Podia ter-lhe dito isso e muito mais. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que a Eugénia, mãe dele, me fez um broche enquanto ele, o puto agora bexigoso, estava na sala ao lado. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que esvaziei as bolas no cu dela e, como ela não se veio, cocei-lhe o clítoris até a deixar esticada de tesão e o reto tão relaxado que soltou um pouco da minha porra. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que ela cavalgou o meu caralho com o traseiro e eu enterrei-lhe 2 dedos na crica só porque queria sentir o meu próprio membro afundar-se naquelas entranhas.
Poder, podia, mas não teria tanta graça como contar a cena à Eugénia, que se riu que nem uma perdida e me devolveu o bombom com uma foto da sua nova fatiota.






