Estamos deitados no banco de trás do carro. Tenho a boca entre aquelas pernas brancas como cal, a deliciar-me com a cona mais pingona do hemisfério norte. Ela agarra-me pelos cabelos e diz-me para a comer.
- Não tenho camisinha, caralho!
- Não faz mal. Sou virgem e estou a tomar a pílula. Eu confio em ti.
Estamos no chuveiro. Ela ajoelha-se, gulosa, e leva tudo à boca. De um só trago. Luto contra o chão escorregadio e as paredes geladas. Não me aguento de pé. Levanto-a, beijo-a, mas ela vira-se de costas, afasta as pernas e esfrega o meu cacete contra ela.
- Vamos fazer isto apenas por uns minutos. Depois podemos sair do banho e fodemos com segurança.
Ela inclina-se sobre a varanda. Tem um cigarro na boca. É a gaja mais sacana que já conheci. Beijo-a atrás do pescoço. Ela retribui o mimo e esfrega-me o pau através dos meus jeans. A cidade parece minúscula lá em baixo, mas isso são pormenores que não interessam um caralho. Levanto-lhe o vestido e agarro-me àquela tranca macia. Ela vira-se e sussurra:
- Só não te venhas dentro de mim...
