Mostrar mensagens com a etiqueta Lara. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lara. Mostrar todas as mensagens

A minha primeira foda revisitada

A minha primeira foda foi, provavelmente, a mais estranha de sempre. Tinha 16 anos e, na altura, metia dó de tanta punheta que batia. Andava chupadinho, chupadinho. Cona? Nem vê-la. Saltava de quase-queca em quase-queca, ansioso pela pinocada número 1. Sentia-me um pobre diabo, cheio de um amor perverso por uma gaja imaginária, a tipa que um dia paparia. Não era afecto, antes uma fome apaixonada, desesperadamente apaixonada, como se nessa futura trancada estivesse o segredo da minha própria felicidade. Houve mesmo uma altura em que senti pelo mangalho um sentimento de ódio tão grande que o chamava de filho-da-puta-de-um-não-presta-para-nada. Preferia morrer de fome a deitar-lhe a mão por piedade.

Foi então que conheci a Lara. Era dez anos mais velha do que eu e tinha uma rodagem maior do que o monolugar do Niki Lauda. Raptou-me numa tarde de matiné da discoteca onde os desgraçados como eu roçavam-se nas miúdas mais à mão. Fez de mim gato-sapato no apartamento que partilhava com a colega da loja de pronto-a-vestir onde trabalhava.
- Põe a língua de fora! Por que esperas cabrão? Lindo menino. Estavas à espera de cona? Errado. Tens que a merecer.
Aquela mulher sentia prazer em humilhar-me. E eu nem me importava. Só pensava em cona. Andava tão desesperado por cona, uma cona qualquer, que faria o que fosse necessário. 



Lembrei-me desta história há umas noites, tinha a Ana em cima de mim, a pedinchar que lhe desse cabo do canastro.
- Bate-me nas mamas!
De todas as coisas estranhas que já fiz, nunca me ocorreu esbofetear as glândulas mamárias. O rabo? As coxas? O clítoris? Faz todo o sentido dar-lhes umas palmadas. Mamas... nem por isso. Não sei bem porquê, mas nunca pensei nisso. Ainda assim, fiz o que ela pediu. Deixei-a vermelha junto dos mamilos e ela agradeceu-me as bofetadas com uma cavalgada de rebentar colhões.