Mostrar mensagens com a etiqueta Monique. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Monique. Mostrar todas as mensagens

quero que me batas


A freak revelou-se um pocinho de surpresas. Ela é muito mais do que a pentelheira farta e a pocinha de nhanha que se forma nas cuecas sempre que lhe enfio os dedos na cona. É muito mais do que malabarista de bolas de circo. Vai ficar para memória futura não só porque sabe como se agarrar às bolas que se situam junto ao escroto, mas também pelo que me escreveu ontem. Leiam com atenção:

"Quero que me batas. Quero que me curves, que me arranques a camisa e puxes as minhas calças até revelares o meu rabo pálido. Quero que faças das minhas nádegas a tua tela. Quero ouvir aquele barulho delicioso do contacto da tua mão com a minha pele. Quero sentir-te excitado com a minha respiração ofegante de quem está a apanhar. Vais reparar como inspiro e expiro para me acalmar sempre que recebo um golpe teu.

Vais ouvir um gemido de vez em quando. Vais perceber qual é o meu limite. Sei que vais controlar as tuas palmadas.


Quero que me leves para o sofá e me deites no teu colo. Quero sentir o teu caralho duro debaixo de mim, enquanto aprecias a tua obra prima cor-de-rosa. Quero que me batas de novo. Quero me batas outra e outra vez até eu ficar a tremer. Quero que me batas até ficares satisfeito. Quero que me batas até achares que apanhei o suficiente."

esta freak não largava as bolas


Só agora percebi o encanto de uma freak com rastas pelos cotovelos e pêlo nas ventas a passear uma enxada: como não usa sutiã, que isso é coisa de burgês, os mamilos competem em vaidade com os gomos das macieiras, videiras e outras fruteiras. Encontrei-a, não por acaso, na vizinhança do campo onde ando a fazer uma plantação de castanheiros, lá para os lados de Fafe.

Como sabem, onde há uma hippie, há um cão, bolas de malabarismo, diabolos, monociclos, kits de limpeza de piercings e, neste caso, uma farta pentelheira. Não foi preciso muita conversa para convencê-la a levar-me ao celeiro onde guarda as suas memórias da cidade. Brincou com os artigos de circo, o cão brincou com as galinhas e eu brinquei com a rata peluda. O extraordinário é que a tipa conseguiu fazer malabarismo enquanto lhe lambia o grelo.

Quando finalmente deixou cair as bolas circenses, agarrou-se aos meus colhões. Não os largou até eu descarregar um mar de porra branca e pegajosa naquele corpinho cheio de paz e amor.


Nesse mesmo dia, senti uma estranha necessidade de tomar um banho de civilização: lanchei com uma CEO que gosta de enfiar pérolas na cona, jantei com uma vereadora que exige ser aviada à canzana e tomei um copo com uma pintora que se passa quando lhe enfio o pinto grosso no cu.