Mostrar mensagens com a etiqueta Andreia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Andreia. Mostrar todas as mensagens

cuspiu, vai ter que apanhar


Não gosto das que cospem. Pronto, já disse. Esta apanhou com a maior esguichadela da semana, com porra pura, branca como cal, morninha como a meia de leite perfeita, sem aqueles espermatozóides trôpegos de quem passou a manhã a bater punhetas. E, no entanto, apesar da limpeza da langonha, deitou tudo cá para fora. Com nojo.

Decidi, por isso, entalar o nabo naquele bordedo balofo e martelá-la como se estivesse a aplicar-lhe um castigo.


Acho sempre fascinante, quase mágica, a forma como o caralho dilata a rata. A pressão que exerce enquanto desliza até esbarrar no colo do útero, centímetro a centímetro, enchendo-a de chicha. É delicioso o modo como a cona se molda à forma do falo, contraindo e expandindo à medida que o coiso escorrega para dentro e para fora.

Esta, apesar de ter cuspido, teve a sorte de sentir a cabeça da picha inchar dentro dela quando o meu orgasmo se aproximava. Apesar de ter escarrado o imaculado líquido do meu saco seminal, teve o prazer de sentir o pau a latejar dentro dentro dela e conservar na cona aquilo que não quis ter na boca: uma imensa carga de porra quente.

Orgasmos múltiplos no ar


- O que é esta foto? Queres apanhar no cu, é?
- No cu? Não! Só estou a sentir-me como uma coelha. Com o cio. Queres vir dar-me uma rapidinha?
Ela sabe que não resisto. Fico doido quando ponho as mãos sob o rabo da Andreia, com as pontas dos dedos no forro da cona. Bem à entrada daquele grelo guloso. Fico tonto de tesão quando a levanto e a faço subir e descer lentamente na ponta do caralho. Morro de medo que ela dê em louca sempre que tem um orgasmo. Vem-se 3 ou 4 vezes assim mesmo, no ar, antes que volte a assentar os pés no chão, com a rata a transbordar com a minha porra.

Transparente e a pedi-las

- Sinto-me gorda.
- Deixa-te de merdas, estás um tesão.
- Sinto-me velha.
- Isso é depressão pós-parto? Olha que já lá vão 6 meses.
- Sinto-me um caco.
- Estás a pedi-las, é?
- Estou transparente.


- Estás fodida!
- Estás a caminho?
- Estou. De pau feito, mão no saco e pé no acelerador.