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como se responde a uma piegas?

Quando um gajo me diz que rapou a pentelheira, desconfio que tem picha pequena. Só assim se entende que o tipo coloque o seu membro mais valioso em perigo e use uma lâmina afiada junto aos tintins. É que a penugem deve esconder 2 dos 5 centímetros que mede o pirilau.

Não é sobre nabos, no entanto, que vos quero falar hoje. Quero fazer-vos uma confissão: fico ligeiramente envergonhado sempre que conheço uma cona profundamente sentimentalista. É verdade, não tenho queda para pieguices. Prefiro lamber ratas. Prefiro comer cus e esfregar-me num mar de mamas. Chamem-me lírico, mas sonho viver num planeta onde o Gerard Damiano, realizador do filme Garganta Funda, é considerado um autor romântico.

Esta decidiu enviar-me um carta de amor. Dizia:
"Quero tudo de ti. O teu murmúrio sonolento. O teu embaraço embriagado. As tuas caretas tolas. A tua raiva. A tua ansiedade. As tuas desculpas. A tua tristeza. O teu olhar severo. A tua claustrofobia. O teu tom exasperado. As tuas frustrações. O teu passado. Quero tudo!"

Se há coisa que odeio são adjectivos mal aplicados. São palha. Não servem para nada senão para dar espalhafato aos substantivos. O que é um murmúrio sonolento? O que caralho quer dizer embaraço embriagado? Respondi-lhe por sms, que os correios aqui da aldeia fecharam há uns meses:
"Eu também quero tudo de ti: cona, cu e mamas."

se cuspires, fodo-te!

És das que engole ou das que cospe? Esta dúvida metafísica não vale um caralho. Aliás, estou-me cagando se a gaja gosta de papar porra como se fosse caviar ou se fica enojada com tal langonha e a escarra para o lado. É-me igual ao litro. Já para elas, é igual a 3 ou 4ml de um cocktail cremoso, espumoso e esbranquiçado de 200 milhões de espermatozóides e outros fluidos que, a crer na composição, vai lindamente com o cheeseburguer do almoço ou o bacalhau à brás dos jantar.

Como dizia, é-me indiferente que ela cuspa a coisa. No que eu estou verdadeiramente interessado é que a coisa saia. E que lhe faça bom proveito. Mas não desta vez. Passei tantos dias sem mijar fora do penico que, mal pus a mão na primeira goela capaz de engolir chicha grossa, perdi a noção. Fiquei cego. Escarafunchei-lhe a boca como se fosse o túnel do Marão e, quando percebi que ela ia deitar fora o leite de todo o meu vigor, disse o que nunca tinha dito a ninguém: "Se cuspires, fodo-te!"

perdeu a graça com o silicone

É sempre a mesma gaja. No dia das bruxas recebemos a visita da amiga da minha mulher, pretensiosa como todas as outras, que gosta de apanhar na peida. Desta vez trouxe os filhos e as sobrinhas. Uma multidão, que nos deu menos espaço para pinar num cantinho qualquer. Trouxe também uma grande novidade. E quando digo grande, quero dizer gigantesca: pôs mamas falsas, deixando-a a meio caminho das glândulas pornográficas da Lola Ferrari.


Parece que não estava feliz com a prateleira monumental que exibia na última vez que a fodi. Decidiu colocar um firme par de almofadas de silicone, porque, segundo ela, os tipos com casa, carro e conta bancária já não se deixam apanhar com coisas baratas como umas calças push up da Zara e pestanas postiças da Primark.

Eu percebo que queira sacar alguém que lhe pague as faturas ao fim do mês, mas a mim não me empolga. Mais depressa mamava numas mamas flácidas do que numas mamas recheadas por siloxanos polimerizados. Decidi, por isso, fechar os olhos à borracha que ela tinha no peito e voltei a comer-lhe o cu, perfeitamente enquadrado por duas nádegas descaídas.

uma parva que gosta de apanhar no pacote

A minha mulher tem 2 tipos de amigas: gajas com mamas grandes e gajas com mamas pequenas. Eu sei que isto é uma imbecilidade e já devem estar a chamar-me de nomes. "Lá está este idiota, sexista cum'filhodaputa, a tratar as mulheres como um objecto." Mas seria pior se dissesse que as tipas dividem-se entre as que gostam de apanhar no cu e as que não gostam de apanhar no cu...

Por favor, dêem-me o benefício da dúvida. São só mais umas linhas de conversa fiada. Desculpem-me, mas não consigo distinguir as amigas da minha mulher de outra forma. Só as reconheço pelas prateleiras. De resto, são iguais. São uma espécie de ovelhas Dolly do carácter. São todas, sem excepção, umas snobes sem interesse nenhum, vaidosas e pretensiosas. Por isso, decidi deixar de ouvir o que elas têm para dizer e fixar os olhos nos decotes.


Tudo isto para vos contar que esta, que passou o fim de semana cá em casa, distingue-se das outras porque tem as mamas grandes e, descobri a noite passada, gosta de abafar a palhinha. Ou seja, é uma parva que apanha no pacote.