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não, não foi uma foda fixe


Devia ter sido uma foda normal. Nada de extraordinário. Apenas uma quente e reconfortante noite de foda. O tipo de foda que é apenas satisfatória. Nem mais, nem menos. Um gajo mete o caralho no buraco que está mais à mão, vem-se e vai-se embora o mais depressa possível. Ainda por cima, já nos conhecemos há muito tempo, por isso, ela sabe o que tem que fazer e eu sei o que ela quer que eu lhe faça.

Eu sei que já vos disse que devia ter sido uma foda normal. Mas não foi. Foi tão estranha que tenho que o dizer uma vez mais: devia ter sido uma foda fixe. E não foi.


Deixem-me contar a história, sem passar pelos amassos, lambidelas na cona e beijinhos no cu. Quando eu estava à beira do natural e tranquilo esguicho de porra nas gigantes mamas da moça, ela gritou. Guinchou mais alto do que da primeira vez em que apanhou com o madeiro na peida. Pensei: estará com medo que lhe deixe um pingo de nhanha no sofá? Era possível. Mas só se esta fosse uma foda normal. E, como vos disse, não foi.

De repente, fez beicinho. Inclinou-se. Fez uma pose, que, se fosse uma foda normal, seria surpreendentemente sexy, e sussurou: "Não, nas mamas não. Vem-te dentro de mim. Estou grávida e, desta vez, quero apanhar com esse leitinho no colo do útero."

A tua mãe tem um segredo

Atrás de mim, ouvi um puto dizer a outro puto:
- Este é o gajo que anda a comer a Suzete.
Não, não ando. Nem sei bem porquê. É uma oferecida, como eu gosto, tem mamas que nunca mais acabam e um ar de badalhoca que deixa qualquer nabo a latejar. Já esgalhei três punhetas por muito menos. Tem, no entanto, peida descaída e nariz dilatado. Agora que penso na penca da tipa, não me importava nada de sentir umas coceguinhas no escroto enquanto me lambia os colhões... E já que estou nessa, também gostava de ensanduichar a picha nas grandes glandes da minha vizinha... Enfim, sou muito esquisito no que diz respeito à venta da serigaita com quem pino. Desculpem, mas não gosto de trambolhos no meio da cara.

Podia ter respondido ao adolescente bexigoso:
- Não ando a comer a Suzete, mas ando a papar a tua mãe.
Podia ter-lhe dito isso e muito mais. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que a Eugénia, mãe dele, me fez um broche enquanto ele, o puto agora bexigoso, estava na sala ao lado. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que esvaziei as bolas no cu dela e, como ela não se veio, cocei-lhe o clítoris até a deixar esticada de tesão e o reto tão relaxado que soltou um pouco da minha porra. Podia ter-lhe contado sobre o dia em que ela cavalgou o meu caralho com o traseiro e eu enterrei-lhe 2 dedos na crica só porque queria sentir o meu próprio membro afundar-se naquelas entranhas.

Poder, podia, mas não teria tanta graça como contar a cena à Eugénia, que se riu que nem uma perdida e me devolveu o bombom com uma foto da sua nova fatiota.

O que escondes sob a saia?

Não sei se lhe mande a mensagem...

"Quero uma foto tua! Uma foto daquilo que os outros tipos vêem quando sobes aquela escadaria alta, com a tua saia de ganga com um enorme racha atrás. Sei que eles vêem as tuas coxas largas, a tua pele sedosa, a tua cona empapada. Sei que eles te imaginam nua numa esquina qualquer. Sei que eles gostavam de ter o caralho duro entre as tuas pernas. É essa a foto que eu quero!"

É isto, exactamente isto, só isto, que eu quero dela. Nem mais nem menos. Só falta carregar no send... Envio? Ou ela vai mandar-me passear? Pior: vai contar à minha mulher... Ah, a sacana! Espera... Recebi uma mensagem dela...