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pediu-me para a castigar

Queria que a chamasse de bonequinha. Queria que a tratasse como um brinquedo sexual. Que a fodesse como se fosse uma menina obediente que tira as cuecas encharcadas quando lhe mandam. Uma menina doce que lança um sorriso malandro e balança o traseiro se estiver alguém a observá-la. Uma menina dócil que lambe os dedos e esfrega o grelo com vigor até soltar gemidos que atravessem as paredes do apartamento minúsculo. Uma menina desesperada por ter o caralho nas mãos.

Logo ela, que nunca foi mansa. Por isso, pediu-me para a castigar. "Espanca-me! Por favor, bate-me! É o teu presente de Natal", disse.


Não fui capaz. Expliquei-lhe que não gosto de fodas-fantoche.

fodo-a por amor à peida dela

Não tem um pipi. Isso é coisa para crianças. Tem uma rata, que, isso sim, é coisa para gente grande e ordinária. A rata da Sandra não sabe a rebuçado. Não sabe a morangos ou mel e não é parecida com uma flor de magnólia. Ela chama-lhe cona e esfrega-a, dia sim dia não, com os seus dedos pequenos e fortes.

Tem mamas de tamanhos diferentes. A direita tem um mamilo que aponta para baixo e a esquerda já acusa o passar dos anos. O pescoço dela é macio, mas não flui como as linhas de uma gazela nem dança em perfeita simetria. Os lábios dela não sabem a cerejas e o cabelo não cheira a rosas.


O rabo, sim. Tem uma tranca de causar engarrafamentos. Se pesquisar, de certeza que encontro poemas escritos sobre aquelas nádegas. Se ouvir com atenção, haverá músicas de elogio à forma daqueles dois músculos traseiros arredondados e carnudos. Oh, aquele rabo. Que rabo, meus queridos leitores! Não sei se gosto dela por causa do rabo, mas sei que a desejo por causa do rabo. Confesso: fodo-a por amor à peida dela.

Vem-te só mais uma vez

A cona pinga por todos os poros. Aperta-me o caralho com aquela intensidade de quem está a foder como se fosse a última vez. Os dedos dela deslizam entre a porra e o mel, ansiosos por encontrar, entre os seus lábios vaginais inchados, a pressão que ela precisa no clítoris. Estamos ensopados. Ela por dentro, eu por fora. Perdi a noção do número de vezes que nos viemos. Ela pede-me mais. Apenas mais uma vez. Enrola as pernas à minha cintura e agarra-me com força. Alça as ancas e inclina a pélvis para que a penetre mais fundo. Estou com o pau a latejar de tanta tesão.


“Só mais uma. Vem-te só mais uma vez”, volta a pedir-me. Sinto as coxas dela a tremer. O seu corpo parece ter entrado em choque, enquanto me puxa violentamente contra ela. Não se trata apenas de uma rata. É uma espécie de sanguessuga, que me aperta a cabeça do pau e usurpa cada gota do meu leite. Não aguento mais. Venho-me, novamente, em jatos quentes, que atingem violentamente o colo do útero. Mantenho-me dentro dela e sorrio ao sentir toda aquela inundação indolor. Sinto-me flutuar. Entro numa forma de dormência de quem parece ter tomado ácidos.

Volto à realidade e imploro rendição. Sussurro: “Fizemos muita porcaria!” Ela sorri, passa a mão pelo meu cabelo ensopado em suor, beija-me na face e, com voz de menina bem-comportada, responde: “Alguém tem que limpar isto.”

Tenho queda para a queca canalha

Tinha prometido fazer-lhe o jantar, mas quem se fartou de comer fui eu. Cheguei cedo a casa da Sandra. Confesso que ía com uma leve esperança de encontrar uma cona-assistente desta cona-mestre, mas nem tive tempo para piscar os olhos. Poderia estar mais uma amiga ao virar da esquina, oferecida, que não ia dar por ela. Diz-se que a pensar morreu um burro e aqui o asno do António nem teve tempo para zurrar. Aliás, uivei que nem um cachorro assim que ela, feita cobra, sibilou ao meu ouvido: "Não sais daqui inteiro!" Até berrei, como um vitelinho manso, quando ela, a pavonear-se nua, me agarrou pelos tomates e sussurrou: "Vais ter que encontrar o caralho do ponto gê, que ainda não sei onde é!"

Percebi nessa altura que ia ser uma grandessíssima badalhoquice. Talvez seja porque tenho queda para queca canalha. Ela terá percebido e decidiu experimentar o papel de dominatrix. A coisa até nem lhe correu mal no início. Empurrou-me para o sofá, sentou-se na minha cara e esfregou a pachacha, já a pingar, na minha boca obediente. "Faz-me vir cabrão!", gritava, enquanto me apertava os mamilos. A Sandra, no entanto, é doce demais para tanta soberba. Gozou que nem uma louca, esperneou, gemeu e, de olhos fechados, pediu clemência: "Já viste como me deixas? Foda-se! Antes de chegares, já estava a trepar paredes, a roçar-me na mesa..."


Tive então que lhe mostrar quem é que manda. Não porque sou mau tipo, mas porque ela estava a pedi-las. Literalmente. "Fode-me António! Fode-me por favor!" Pôs-se de quatro no sofá, pernas em forma de vê invertido. Estranho para quem queria descobrir o gê... Enfim, cada uma escolhe a letra que lhe dá mais jeito. Lançou-me aquele olhar de quem quer berlaitada das boas. Desapertei as calças e enfiei-lhe o mastro até ao colo do útero. Foi tão forte a estucada que quase me escapou das mãos. Agarrei-a pelas ancas e bombei-lhe o grelo com toda a força. Ouvia os tomates a baterem-lhe nas nádegas.

Cona inchada, clítoris a latejar, a Sandra estava completamente rendida. Gemia freneticamente. Sentia-a melada, a jorrar mel. Eu andava doido com aquela dança pélvica. Poderia estar horas naquilo. Saí do transe quando ela me pede que lhe trate do traseiro. Com carinho. "Quero que me cuspas no cu! Quero que me lambas o cu! Quero que me fodas o cu todinho!" Ora, como sabem, não sou homem de dizer que não a uma mulher em apuros.

Pinar é uma pechincha

Há pouca coisa que eu não faça por uma boa foda. Mas já fiz muito por más fodas, confesso. Noutros tempos... Com a idade, contudo, deixei de ter paciência para conas exigentes, daquelas que precisam de muita manutenção. O que mais há por aí é pito ao deus-dará, grelo fresquinho que não precisa que o levem ao restaurante para ficar molhado de tesão. Preliminares sim, mas não com a roupa no corpo.

Quando estou com a Sandra, não faço fretes. É cool. Sem amarras, compromissos idiotas ou juras de amor eterno. É tesão. Sem dissimulações ou fitas de meninos mimados. Decidi mandar-lhe uma mensagem:
- Tens planos para amanhã? Estou a pensar passar a noite aí na metrópole...
- Termina o prazo para enviar um projecto. Estás a reduzi-lo pá!
- Eu deixo-te trabalhar.
- E cozinhas?
- Claro. Mas isso tem um preço...
- Ai sim?
- Sim. Fodemos até cair.
- Feito! Antes ou depois de enviar o projecto?
- Antes e depois.
- És uma pechincha então.
- Podias pedir a uma amiga para fazer o jantar e comíamos a gaja...
- Mais nada?!
- Hmmmmm... Talvez uma segunda amiga para me lavar o rabo com água de rosas?
- Engraçadinho. Desta vez sou só eu. Ou não queres isto?...

Sexting é uma canseira


Não tinha notícias dela há meses.
Sandra estava noiva, mas percebeu que a coisa não ía funcionar. Melhor! Gosto de passar a noite em casa dela. Tem sempre bons queijos, excelentes vinhos, melhores digestivos e faz uns broches de cair para o lado. Mandou-me uma mensagem como se estivesse a ligar para o 112:
- Fazes-me vir?
- Claro. Vens-te comigo?
- Quero muito.
- Põe-te de costas. Quero lamber-te o cu.
- Hmmm... Faz isso. Tenho as pernas abertas. Fode-me à bruta! Fode-me o cu!
- Vou espancar-te essas nádegas.
- Não, espera. Sabes o que me apetece fazer?
- ...
- Quero comer uma gaja contigo.
- Espera aí. Estava a comer-te o cu...
- Então fode-me o cu enquanto lhe lambo a cona.
- ...
- Com força pá!
- À palmada?
- Não fales! Agora come-a tu. Quero que ela me lamba.
- Que tal lamberes-me o caralho enquanto a fodo?
- Estás a pensar demais... Ui. Isso é bom...
- Sentes o cheiro do mel dela a escorrer?
- Sinto porra!
- Diz-lhe o que fazer.
- Foda-se! Tu cansas-me!