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enche-me a cona de chicha!


[continuação]

Meti a mão sob o vestido e virei-a do avesso. Cara enfiada no paredão, rabo transformado em alvo de espetar caralho. O meu pau lutava para encontrar o caminho. Mas o álcool não facilitava a coisa. Ela abriu as pernas, como que a dizer que aquele era o trilho certo. No segundo em que entrei, ela rosnou e, num só impulso, obrigou-me a pinar como deve ser: "Enche-me a cona de chicha!" Agarrei-a pelas ancas e martelei-a como um animal.

Ela levou a garrafa até à minha boca e dei um gole como se fosse a primeira bebida do resto da minha vida. Os nossos corpos é que não tinham a certeza do que estavam a fazer. Eu lutava para não me estampar na areia, lutava para me manter dentro dela e lutava para aguentar a garrafa entre os lábios. Caímos e, de repente, o planeta parou de girar. Naquele raro momento de felicidade total, bêbedo que nem um cacho e com a picha entalada naquela rata encharcada e apertada, a vida era perfeita e ridícula ao mesmo tempo.

Ela quebrou o feitiço com um grito grotesco: "Fode-me com força, caralho!" Agarrou-me pelas omoplatas e forçou-me a enfiar o pinto até ao colo do útero.


Gemeu de dor, riu-se de prazer, implorou que a beijasse, que lhe apertasse pelo pescoço, que lhe desse tudo o que tinha para dar. De repente, estava a bater com os punhos no meu peito, gritando que a enchesse de porra. Vim-me no momento em que dois putos passavam por nós, junto ao mar. Só então percebemos que havia outras pessoas no mundo.

em ponto de caramelo


Há um momento certo para tudo. E o momento certo para beber um single malt directamente da garrafa é quando estás a encostá-la ao paredão de uma praia deserta, sendo que ela está com o vestido à volta da cintura e tu tens a língua na cona dela.

Decidimos no início do dia que só beberíamos aquele bourbon do Kentucky a ouvir o mar. Chegámos à praia e examinámos o local já com 3 goles da coisa no bucho. Tudo parecia um pouco nublado. Tínhamos a respiração ligeiramente ofegante e ríamos como se fosse o primeiro dia de Verão. Ela encostou-se à parede, sacou da garrafa para mais um gole e eu recuei só para assistir de longe àquele delicioso espectáculo de sexo e álcool. Só faltava o rock... No momento em que levou o líquido à boca, ajoelhei-me, baixei as cuecas dela até aos joelhos e levei a ponta da língua ao clitóris já inchado. Quase que se engasgava. Disse que era o whisky a queimar-lhe a garganta.


Agarrei-a por trás, uma mão em cada nádega, e puxei-a para mim. Ela levantou uma perna, só para me dar melhor acesso.


O single malt que antes sentia a cada respiração que dava a caminho da praia foi imediatamente vencido pelo gosto a rata pingona. Era, de longe, um sabor muito mais interessante. Beijei-lhe as coxas e comecei a fodê-la com a língua. E só quando descobri o ponto certo é que lhe apertei o clitóris com os lábios e lambi-o até ela começar a guinchar que nem uma perdida. Agora sim, estava em ponto de caramelo.

[continua...]