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a versão alternativa da gorda


Voltei a comer a gorda de peida imensa e prateleira gigante. Apetecia-me uma foda assim. Lambona. Pitoresca. Mas desta vez foi ligeiramente diferente. Ouvi o que ela estava a pensar enquanto dava bom uso ao meu santo escroto:

"Estou perfeitamente segura da minha sexualidade. Quer dizer, estava segura da minha sexualidade. Sabia do que gostava e especialmente do que não gostava. Mas com este pau na minha rata algo está a mudar. Estou a montá-lo e adoro a sensação do caralho dele a tocar-me no colo do útero. Parece que já conhece o meu corpo de outros carnavais. Vou dizer-lhe que estou quase a vir-me. Mas eu nunca me vim nesta posição... Quessafoda, vou dizer-lhe.

- Hmmmmmm... Estou quase, quase a vir-me, querido.

Sacana! Por que raio o gajo me respondeu que só se vem quando eu me vier? Está a testar-me? Vou olhar para ele, levantar a sobrancelha como se estivesse aborrecida e dizer-lhe que não vai conseguir fazer-me vir.

- Tens a certeza, querido? Então não vais esporrar-te. Se eu quiser, não me consegues fazer vir...

Está a sorrir. Se calhar sabe o que estou a pensar. Carambas, aceitou o desafio. Disse-me que a coisa podia durar como as pilhas duracell. Está fodido! Agora é que ele vai ver a puta que eu sou. Vou ser mazinha de todas as formas que eu conheço. Enfiá-lo mais fundo e tirá-lo da cona.

Alternar entre uma queca rápida e uma trancada fofinha. Agarrar-lhe os colhões quando tiver o nabo todo dentro de mim. Vou usar os truques todos para o fazer vir.


Está quase. Percebe-se. Está de dentes cerrados. Foda-se, tão duro! Que belo esguicho. Foda-se, está a grunhir como um primata. Adoro! Continua a esporrar-se. É quente como lava. Que tesão! Assumi o comando e obriguei-o a vir-se! Espera... Esta não sou eu. Eu sou aquela que é humilhada e gosta. E, no entanto, aconteceu... Dominei-o e adorei.

Adormeceu com o coiso entre as minhas pernas. Ou será que não está a dormir? Estou a tentar convencer-me de que foi a pirralha que tenho dentro de mim que quis divertir-se. Mas sei que não foi. Foi mais do que isso. Foi sobre poder e não sobre patifaria. Parece que esta é uma versão alternativa de mim mesma. É desconfortável. Não o cacete que tenho aqui dentro, que esse é bem bom, mas agora vou passar uns dias a processar esta coisa de dominar homens. Será que é isso que eu quero? Serei capaz?"

os excessos de uma xxl


Tenho um especial carinho por mulheres gordas. Não, não são as minhas fodas favoritas, mas são as mais espirituosas. Um gajo pode fazer o que lhe apetecer. Não há drama como numa cambalhota com uma gaja magra e gira. Não é o fim do mundo em cuecas como numa trancada com uma boazona. Com elas, ninguém vai ao engano: se é gorda, tem a rata a cheirar a cozido à portuguesa e quer mostrar que sabe pinar tão bem como uma puta russa.

Além disso, só as rechonchudas recebem de forma pacífica um mar de porra na boca que engolem sem reclamar. Só elas percebem que a nhanha não engorda.


Esta tinha uma peida imensa encafuada numas calças justíssimas. Que tremendo rabo era, queridos leitores. Mas deixou-me pensativo. Será que a rapariga teve que besuntar a coisa para escorregar melhor naquele pedaço de tecido? O que acontece quando ela tiver que tirar a roupa para enfiar este portentoso caralho no nalguedo? Descai, achata ou mantém-se tão firme e volumoso como aparenta dentro dos jeans?

Tinha também um par de mamas gigantes amparadas por uma blusa apertadíssima. Ora, eu aprecio uma prateleira assim. É, há muito, o meu espevita-pau matinal. Sempre que me sinto triste, imagino uns tremendos melões de bicos tesos e arrebito imediatamente. Uso este truque desde que um amigo meu me explicou porque se manteve 40 anos casado: "O que levanta a picha de um homem um dia, levanta-o todos os dias." Filosofia de ponta, não acham?

Agora, se não se importam, vou depositar um litrinho de leite na pachacha de uma não-gorda e já volto ao assunto.