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Vamos fazer o que ainda não foi feito

A Rita acordou com tusa. E decidiu que era seu dever cívico incitar os instintos naturais do animal que descansava entre as minhas pernas. Enviou-me uma foto que faz corar qualquer picha murcha e uma história canalha a acompanhar. Resta saber se é tão boa a pinar como é a lubrificar-me o claustro, que, como devem saber, é o nome da zona do cérebro que controla a vida sexual dos homens. Agora, relaxem e leiam o que se segue com atenção.


"Gostava de te deixar em ebulição com a ponta da minha língua. Começava atrás da orelha. A mão caía, levemente, no teu colo. Ia deixando um rasto de saliva quente, sentindo o cheiro da tua pele, enquanto roçava a mão no teu pau, para perceber se já estavas a ferver. Abria-te as calças, voltava ao teu ouvido e segredava: 'Quero sentir-te na minha boca e chupar-te. Chupar-te. Chupar-te. Chupar-te.'

Descia novamente. Punha a ponta da língua na cabeça do teu caralho e pedia-te para olhares. Agarrava em dois dos teus dedos e metia-os na minha cona quente. Bem devagar. Tirava-os e lambia-os, a olhar-te nos olhos, com os meus olhos castanhos, grandes, a pedir uma daquelas fodas encostadas a uma parede, em que ninguém sabe onde começa um corpo e termina o outro. E, sem dó nem piedade, vinha-me sozinha à tua frente, sem te dar permissão para me tocares um milímetro que fosse. Dava-te apenas, quando eu quisesse, os meus mamilos, para chupares e sentires como estavam rijos e doces. Voltava à ponta do teu pau e lambia aquelas gotas que me dizem que estás pronto para ser montado. Virava-me de costas, empinava o rabo na tua cara, cona inchada e descoberta. Parava um segundo, com o barulho da campainha a tocar...

Era a cabeleireira. Queria que pagasses a conta da barba."

Se não for para ir até ao fundo...

[continuação]

Encostada a um canto do elevador, olhar de moça devassa, a Laura faz uma confissão:
- Sabes, és uma fantasia antiga. Bastava dizeres uma palavra e seria tua.
- Isso está na Bíblia, não está?
[Rita: Enfia a mão pela saia acima!]
- Apressado o menino.
- Não pino há sete dias.
[Rita: Fode-a aqui mesmo!]
- Hmmmm. Então vou ter banho de leite.
- Esse teu corpinho aguenta.
[Rita: Queres papar-lhe o cu, não queres?]
- O corpinho já lá vai... Foram trancadas a mais.
- E que rica tranca tu tens.
[Rita: Os homens são todos iguais! Gostas de ancas largas, não gostas? Cabrão!]


Que papo de cona aquele, meus amigos. Voluptuoso. Orgulhoso. Roliço. Pêlos nem vê-los... Atirei-a para a cama do quarto e avisei-a: "Vais fazer tudo o que eu te disser!" Arregaçou a saia até à cintura, escancarou as pernas e afastou as cuecas, rendadas a preto, como lhe disse para fazer. Ajoelhei-me e salivei com aqueles refegos de lábios e o clítoris inchado, rosado e firme. Aquele é o grelo que merece um minete de ficar assado durante dias. Sentia-me a abelha-mestra. Bastava colocar a língua de fora para sugar aquela geleia real. Ela largava uma senhora poça nos lençóis e nem sequer estávamos na época das monções.
- Já podias ter dito que tens pachacha pingo de mel. Tinha-te papado quando tinhas 20 anos.
- Nunca perguntaste.
[Rita: Vais enfiar o caralho nessa conassa e se não for para ir até ao fundo, nem vale a pena entrar!]

Estranho exercício de submissão


[continuação...]

Não aconselho ninguém a pinar assim. Usei a Laura para derramar todo o leite acumulado nestes sete dias de domesticação do cio. Sabem o que acontece quando se engarrafa o vinho quando ainda está a fermentar? Explode! No entanto, se a coisa for feita com perícia, ficamos com um delicioso abafado. Generoso. Rico e intenso como o vinho do Porto. Doce como mel. Foi mais ou menos o que aconteceu naquele quarto de hotel.

Entrei a matar. Não conseguia tirar da cabeça a imagem da cona encharcada da Rita, vinha de tomates cheios, pouca paciência para conversa chocha e ansioso por pachacha melada:
- Sabes que na faculdade diziam que gostavas de foder à canzana.
- Ahahahahah... Acrescenta-lhe umas palmadas e sou tua.
- Então era verdade. Gostas de tautau.
- De que estás à espera?
Subimos a correr, que uma pinocada bem dada precisa de tempo. Sentia o pau a latejar de tanta vontade. Estava mortinho por agarrar aquela cintura farta. Que criatura deliciosa aquela. Mamas que nunca mais acabavam, ancas largas, coxas grossas e olhar de devassa. Aliás, ela sempre deu nas vistas, mas nunca pensei que gostasse tanto de pichas.

Estava a alucinar. Ouvia uma voz a dar-me ordens. "Vais atirá-la contra a parede, enrabá-la, puxar-lhe o cabelo e obrigá-la a guinchar o teu nome!" Chamem-me de louco, mas éramos três naquele quarto de hotel. Sim, três. A Rita mandava em mim, eu mandava na Laura e a Laura obedecia. Mais do que uma pranchada, seria um estranho exercício de submissão. Em que mundo estamos quando se juntam um pito imaginário, um caralho esfomeado e uma conassa lassa? No céu!

[continua...]

És homem ou não?

E ao sétimo dia, fodi. Alarvemente. Pinei o primeiro grelo decente que me apareceu à frente. Não, não fiz amor, que quem anda de saco cheio não faz fretes. Foi uma trancada desesperada. Não aguentava mais. Dormia agarrado aos tomates, inchados como balões. Acordava com a ponta da picha irritada. Mijava a sonhar com papos de cona. Passava o dia a passear a ponta dos dedos pelo cabelo como se tivesse uma farta pentelheira no topo da cabeça. Parece-vos estranho? Como alguém me disse, o tesão não se entende e muito menos se explica. Um gajo ou tem ou não tem. Não me digam que nunca tiveram vontade de papar a professora do mais novo?! Ou a enfermeira que dá a vacina ao mais velho... Eu admito-o porque não tenho sentimento de culpa. Sou imune a essas vacas sagradas da psicologia de cabeceira.

Sabia que uma velha amiga, uma sacana que anda a tentar sacar-me desde o tempo da faculdade, andava por perto. No dia anterior à queca alarve [tenham só mais um pouco de paciência que já vos conto tudo], tinha recusado um convite dela para tomar um café, que, quando se chega aos 40, é uma metáfora infantil para a marotice. Até que... surgiu a Rita. Não, não tem qualquer ligação com a Laura, a ex-colega de farra académica, mas já lá vou. Surgiu do nada. Foi um acaso. Leu um comentário idiota que fiz na blogosfera, visitou o meu blog e pumbas, caiu de quatro de tanto rir. É assim que tudo começa: à gargalhada segue-se o gozo. E já sabem como elas gozam sempre que apanham com a sarda do António entre as pernas.

A Rita é casada e tem as suas aventuras. Chama-lhes o seu suplemento alimentar, que, têm que concordar comigo, é uma expressão deliciosa. Mas é selectiva. Escolhe as fodas a dedo e foge de quem não quer dar apenas umas berlaitadas. Como eu a percebo... "Parece que querem mais do meu tempo", explicou-me. "E se juntássemos o agradável ao agradável e déssemos umas cambalhotas juntos?", perguntei-lhe, à espera de nada, já que não tinha nada havia sete dias.
- És daqueles que gosta de vir sozinho ou trazer companhia?
- Companhia soa bem.
- Que tipo de companhia gostavas de trazer?
- Eu é mais feminina.
- E se for masculina, deixas-me mandar em ti?
- E se eu não obedecer?
- És homem ou não? Se obedeceres, fico assim:


[continua...]