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A abstinência acabou à bruta

Como ela me convenceu a papá-la:
- Estás com um olhar assustador. Parece que não fodes há um ano.
Como ela me convenceu a papá-la de novo:
- Toda a gente me diz que não és homem para mim, mas eles não sabem as coisas badalhocas que tu me fazes.

Reparaste quanto tempo durou o jejum?


Sabes quem me convenceu a acabar com o disparate do jejum?

Trata-me como um urso de peluche

Estou a senti-me passivo ultimamente. Podem achar que estou a fazer-me passar por fraco, que é tudo falso e que o papel de manso atrai gajas, mas na verdade só me apetece admirar a cona da Idalina. Não, a cona não. Desculpem. Quero ver aquele rabo reluzente, empinadíssimo, guloso...

Não, não quero ver-te nua. Por favor, não te atrevas a tirar a roupa. Provoca-me. Abre as pernas só para me dizer que me queres. Mas não mostres o sexo. Por favor. Faz-me passar fome. Mantém-me preso a ti. Trata-me como se fosse o teu brinquedo. Como se fosse o teu ursinho de peluche...

Afinal o Zé é manso


Conheci o Zé da Idalina, o capitão da GNR que passa o dia à porta da mercearia. Percebi que morre de medo que a namorada lhe ponha os palitos. Coitado do cornudo... Paguei-lhe uns copos e não demorou até soltar a língua.
- O que é que um gajo precisa para ser feliz? De um gaja que lhe diga "lindo menino" quando se esporra na mamas dela. Achas que sou um manso?
Engoli em seco.
- O que interessa o que eu acho? Aposto que gostas que ela te salte em cima...
- Foda-se, ca'bom! Depois deste copo, vamos às putas. Até nos pagam para as fodermos sem serem multadas.

Esta mulher leopardo é escorregadia

- Tenho que te confessar uma coisa.
- O Zé descobriu que andamos enrolados.
- Não brinques com coisas sérias. A primeira vez que pinámos foi estranha. Era suposto ser divertido, mas estava cheia de medo. A segunda foi ok, mas continuava de olho arregalado porque aquele cabrão não me larga a cueca.
- Deixa-me adivinhar: a terceira foi incrível...
- Foda-se! Não queria que terminasse.
- Como será a quarta?
- Anda cá e ficamos a saber! Estou prontinha! Miau...

Sim, perguntei-lhe quem tirou a foto. "Foi o Zé!"

Nunca gostei de óleo de massagens. É pegajoso. E não é no bom sentido. Reparem neste rabo perfeito da Idalina. Delicioso, não é? Como alguém me disse um dia, dá vontade de ter uma conversa cu cá cu lá pela noite dentro. Mas, como a coisa deu-se à tarde, decidi derramar-lhe um frasco de jonhson's para bebé e amassar aqueles glúteos que servem de protecção ao que ela tem de mais sagrado. Não sou eu que o digo. Foi ela que me avisou, como se fosse um ralhete: "No cu, não! Não é para corromper!"

Que tesão monumental lubrificar este traseiro que possivelmente nunca irá acomodar o caralho que se avoluma entre as minhas pernas. O problema é que, quando a massagem termina e a foda escorregadia começa, não sei onde limpar as mãos.

Há grelo para lá dos melões

Este sábado voltei à mercearia, para descobrir de que cepa é feita a merceeira. Se é de estirpe próxima da Influenza ou imune ao controlo militar do namorado ciumento. Tinha que saber se aquilo tinha sido um dia de tesão ou uma promessa de pista de aterragem para o mangalho deste vosso amigo. Por outras palavras, seria apenas garganta ou uma valente pachacha para despachar à tolada? Não tinha nada a perder. Aliás, o dia tinha sido cão. Por isso, mais valia ir cheirar o cu da Idalina. Se a coisa corresse menos bem, podia olhar ao pormenor todas as curvas e contornos daquela prateleira arrebitada e usar a casa de banho para bater uma sarapitola. Tive mais sorte do que juízo...


- Tenho-me deliciado com os teus melões Idalina! Até me babo só de pensar neles.
- Pena não ter levado grelos.
- Adoro grelos! São de nabo?
- Depende do nabo...
- Olhe que assim até eu espigo.
- Lá espigadote é, que eu não sou cega.

Uma merceeira com tomates


Na mercearia da aldeia:
- Idalina, tem tomates grandes?
- Tenho. Mas você perdeu-os?
- Não. Mirraram.
- É do uso. Também tenho melões.
- Está a oferecê-los?
- Não os dou a qualquer um.
- Junte-os aos meus tomates.
- E quer leitinho?
- Não gosto.
- Eu adoro! Do gordo, que é mais docinho e espesso.

Sim, já tinha reparado nas mamas da merceeira. Pequeninas e empinadinhas. No entanto, nunca pensei muito nelas. Ando sempre de olhos postos na peida, que é bem maior do que a prateleira. Dá vontade de afiambrar a pequena moça, mas avisaram-me que ela dá muito nas vistas e pouco nas pichas. Não por vontade própria. O namorado, garanhão ciumento e capitão da GNR local, não a larga. Já o ouvi espingardar com um velhinho, saliva de raiva ao canto da boca: "Olha que levas nas trombas, ó meu filho da puta!" Só porque o pobre desgraçado passava a vida a namorar a fruta da Idalina. Ele só queria passar os olhos pelas maçãs Reineta, ó minha besta! Ora, o vosso amigo António não se mete em apertos desses. Não se mete, mas tem picha papona e pode um dia aviar-lhe a bilha e, com sorte, aquela pachachona.