- Tenho que te confessar uma coisa.
- O Zé descobriu que andamos enrolados.
- Não brinques com coisas sérias. A primeira vez que pinámos foi estranha. Era suposto ser divertido, mas estava cheia de medo. A segunda foi ok, mas continuava de olho arregalado porque
aquele cabrão não me larga a cueca.
- Deixa-me adivinhar: a terceira foi incrível...
- Foda-se! Não queria que terminasse.
- Como será a quarta?
- Anda cá e ficamos a saber! Estou prontinha! Miau...
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| Sim, perguntei-lhe quem tirou a foto. "Foi o Zé!" |
Nunca gostei de óleo de massagens. É pegajoso. E não é no bom sentido.
Reparem neste rabo perfeito da Idalina. Delicioso, não é? Como alguém me disse um dia, dá vontade de ter uma conversa cu cá cu lá pela noite dentro. Mas, como a coisa deu-se à tarde, decidi derramar-lhe um frasco de jonhson's para bebé e amassar aqueles glúteos que servem de protecção ao que ela tem de mais sagrado. Não sou eu que o digo. Foi ela que me avisou, como se fosse um ralhete: "No cu, não! Não é para corromper!"
Que tesão monumental lubrificar este traseiro que possivelmente nunca irá acomodar o caralho que se avoluma entre as minhas pernas. O problema é que,
quando a massagem termina e a foda escorregadia começa, não sei onde limpar as mãos.