Precisou apenas de 1 razão (em forma de foto e de mamilo) para me deixar teso que nem um cepo de carvalho português, que, como sabem, é madeira dura e maleável como o pau que uso como ornamento entre as pernas. Já eu tive que lhe dar 10 razões para pinarmos à tarde:
1. Não há nada melhor do que sentir que poderias estar a trabalhar, mas, em vez disso, estás a dar uma.
2. Acabaste de almoçar e quando acabares de foder já é quase hora de repetir a dose, mas desta vez uma morcela com laranja porque o almoço foi levezinho e a queca deu-te cá uma fome...
3. Se adormeceres, não acordas de madrugada, confusa e irritada por interromper o teu sono de beleza.
5. Podes passar o resto do dia nua.
6. Podes passar a tarde a atormentar-me, a negar-me o orgasmo durante 1 hora, até que, quando finalmente me permitires vir, faço-o de forma tão explosiva que me sinto desmaiar.
7. Podes gritar à vontade, porque os vizinhos de cima estão a trabalhar.
8. Posso espancar-te à vontade, porque os vizinhos do lado estão a trabalhar.
9. Podes ver a Anatomia de Grey depois de eu adormecer.
10. Podes admirar o meu caralho em descanso depois de eu adormecer.
Mostrar mensagens com a etiqueta Natália. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Natália. Mostrar todas as mensagens
fode-me como se eu fosse a minha irmã
- Vá lá, chama-me Sofia enquanto me fodes.
Foi o suficiente para me deixar duro e sem fôlego. A pingar. E nem sequer estava dentro dela. Ainda abanei a cabeça, mas tinha chegado ao ponto de não-retorno. Ela sabia que me tinha agarrado pelos tomates.
- Diz! Diz o nome dela. Fode-a!
"Foda-se!", gritei, enquanto a empurrava para a cama e me enfiava naquela cona, que já não sabia se era da Natália, se da irmã dela, Sofia. Fechei os olhos e ela tentou acalmar-me. Tocou-me suavemente e beijou-me no ombro. De repente, era uma pessoa diferente. A Natália não é um doce. Nunca foi...
Finalmente sussurrei:
- Sofia...
Conversas da sarjeta #31
- Acho que ficavas mais bem servido com ela.
- Com quem?
- Com a minha irmã. Ela tratava-te melhor e vocês têm mais coisas em comum.
- Mas eu não quero a Sofia, quero-te a ti!
- Não queres fodê-la?
- Não diria que não...
- Acho que devias fodê-la.
- Não me parece que ela queira pinar comigo. Além disso, já estou na cama contigo e...
- E se eu fizesse de conta que era a Sofia?
Uma ensaboadela no bidé
Anda para a cama. Vamos ficar no quentinho, a tocar-nos. Vou contar-te uma história. Vou contar-te como quero ver-te a comer outra mulher. Como eu a agarraria para ti. Como a deixaria encharcada. Só para ti. Como conduziria o teu caralho até à boca dela. À cona dela. Como silenciaria os gemidos dela com a minha boca. Como lhe coçaria o clítoris enquanto a fodias, obrigando-a a vir-se no teu pau. Eu sei que gostas destas histórias badalhocas.
A Natália podia ter dito isto ou outra coisa do género. Mas não disse. Ficou-se por um "bora pr'á cama pinar"! O que, noutras ocasiões, seria o melhor preliminar da história. Ou seja, nada de pré-queca é normalmente a melhor queca. Desta vez não. Especialmente depois da nega que me obrigou a papar pito ianque.
Decidi então que haveria aquecimento antes do coito. Uma coisa levezinha. "Bora pr'á casa de banho, isso sim!" Ela fez cara de má, que na cama é que é, que não gosta de o fazer em pé, que não tem idade para coisa e tal, que uma escorregadela podia levá-la ao hospital... Um chorrilho de disparates que nunca mais acabava. Ora, como sou casmurro que nem um asno, arrastei-a até ao bidé. Não, não queria aviar-lhe a bilha contra a parede enfeitada de azulejos. Queria assistir a um solo de masturbação feminina. Uma punheta de mulher, como dizem os meus amigos cariocas.
- Agora lava essa cona! Quero ver-te ensaboá-la para mim! Depois sim, podemos ir para a cama onde comes o teu marido.
- Estou suja, é?
- Vais ficar suja quando te esporrar esse corpinho todo! Quero bater uma enquanto te vejo esfregar a rata. E quando estiver quase a vir-me, quero que o engulas até à garganta. Quero ver-te espumar langonha pela boca.
A Natália podia ter dito isto ou outra coisa do género. Mas não disse. Ficou-se por um "bora pr'á cama pinar"! O que, noutras ocasiões, seria o melhor preliminar da história. Ou seja, nada de pré-queca é normalmente a melhor queca. Desta vez não. Especialmente depois da nega que me obrigou a papar pito ianque.
Decidi então que haveria aquecimento antes do coito. Uma coisa levezinha. "Bora pr'á casa de banho, isso sim!" Ela fez cara de má, que na cama é que é, que não gosta de o fazer em pé, que não tem idade para coisa e tal, que uma escorregadela podia levá-la ao hospital... Um chorrilho de disparates que nunca mais acabava. Ora, como sou casmurro que nem um asno, arrastei-a até ao bidé. Não, não queria aviar-lhe a bilha contra a parede enfeitada de azulejos. Queria assistir a um solo de masturbação feminina. Uma punheta de mulher, como dizem os meus amigos cariocas.
- Agora lava essa cona! Quero ver-te ensaboá-la para mim! Depois sim, podemos ir para a cama onde comes o teu marido.
- Estou suja, é?
- Vais ficar suja quando te esporrar esse corpinho todo! Quero bater uma enquanto te vejo esfregar a rata. E quando estiver quase a vir-me, quero que o engulas até à garganta. Quero ver-te espumar langonha pela boca.
Até uma nega dá tusa
De vez em quando - cada vez mais vezes, que a idade deu-me menos paciência para cricas perdidas - dão-me uma tampa. É como se fosse um murro no estômago. Verdade! Fico agoniado. Fulo da vida. Perdido de medo no início. Questiono o Zé-do-meio: para que serves, assim teso, se nem um pedaço de cona sacas? A coisa passa entretanto. É que, se há uma que me diz não, a próxima é que paga. A dobrar.
Foi o que aconteceu quando a Natália me deu uma nega: "Hoje não dá. Estou com cinto de castidade. O homem não me larga os zipers." Assim, de olhos postos nos 2 fechos écláirs que serviam de apoio à prateleira, respondi-lhe, já com o caralho a pensar no pito seguinte:
Virei-me então para a Mary, que anda possessa da pachacha. Se calhar é assim desde a puberdade, altura em que andou a virar putos do avesso, na Carolina do Norte. Era nova, coitada, e não tinha filtro de segurança. Papava tudo o que lhe passava à frente. A torto e a direito. "Wanna have fun?", perguntei-lhe. "Big time", respondeu. Ora, como sabem, "big" é o meu nome do meio e a americana só podia estar a pensar em mim. Levou-me a ver um filme em big screen, mas não passámos do título. Mal desligaram as luzes, enfiou a mão pela minha braguilha adentro, cravou a unhas no bregalho e corremos até casa dela, para lhe fuçar o grelo e escarafunchar o traseiro sobre o colchão de água que ainda não tinha experimentado.
Foi o que aconteceu quando a Natália me deu uma nega: "Hoje não dá. Estou com cinto de castidade. O homem não me larga os zipers." Assim, de olhos postos nos 2 fechos écláirs que serviam de apoio à prateleira, respondi-lhe, já com o caralho a pensar no pito seguinte:
Oui je t’aime, moi non plus.
Virei-me então para a Mary, que anda possessa da pachacha. Se calhar é assim desde a puberdade, altura em que andou a virar putos do avesso, na Carolina do Norte. Era nova, coitada, e não tinha filtro de segurança. Papava tudo o que lhe passava à frente. A torto e a direito. "Wanna have fun?", perguntei-lhe. "Big time", respondeu. Ora, como sabem, "big" é o meu nome do meio e a americana só podia estar a pensar em mim. Levou-me a ver um filme em big screen, mas não passámos do título. Mal desligaram as luzes, enfiou a mão pela minha braguilha adentro, cravou a unhas no bregalho e corremos até casa dela, para lhe fuçar o grelo e escarafunchar o traseiro sobre o colchão de água que ainda não tinha experimentado.




