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Pau na peida


Agora que estou de regresso, queria escrever algo profundo. Já não me lêem há quase meio ano, podia falar de coisas fofinhas como caras larocas, pernas longilíneas e sorrisos rasgados, mas só me apetece contar-vos sobre as tetas rijas, os cus arrebitados e as conas rapadas que me passaram pelas mãos. Já me conhecem. Isto só podia dar merda. Ou antes, tinha que dar foda. Porque, aqui para nós que gostamos de papar o que de bom por aí há, o que verdadeiramente interessa é a qualidade fodenga das gajas. O resto é paisagem. Por isso é que eu ando por aqui. Para vos lembrar do óbvio:

a mais bela mulher que existe é aquela que quer que lhe encham o cu depois de lhe inundarmos a cona.


Também há as que gostam de esfregar o grelo de contentes por ter o mangalho enfiado na garganta. Mas não são a mesma coisa. Falta-lhes algo importantíssimo para atingirem a perfeição: peida com apetite por pau.

9 resoluções para 2019


1. Vou espancar o caneco da Conceição como espanco as mamas da Mariana.
2. Quero martelar na boca da Benedita como martelo a rata da Rita.

3. Quero criar uma fodocracia, em que cada um fode com quem quiser e quem não quiser quessafoda.


4. Gostava de ensinar aos mais novos que o caralho que fode mais é o caralho mais bem preparado. Mas para isso é preciso usar o pepino desde pequenino.
5. Vou explicar à vizinha de cima que dizer ordinarices em plena berlaitada não faz dela uma ordinária. Só faz dela uma melhor foda, porque uma caralhada bem aplicada deixa-me sempre à beira do esguicho.
6. Agora que a roliça filha da vizinha deixou o namorado porque não tinha força na verga, quero ensinar-lhe que leite não engorda.
7. Quero experimentar o novo barbeiro da aldeia. Ouvi dizer que tem uma assistente com uma prateleira monumental e uma namorada que faz broches de graça.
8. Vou deixar de bater punhetas na casa de banho. Ficam sempre salpicos no espelho.
9. Quero dar prioridade às gajas que tratam a minha jibóia com carinho, que tenham conas fofinhas como golfinhos, rabos firmes como chitas e tetas gigantes como elefantes.

Bom ano novo!

mamam mal mas gostam de ser mamadas


É bom saber que sentiram a minha falta. Mas em vez de me darem palmadinhas nas costas podiam perfeitamente fazer-me um broche como deve ser. É que as escandinavas não sabem o que fazer com o pau. As mãos são frias como os fiordes onde os avós delas fornicavam às escondidas e as bocas parecem mãos de um osteopata: delicadas, desapaixonadas e cirúrgicas. Não valem a ponta de um corno. Não merecem um pingo de porra.

Isto de abocanhar pirilaus não é ciência nenhuma. Não se aprende na escola. É só uma questão de jeito. Se calhar é mesmo um problema de ADN...


Fiquei esclarecido logo na primeira queca escandinava. As loiras junto ao Ártico não sabem mamar. Mas gostam de ser mamadas. E, como sabem aqueles que chafurdam frequentemente no grelo, lamber cricas dá uma trabalheira filha da puta. Não me estou a queixar. Não! Fico feliz da vida quando apanho com um clítoris do tamanho de bolas de golfe. Inchado como um caralho. Choro de felicidade quando se vêm na minha boca. É quase tão bom como ir-lhes à bufa.

Sim, tenho vaidade nos meus minetes. Não desprezo um milímetro da região que a minha boca deve cobrir. Mas convenhamos: pinar não é só lamber e enfiar dedo. Convém dar bom uso ao animal que tenho entre as pernas.

o que eu papei p'raqui chegar


Estou de volta. Passei uns longos meses a papar cona escandinava e civilizada, mas fartei-me daquelas tipas todas pipi, sem sangue na guelra nem pêlo na rata, que ficam ofendidas quando um gajo, moreno e de farta pentelheira, lhes diz que as coisas resolvem-se à paulada. Por isso, quando aterrei em Portugal, lembrei-me do que cantava o José Mário Branco: Eu vim de longe, de muito longe, o que eu papei p'raqui chegar...

como recuperei a tusa


Dia 22. Perdi a vontade de escrever sobre a trancada que dei à gorda. Martelei uma magra, mas só porque a gorda foi uma desilusão. A segunda foda foi pior do que a primeira.

Dia 23. Acordei com vontade de escrever sobre a bucha e a estica. Comecei o post com a seguinte frase: "Porque é que as gordas riem-se como quem pina pouco e as magras choram como quem pina ainda menos?" Não consegui acabar porque a vizinha mandou-me uma foto da cona, com a legenda: "Aqui há rata!"

Dia 24. Papei uma peida descaída. Fiquei com a neura e, por isso, mandei o blog apanhar no cu.

Dia 25. Deitei-me a pensar no post sobre a gaja da tranca triste. Adormeci de seguida porque não me apetecia escrever.


Dia 26. Estava mortinho por chegar a casa e contar-vos tudo sobre a tipa que só abre as pernas depois de comer lagosta e mamar uma garrafa de Sauvignon Blanc. Perdi a tusa: não tinha internet.

Dia 27. A internet voltou. Mas tive que sair porque a mulher do presidente da junta anda com a pachacha aos saltos e um minete é muito melhor do que um post. Acabei o dia com o pau feito num caco e, por isso, não escrevi um caralho.

todo fodido de tanto foder


Estou de papo cheio. E saco vazio. Tenho os colhões feitos num oito. E o nabo a bater as botas. E a língua dormente. E algo adstringente no céu da boca. E a garganta seca. E um sorriso idiota nos lábios. E uma desagradável borbulha no cu. E os dedos dormentes. E a anca deslocada. E o ego inchado. E o superego desaparecido. Mas isso não é de agora, que não me lembro de algum dia ter tido consciência moral.

Estou esfaimado. E enfartado de tanto enfardar gajas boas. E farto de gajas assim-assim. E fascinado com o empenho das que fodem por tudo e por nada. E agradado com o desempenho do trambolho com jeito para o broche. E cansado. Com o corpo pesado. E o caralho mole. E circuncidado. Mas isso não é de agora, que nem sequer me lembro do tempo em que o meu pau tinha prepúcio a prender a cabeça.

Cheira a patchouli nas almofadas. E tenho manchas de porra nos lençóis. E uma ou outra pinga de mijo. E mais umas quantas de sangue. Aliás, foi essa a minha favorita: a menstruada das mamas grandes. Guinchou que nem uma perdida. Trabalhou na verga como se a vida dela dependesse daquele grosso pedaço de chicha. São as hormonas, eu sei. Mas foi também uma forma de agradecimento. Nunca a tinham fodido com o período.

São uns idiotas estes homens que comem arroz de cabidela mas não são capazes de se enfiar numa gruta ensanguentada.


Onde é que eu ia? Ah, sim, na imundice em que se tornou a minha cama. E o sofá. E o tapete da sala, coberto de pentelhos de todas as cores. Pretos, castanhos, ruivos, loiros e até brancos. O que eu me vou divertir a relacionar cada um deles à rata de onde vieram. A felicidade é feita de pequenos momentos assim.

como se programa uma maratona de sexo


Vou passar os próximos dias sem a mulher e os putos. A última vez que isto aconteceu foi no longínquo mês de fevereiro e deu merda. Ou antes, deu porra. Deu langonha em toda a cona em que pousava os olhos e a enfiava a vigorosa verga. Foi um ver-se-te-avias. Fiquei com o nabo em carne viva de tanto aviar pito. Tive, no entanto, demasiados momentos mortos para meu gosto. E toda a gente sabe que eu só me sinto feliz quando levo este meu grosso membro ao limite.

Desta vez, fiz a coisa por antecipação, para assim ter todas as horas do dia preenchidas. Primeiro convidei as gajas boas para alarve queca. Como algumas tinham mais que fazer, atirei-me às gajas assim-assim. Ainda assim fiquei com algumas vagas e, por isso, convoquei um par de gajas que fodem por tudo e por nada (tão fáceis, tão fáceis que os tipos cá da aldeia servem-se delas quando estão de ressaca). Por fim, desafiei uma que é um trambolho, mas faz um broche de cair para o lado. Desta forma, tenho rata garantida para 1000 minutos por dia.

Sobram 30 minutos para 1 ou 2 saudáveis punhetas, 300 minutos para fechar os olhos e descansar o pau, 80 minutos para comer e restabelecer líquidos no corpo e 30 minutos para mijar e arrear o calhau.


Fiz a programação da maratona de sexo como se fosse uma ida às compras. Primeiro as mais firmes, com mamas e rabos rijos como pêros, depois as mais gastas, com trancas e prateleiras moles como a uva mijona. No fim, o tal trambolho, que serve apenas para desinfectar a cabeça do canhão, antes de voltar a enfiá-lo numa nova série de gajas boas. É uma espécie de amuse-bouche, que, como sabem, é um prato ligeiro que serve para limpar o palato.

não há picha para ninguém


Querido Ronaldo, prometo que não fodo nos próximos 7 dias. Quessafodam as conas fáceis, as conas pingonas ou as conas sopeiras, o que eu quero é pito paciente e bolas a martelar na rede contrária.

Que se foda (Ronaldo para Moutinho, Euro 2016)


Ei, ei,
anda bater,
anda bater.
Tu bates bem.
Se perdermos,
que se foda!
Anda,
personalidade.
Vai,
personalidade.
Tu bates bem.
Seja o que deus quiser.

coça os colhões antónio, coça


Muita gente ficou surpreendida por saber que eu coço os colhões. É verdade, coço a bom coçar. Reparem nas vezes que esgadanhei o saco durante o dia de hoje...

Cocei os respectivos ao acordar e percebi que estavam cheios demais para poder concentrar-me no trabalho. Tomei a decisão executiva de encontrar cona fácil, afim de os esvaziar o quanto antes. Cocei-os antes de me encontrar com a racha que receberia o fruto do meu baixo-ventre. Cocei-os quando ela abriu a porta. Cocei-os uma vez mais quando fechou a porta. E voltei a coçá-los quando abriu as pernas e fechou os olhos à espera de preliminares que nunca chegaram.

A segundos de entrar na farta rata, pedi-lhe que me coçasse os colhões porque os gémeos amigos do escroto davam-me uma comichão do caralho. Era o que se chama sofrer por antecipação. Afinal, iriam sentir um vazio tremendo no exacto momento em que enchessem a companheira de badalhoquice com um mar de líquido seminal.

Cocei-os depois de vazios, mas só porque queria corrigir a posição da verga nas cuecas e quem faz uma tarefa tão suja pode perfeitamente fazer duas.


Cocei-os ao almoço porque já sentia a acumulação de porra. Cocei-os enquanto rachava lenha porque a vizinha veio à janela só para dar uma vista de olhos e deu-me uma vontade filha da puta de lhe martelar o olho do cu. Cocei-os antes de jantar. Cocei-os depois do coelho com segurelha, que esta aromática previne flatulência mas não evita o prurido no saco testicular. E finalmente cocei-os enquanto me encharcava com bourbon; um belíssimo exemplar envelhecido durante 2 anos em barris de carvalho americano.

Agora, semi-embriagado por este destilado do Kentucky, custa-me fazer as contas. Afinal, quantas vezes esgravatei os tomates? Há por aí alguém sóbrio que me possa ajudar? Quem o fizer terá que ter em consideração que continuo a coçá-los enquanto escrevo este texto, o que me vai obrigar a limpar os pentelhos do teclado...

pau mandado é que não

Até posso fazer um esforço para me vir (é raro, descansem) mas não preciso de me esforçar para ficar com tesão. Fico de pau feito com qualquer coisinha. Às vezes, enrijece-se-me o caralho com as coisas mais estranhas. Sou gajo para correr feito tolo se acho que há uma possibilidade de enfiar o mastro em cona de beiça inchada.

Ontem, por exemplo, estava a pinar numa das minhas posições favoritas. Como o fazíamos não é relevante para o que estou prestes a contar, mas sei que gostam de detalhes sórdidos, por isso, posso dizer-vos que a serigaita tinha as mãos apoiadas na lareira enquanto este vosso amigo a papava por trás. Puxava-lhe o rabo de cavalo e sussurava-lhe aquele tipo de frases-feitas que o cerebrozinho dela adora ouvir:
- Linda menina.
- Agora fica quietinha.
- Adoro estar dentro de ti.
- Vou esporrar-me nessa coninha deliciosa.

Vocês sabem, o habitual. Também já me conhecem para saber o que se passou a seguir. A gaja veio-se como se estivesse a ter um ataque de pânico e começou a apertar-me a picha de forma gulosa. Gritou que se fartou, o que me fez fodê-la ainda com mais força. Estava a adorar aquela massagem dos músculos da rata: aperta, relaxa, aperta, relaxa, aperta... Pelo meio, guinchou um delicioso "oh, meu deus, foda-se, sim, é assim mesmo" que me fez explodir como o vulcão dos Capelinhos em 1957.

O que me leva ao que eu vos quero contar. Talvez por ter exercitado a pachacha, de tanto apertar e relaxar a vagina, o puborretal e o coccígeo, apenas uns minutos depois de ter tido um orgasmo, a tipa quis ter novo orgasmo. Não, não quis. Exigiu. Como se eu fosse o brinquedo dela. Como não fui feito para ser toy boy de uma cabra qualquer, mandei-a esfregar o grelo. Ela percebeu que não sou pau-mandado, por isso deitou-se no sofá, escancarou as pernas e coçou-se feita doida.

o mundo inteiro está a foder menos eu

As calças que atirei para a cadeira lembram uma rapidinha sobre a secretária do escritório. O casal de namorados que dá uns beijos na esquina é tal e qual uma foda que dei há uns tempos. A giraça que se esfrega no balcão da padaria, só porque quer os pães mal-cozidos e não os de côdea dura, parece que está a pinar. Parece sempre, mas hoje parece ainda mais.

O sofá insulta-me com recordações do passado. A bancada da cozinha sugere-me uma foda, porque ali podia estar uma moça cujas pernas eu escancharia até caber no meio dela. Não consigo fazer café sem imaginar-me a sacar o caralho de um pipi bem papado e ver os pingos de porra espalhados nos lábios da cona. As escadas fazem-me recuar ao dia em que me deliciei com o balançar daquele traseiro imenso. Quando a agarrei pelos tornozelos e ela, irritada, queixou-se das queimaduras nos joelhos provocadas pela alcatifa.

Foda-se, agora até os tapetes parecem fodas!

Não posso foder hoje e só vejo pinanço à minha frente. Sou como um fumador que está a tentar deixar de fumar e começa a reparar nas beatas na calçada. Talvez seja como aquelas gajas que mantém o hímen intacto até ao casamento e, de repente, percebem que o mundo é muito mais bonito do que lhes parecia enquanto eram virgens.

Hoje, tudo é foda. Estou a sofrer e, ao mesmo tempo, a gozar esta coisa tortuosa em que cada cadeira, cada banco, sofá ou degrau torna-se num lugar onde ela, uma qualquer, podia levantar a saia ou baixar as calças para facilitar a cambalhota. Parece que o mundo inteiro está a foder menos eu. E se não está a foder, está prestes a foder. Ou então já fodeu e está a gozar o pós-foda.

É frustrante. Mas não é propriamente triste. Diria mesmo que é divertido sentir uma tusa que hoje não vai a lado nenhum.

cartas de amor para quem nunca vou foder

Sempre que chega esta altura do ano de afetos com data marcada, vulgarmente conhecida como Dia dos Namorados, fico mais lamechas do que nos dias em que me esqueço de foder. Não parece, mas sou um sacana sensível. Por isso, decidi enviar cartas de amor a 2 conas que nunca vou papar. A elas, doces trambolhos, posso hoje dizer carinhosamente: "Amo-vos!"

Querida mulher-atarracada-e-malparecida-que-brinca-com-a-dentadura,
Quero agradecer-te por nunca ter sido obrigado a falar contigo. Hoje, recordo com carinho os momentos em que te vi atrapalhada com a tacanhez das tuas pernas, orgulhosa da tua pança desproporcional e feliz como uma criança a brincar com a dentadura. Nunca vi mulher tão feia, mas já percebi que tens uma filha, igualmente feia mas ligeiramente menos feia do que tu, o que quer dizer que, no passado, tiveste os dentes todos e uma rata ocupada a procriar. Fico feliz por saber que alguém te ache menos feia do que verdadeiramente és. Obrigado por me lembrares que todas (TODAS!) as mulheres com quem fodi são deslumbrantes comparadas contigo. És bizzarra e, por isso, amo-te!

Querida caixa-de-supermercado-que-troca-os-érres-pelos-guês,
Quero agradecer-te pelo mamalhal absolutamente descomunal que ostentas quando vou comprar Oryza sativa e Lophius piscatorius para fazer o meu famoso arroz de tamboril. Hoje, recordo com carinho os momentos em que revelaste o seu sorriso afável e a tua dislalia profunda. Bem sei que não é um problema neurológico, mas tenho que conter a gargalhada sempre que tentas vender-me os "guebuçados doutôgue Bayaguede". Ainda assim, por amor à tua enorme prateleira, ainda pensei atiçar-te a pachacha. No entanto, imaginei-te a enfiar "o cagalho na gagueganta" e perdi imediatamente a vontade. Obrigado por me lembrares que todas (TODAS!) as mulheres com quem fodi são gatas com ratas e não, como tu, "gatas com gatas". És divertida e, por isso, amo-te!

[continua...]

ela chupa, eu tweeto

Passei o dia com vontade de foder, o que não é novidade nenhuma, mas o corpo não deixou. Uma estranha doença que aparece nesta altura do ano, e à qual dão o excêntrico nome de gripe, deixou-me virado do avesso. Ainda assim decidi fazer disparates. Cansado de brincar com a gaita, virei-me para o espaço onde se diz o maior número de barbaridades por metro quadrado: o twitter. Pois é meus amigos, deu-me para as coisas curtas. Logo eu que tenho o coiso comprido. Ficam avisados: na vida real apanham com o pau, em twitter.com/AventurasHC apanham com piupius.

a ressaca

Os últimos dias foram de grande sofrimento. Troquei os rabos firmes pelas rabanadas moles, as mamas tesas pelas tâmaras secas e os grelos encharcados pelas couves portuguesas ensopadas em azeite. Também mudei o aspecto do blog, mas isso foi o menor dos meus males.

A coisa regressou agora ao normal. Mas antes de voltar a molhar o pincel em cona alheia, deixem-me desabafar: eu quero é que as festas familiares se fodam! No outro dia, imaginem, tive que bater 5 sarapitolas seguidas com o simples propósito de esvaziar os colhões. Senti-me mais levezinho, mas o caralho ficou em carne viva. Já dizia um velho amigo meu: "A masturbação faz bem à alma, mas ninguém sabe o que fazer à nhanha."

sexo sem nexo


Não conheço nada melhor do que mijar no campo.
Sacar do coiso e deixar a coisa sair.
Não importa se levantámos a tampa da sanita (porque não a há) ou se pingámos o chão.
...
Pensando melhor, há algo melhor do que mijar no campo:
mijar fora do penico.
Que é basicamente o que eu faço aqui no campo.
De vez em quando planto batatas, apanho umas couves, alimento umas galinhas e faço uma pinga do caralho.
Mas grande parte do tempo passo-o a pular a cerca.
Que é o mesmo que:
Micto fora do penico.
Ou seja:
Fodo tudo o que é o rabo de saia.
Também como grelos, que é coisa que abunda aqui no campo.
Grelo de couve, grelo de nabo e grelo de cona.
...
No outro dia, mijei no prado que semeei em setembro.
Não, não urinei. Copulei.
Mijei fora do penico.
Mas antes do coito, brinquei com os pomos da pequena.
As mamas eram tão grandes que baloiçavam quando, a caminho do prado, levava um pé à frente do outro.
Também baloiçavam enquanto levava por trás, mas isso acontece a todas.
...
Agora, se me dão licença, vou sentar-me à lareira tentar perceber o sentido do que acabei de escrever.
Também vou acabar com a garrafa de bourbon.
Feliz Natal!

quanto mais, melhor

Decidiu o puto que eu (porquê eu?!) era a pessoa certa para fazer a pergunta mais tola desde que o Homem fez um manguito ao Pai e deu umas valentes dentadas no fruto proibido.
- Quantas namoradas tiveste?
Tentei fugir à coisa da pior forma: a discutir semântica e sintaxe. O miúdo, que não é parvo nenhum, repetiu a pergunta como se eu fosse estúpido.
- Na-mo-ra-das. Quantas na-mo-ra-das tiveste?
Experimentei o mais do mesmo: fugir à resposta com perguntas. A rapariga de quem tu gostavas quando tinhas 7 anos conta? Aquela que nunca beijaste mas com quem falaste junto ao campo de futebol é uma namorada? Uma noite é suficiente? Amigos coloridos serve? Ou mesmo aquela jovem com quem praticaste um frenético jogo de línguas num parque até às 3 da manhã... Essa também vale?


Não ficou convencido. Por isso, menti:
- Desculpa, mas nunca contei.
Claro que já contei. Nunca deu o mesmo resultado, mas já contei. Não sei exactamente em quantas mulheres enfiei os dedos, quantas gajas eu arrombei, quantas pachachas papei, com quantas suei para pinar, em quantos traseiros explodi que nem um animal.

Não sei o número certo, meu rapaz. Mas sei que são apenas um pouco mais do que as vezes que enfiei o caralho na rata da tua mãe.

Há conas perfeitas?

Perguntam-me: pensas em quem quando bates uma punheta? Respondo: ninguém em especial. A maior parte das vezes, penso na última cona que comi. Mesmo as fraquinhas. Mesmo as que esgravatam o grelo como um carroceiro coça os colhões. Mesmo aquelas que choram baba e ranho quando apalpam pela primeira vez o grandessíssimo babão que se esconde entre as minhas pernas. Sim, choram. Choram por ter entre-mãos um ser mais abonado do que qualquer outro proprietário de escroto que já conheceram.

Perguntam-me de novo: só pensas em cona quando bates uma punheta? Respondo: não. Algumas vezes, poucas vezes, admiro, como Narciso olhava para o seu reflexo na água, a forma como o meu caralho incha, satisfeito com trabalho manual tão sublime. É verdade, algumas vezes não penso em coisa nenhuma. Apenas observo. Uma dessas vezes, no entanto, sonhei acordado. Tive um pesadelo tenebroso. Imaginei o dia em que o trabalho de mãos seria tão mau que a minha verga esguichava em seco. Imaginei o dia em que a minha rica picha perderia a confiança nos seus companheiros, os testículos, e no seu próprio dono, outrora tão bom esgalhador.


Agora pergunto eu: quando bates uma punheta, pensas na cona perfeita? Quando falo em rata-suprema, não me refiro aquele mexilhão com múltiplas texturas, sabor a caramelo que nos deixa a salivar mesmo antes de o papar. Não estou a pensar no pipi incrivelmente molhado, com um clítoris semelhante a um pêssego sumarento e ligeiramente rosado. Cona é apenas um eufemismo. O que me interessa, de facto, é a proprietária da cona [e também o que aquela faz com esta sempre que se agarra ao tarolo]. Sim, acredito que a cona tem cara. E personalidade. Não é só papo.

Consegues descrever o teu orgasmo?

É daquelas perguntas que um gajo faz às gajas e nunca é confrontado com a coisa. É assustador! É por isso que, quando escrevo sobre quecas, perco pouco tempo com a parte física e mais com o contexto da dita. Uma foda é uma foda, dizem-me. É. Mas não é. É entra e sai, mas é também onde entra e de onde sai. E como. Especialmente como entra e como sai.

Estava na cama, com o pau na mão. Duro como o caralho. Não tinha qualquer imagem específica à minha frente. Não tinha qualquer estímulo pornográfico. Estava apenas focado no orgasmo iminente. Queria descrevê-lo. Sem distracções. Esfregava-o, apertava-o, acariciava-o e sentia aquele volume de porra a avançar. Até à base da cabeça do pau. É uma sensação muito pouco diferente da vontade de mijar. É mais doce. Mais sôfrego. Sei que tem um final feliz. Bem mais feliz do que verter águas. Mas só o sei por experiência.

Percebi que, se continuasse no mesmo ritmo, vinha-me. Por isso, abrandei. Senti a picha a contrair-se, pressionado pela porra. Não é apenas antecipação de algo que aí vem. É prazer naquele exacto momento. Como uma boa banda sonora. É tensão e pressão. Está concentrado no pau, mas flui pelas minhas pernas, pelo meu peito...


Normalmente, neste ponto, aproximar-me-ia o mais possível do orgasmo e depois afastar-me-ia, parando alguns segundos, para me dar tempo para recuperar e, só então, voltaria ao mesmo. Faria isso 2, 3, 4, 6 vezes. Levaria cada vez menos tempo, até ao ponto de não-retorno. Até finalmente ceder e permitir que se desse a enxurrada. Desta vez, no entanto, fixei-me naquele momento, em que, se o fizesse um pouco mais rápido, vinha-me. Estava no precipício: pressão gigantesca na picha, formigueiro no corpo, coração acelerado e músculos contraídos, à espera do que se seguiria.

1 caralho, 12 resoluções de ano novo

1. Quero comer mais cus do que conas. No ano seguinte, voltarei a comer mais conas do que cus. E assim sucessivamente, até não ter dentes para comer o que quer que seja.
2. Vou deixar de papar as mulheres dos amigos e começar a papar as ex-mulheres dos amigos.
3. Agora que descobri a genitália da Georgina, quero descobrir o ponto gê da Geraldina, ainda que a tia Gina me tenha dito que a filha ia casar virgem.
4. Quero conhecer melhor as transmontanas, que as minhotas já sabem o que a casa gasta e as meninas da capital já conhecem o material. Também posso dar umas voltas no Entre Douro e Minho, que, pelo que percebi, está a vibrar de entrefolhos de comer e chorar por mais.
5. Gostava de ir para a borga com um dos descendentes dos Bórgia [sim, pode ser a Lucrécia], porque a noite só pode terminar em orgia romana.


6. Vou mudar de dentista, que esta passou 1 hora em cima de mim e não mostrou o decote, nem percebeu que eu tinha a braguilha aberta.
7. Vou manter o mecânico, que este faz bons preços e tem uma namorada que bate punhetas de graça.
8. Quero ser o barbeiro da cabeleireira da aldeia e deixar-lhe os pelos púbicos com risco ao meio, que vai lindamente com a sua vulva do tipo tocha olímpica [que clítoris gigante tem ela, meus amigos!]
9. Passarei a pinar no trator, porque os assentos do carro já estão manchados de porra e mel.
10. Prometo ter mais cuidado da próxima vez que foder a boca da rapariga boa e feia do café. Não volta a engasgar-se!
11. Vou convencer a minha mulher a trocar a mulher a dias por uma que seja menos bardajona e tenha menos buço.
12. Finalmente, quero concretizar o meu sonho: que as minhas leitoras recebam, com prazer, o meu leite quente.

Carta indecente ao Pai Natal


Querido Pai Natal,
Antes de mais, deixa-me dar-te os parabéns por essa barba tão cool, que os hipsters aqui do burgo tornaram moda e que o teu amigo António usa como pretexto para justificar a preguiça que me assola desde os tempos em que andava de quatro. Não quero aborrecer-te mais, que nesta altura deves andar feita barata tonta, por isso faço uma lista do que gostaria de receber este 25 de dezembro. É curta, descansa, ou seja, inversamente proporcional ao caralho deste teu admirador...

1. Uma noite com a fada dos dentes, se me prometeres que continua oferecida como a conhecemos naquela louca noite de Verão.
2. A Mariah Carey durante 7:00 minutos. 3:54 para cantar All I Want For Christmas Is You, com o dedo apontado ao meu escroto, 1:06 para uma espanholada e 2:00 para a enrabadela do século.
3. Que me cures desta gripe, que me deixa a pingar do sítio errado.
4. Um brunch com a Ellen DeGeneres, só porque farta-se de dar coisas a desconhecidos e também porque namora com a Anne Heche, que é um tesão monumental.
5. Um check up dos 40 tranquilo. O toque rectal só pode ser feito por uma senhora com mamas grandes e dedos pequenos, que tenha uma irmã gémea e alguma experiência na mansão da Playboy.
6. Que expliques às mulheres cujas chaminés tu violas que não sou nenhum bicho papão, apenas um tipo que gosta de papar papos de cona.
7. Finalmente, que a minha próxima queca não seja a última.

Um Feliz Natal!