cantigas do bandido #22


Pinar com a Maria do Céu é sempre uma festa. É a mais feliz das fodas. É a teoria do bom selvagem de Rousseau aplicada à cona. É a pachacha boa e livre por natureza. Ou seja, é a mais bela crica do universo desde que Eva deu uma trinca na maçã. Por isso, sempre que aplico umas marteladas na moça, saio de casa dela a trautear este belo tema do cancioneiro nacional:

Na coninha da Céu


Vindo eu, vindo eu,
na coninha da Céu,
rebentei-a com vigor,
ai jesus (cumcaralho-foda-se-catusafilhadaputa) que lá vim eu!

Ora zus, truz, truz,
ora zás, trás, trás,
ora mete, enfia, afunda,
ora come-a por detrás!

Vindo eu, vindo eu,
na coninha da Céu,
descuidei-me, torci o pénis,
Ai (cumcaralho-foda-se-trombadadumfilhadaputa) que tanto me doeu!

Vindo eu, vindo eu,
na coninha da Céu,
não senti a minha dor,
nem o cacete desfaleceu.
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6 comentários:

  1. Bom dia. Na minha opinião uma das mais belas publicações, dentro do género, aqui publicadas. Não pela seu teor, mas sim, pela fina ironia da sua essência.
    Gostei mesmo muito

    Abraço

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    1. o cacete, quase desfalecido, agradece o elogio

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  2. Respostas
    1. o poeta é miserável. já o cacete, esse sim, podemos chamá-lo de grande

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    2. Só acredito quando vir.

      Belinha

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